O Projecto

A Missão:

O Objetivo do Culto do Conhecimento é caminhar em direção da liberdade do indivíduo, só se considerando conhecimento quando estiver presente a informação e a execução, rumando à auto-suficiência e auto-responsabilidade.

Áreas de estudo, atuação e desenvolvimento:

  • História dos sistemas políticos e financeiros
  • Controle das emoções humanas.
  • Técnicas de alimentação e agricultura de subsistência.
  • Técnicas de obtenção de energia eléctrica de subsistência.

A meta:

Mobilizar o maior número de indivíduos que escolham viver por um ideal, ocupando a sua vida a melhorar as suas condições e as das gerações vindouras, utilizando uma filosofia de auto-suficiência e auto-responsabilidade, não deixando de aceitar as diferenças dos outros.

O ideal

Nasce de um sonho acordado em que se vive numa sociedade, onde todos os indivíduos sabem que nasceram com um ego descomunal, e sabem que para bem dos vindouros e dele próprio, aprendem a controlá-lo e a conduzi-lo.

Nesse local as aldeias têm cerca 1000 pessoas, pois eles sabem que é inviável economicamente, se as infra-estruturas forem maiores.

As casas são construídas nas encostas das montanhas, voltadas para sul em forma de grutas sendo constituídas por uma frente panorâmica espelhada, com um telheiro, para o aproveitamento dos solstícios pois deste modo não necessitam de aquecimento. Quando não existem montanhas, estas são construídas.

Dentro delas, todos aspiram ter o melhor em termos de comunicação e audiovisual, para trocar conhecimento e ganhar dinheiro na forma de consultas.

Toda a família tem um espaço para cultivo de subsistência e não deseja ter agricultura intensiva para não criar desiquilíbrio no meio ambiente.

Todos são autónomos energeticamente através de vários sistemas de geradores de energia LIVRE.

A educação dos filhos é feita em quintas agrícolas até aos 14 anos; dos 14 aos 18 anos a saber fazer energia eléctrica nas firmas, e a transformar carros de combustão para elétricos, quase autónomos e dos 18 aos 23, escolheriam o seu curso, mas sempre no local de trabalho, ligado à realidade da vida.

A justiça é feita pelos velhos mais respeitados da comunidade.

 

Os porquês destas preocupações?

 

Sabemos que nos formatam para aceitarmos vivermos à vontade de um poder mundial baseado no branqueamento do roubo, sofrimento e morte dos povos que nas suas terras tenham minério, em nome da defesa do nosso nível de vida. Isto é aceite por indivíduos distraídos, formatados e inconscientes, é o mesmo que perguntar a alguém que fume, se lhe faz mal, e este responder que o faz porque bem à saúde. Temos que mudar o mundo, chega de fazer mal aos vindouros, ensinando-lhes estes valores desastrosos, onde privilegiam os espertos e não se dá valor a quem sabe.

Neste país diz-se que o problema é económico, que não há um rumo.

Os formatados arrogantes não têm resposta? Então?

O nosso dinheiro serviu só para queimar as pestanas! Só queríamos que os nossos filhos fossem doutores, e melhores que os outros, nem vimos que os mandámos para a armadilha da formatação da impreparação para a vida.

Começaria por desafiar o pessoal, para dizer como vamos ter uma economia próspera, e como traçar o futuro para os nossos filhos e netos.

Para resolver estas coisas, proponho que pensemos numa família numerosa a viver todos na mesma casa, que tem um terreno à volta, com uma dimensão suficiente para o número do agregado familiar,… E então entram em crise.Na falta de dinheiro um dos mais velhos propôs uma reunião.

-Onde gastamos mais dinheiro?

Para a alimentação, compramos 60% do que consumimos.

Resolução:

Todos os desempregados passam a trabalhar a tempo inteiro na agricultura,

Terão que adquirir mais conhecimento na internet, assim como formas de cultivo não intensivas , diminuir ao máximo os pesticidas e a dependência das sementes.

Na energia consumimos 80%.

Resolução:

Aqueles que se acham mais aptos, depois das horas normais de trabalho, consultarem na internet formas de energias alternativas, principalmente energias livres, que se encontram escondidas, tal como alterarmos os nossos veículos de combustão para elétricos,

Saber fazer baterias para se escolherem  métodos de actuação.

Não esquecer que temos no País a maior mina de lítio da Europa.

Na saúde consumimos na totalidade os medicamentos.

Consultar na internet todas as técnicas de alimentação, em especial a macrobiótica, para se conseguir um bom equilíbrio no pH do sangue e consumir o menos produto animal possível.

Adquirir literatura para o equilíbrio da mente com o corpo.

Utilizar a medicina convencional, para intervenções cirúrgicas, ou acidentes.

Conclusão da reunião:

Ficamos com rumo estratégico, auto-suficiência, informação mais execução e temos o conhecimento, e homens e mulheres realizados que não terão a necessidade de ter mais bens materiais que os outros, para se sentirem realizados e felizes.

Ao nosso querido inimigo

Sim! Já viram se eles não existissem, como nos divertiríamos?

Assim já tenho um ideal para lutar e preencher toda a minha vida, posso chegar a casa e dizer:

– Mulher! Se não sou eu o mundo não pula nem avança, que bom que sou, não é?

Sim, o nosso querido inimigo, aquelas multinacionais, que vão para os países em desenvolvimento, carregados de petróleo e minério, matando os outros e os filhos deles, para eu ter esta vida abençoada (e mesmo assim queixo-me, porque este ano não pude comprar um carro novo, para mostrar aos meus colegas boys, ou seja, gente intelejumenta e esperta.

O nosso querido inimigo, esse sim é inteligente, que nos consegue manipular ao ponto de nos cegar, para os servimos nas matanças nos países que têm as riquezas.

Neste sítio, que espero que seja mais um para denunciar estas coisas, não para condenar, mas para mudar consciências, venham os políticos, os homens de fé, não os da fé, e principalmente os homens que têm na consciência que tudo o que têm de supérfluo é à custa de muita desgraça e verdadeira dor de outros, que não se culpem, mas que tentem mudar as coisas, estamos a entrar numa nova dimensão… Eles sabem, sentem.

Já há poucas dezenas de anos para se manter esta loucura.

Obrigado querido inimigo! Sinto uma enorme compaixão por ti meu irmão, não consigo matar-te, mas farei tudo ao meu alcance para te tirar desse inferno.

Não sei escrever, nem tenho tempo para o fazer, mas para mudar o mundo só basta querer.

 

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