TK

Qualquer parte do artigo que seja crítica para as conclusões é da responsabilidade do autor.

O livro “ROTHSCHILD – MONEY TRUST” (Ganância Fiável), de George Armstrong, revela quem e como foi dominado o Mundo, desde o século XVIII até fins de 1940. Os factos que o autor relata condizem com o conteúdo das muitas dezenas dos nossos livros da História Oculta, sendo que muitos deles respeitam a estudos do que  se passou há 15.000 anos e seguintes. Mas, este livro corajoso de Armstrong, tem o mérito de repetir o nome do cabecilha, as suas motivações sinistras e dos seus cúmplices, que resultaram em 150 anos de guerras e de crises financeiras sucessivas, até que chegou também o actual descalabro aterrador. Os governos não são dele responsáveis, mas é Armstrong que no capitulo 6º cita a atracção pela gigantesca fortuna dos Rothschilds, e por isso, os ajudam a aprovar a crise por eles desejada, porem, na aflição só eles os resgatam, ao possuírem a U.E, FMI, BIS e os Bancos . Mas nem os governos nem os Partidos se atreveram a citar o nome do cabecilha acima mencionado. Nem o seu secreto Club de Bilderberg, reunido em 1999, em Sintra. Nem os portugueses que lá estiveram. Nem quais e quantos são os membros portugueses deste Club que obedecem aos decisores da política global, que impedem o povo de exigir saber o que come e as empresas gastam fortunas para terem leis favoráveis. Ora, Santana e Sócrates, trouxeram da reunião anual de 2004 em Itália, as imposições para autorizar o veneno transgénico em Portugal, e tiveram o apoio da imprensa e das televisões. O que é evidente, é que o povo está manipulado, sujeito a lavagens ao cérebro, sem saber o que se passa. Só sabe, o que lhe impingem e é disso que fala. É com o fim de o povo melhorar os conhecimentos que lhes escondem, que estamos a resumir o livro acima citado. Ele revela as malfeitorias da camarilha Rothschild: Confessou com regozijo o seu desejo de destruir a vida da raça humana (ler pág. 561 do livro “Ergue-te Raça Humana”, de David Icke). Pois, as múltiplas guerras e os drones a matar civis e crianças na Somália, pronunciam a continuação de um genocídio de que não há memória. Em simultâneo, noutros locais, os bancos, as nações e as pessoas foram e estão a ser assaltadas e os seus activos estão a ser usurpados. Neste contexto os Rothschilds, são conhecidos como Mentirosos e Ladrões, como consta no capitulo 25 º, e aos pobres famintos, o capitulo28º intitula-os de Pobreza e Desespero. Os Rothschilds infiltraram os tecnocratas e outros testas de ferro como seus Presidentes, propagandeados como anjos, pela sua comunicação social designada como a sua Imprensa aprisionadareferida no capitulo 8º. Os tais testas de ferro são os governamentalistas sanguessugas do povo, cujas atitudes são comentadas no capitulo 20º, sob o título Corrupção, em toda a parte só Corrupção. As paginas 162 a 167, do capitulo 26º – MOEDA MALORIENTADA, revelam que foram usados todos os esquemas para contrariar a circulação fiduciária e fomentar a estagnação. Um relatório, subscrito pelo Senado americano, impôs ao Presidente Franklin Roosevelt que adoptasse medidas para impedir a contracção da moeda e a consequente depressão. Através do Bank Act de 1935, foi dada carta branca ao Presidente para aumentar a prosperidade do país. Contudo, o Presidente, em conluio com o Federal Reserve, ou seja com o Rothschild, em vez de cumprir o que o Senado lhe impôs, adoptou medidas que resultaram no aumento do desemprego, na estagnação e na depressão que o Senado quis evitar. Isto é: Quem ler a página 40, percebe que os Rothschilds possuem e comandam os Estados do seu Império, supostamente independentes, através dos seus dirigentes, cabeças de palha, que lhes suplicam a sua caridade, curvando-se aos seus pés. Mais: adquiriram o controlo do Banco de Inglaterra, sendo um deles seu agente e governador, assim como superintendem na maioria dos Bancos centrais, como o Federal Reserve, de que são proprietários, e Bancos da China e da Índia, e operam no negocio ilícito do ópio, e são os gestores da fortuna da Igreja Católica, que está depositada no Banco de Inglaterra, tal qual se pode ler nas páginas 41 e 42, ( o seu poder é tanto que sob sua pressão, a Rainha de Inglaterra invadiu a América em 1812, para impedir a perda de privilégios financeiros, decretada pelo Presidente Jackson ).

Comentário FALT: Se naquela época distante, a dinastia Rothschild montou os esquemas financeiros para empobrecer os povos e as nações do Mundo, rareando o dinheiro em circulação, quer usando-o na compra de ouro, quer usando outras tácticas, entre elas, repetir as que criou antes, em 2007, desta vez com um golpe de especial envergadura, com a venda de títulos da bolsa, sem valor, mas dolosamente garantidos com a mais  alta classificação de AAA. Assim, ludibriou os Bancos porque a sua dinastia, ao praticar esta burla apoderou-se de todo o dinheiro e também o rareou. Não só passou a dispor de dinheiro de dimensão incalculável, como retirou da circulação para enfraquecer as vitimas, e com ele, fabricar convulsões e guerras para possuir todas as nações adversas, no ardil de Ligas e monstros, afim de  imporem o Apocalipse do Governo Mundial . Assim, com uma cajadada, montou a matança repugnante, e ao impedir a circulação de dinheiro, com o seu roubo monumental, travou a circulação de dinheiro suficiente que podia recuperar o nível de vida. O Rothschild impediu o aumento da massa monetária, que resultaria no fim da estagnação, no aumento do emprego, na descida dos juros e na recuperação do nível de vida. Porque razão os  Governos do Mundo se calam sobre este assunto? Porque o Rothschild é o dono de Mundo,  intocável, e ninguém quer queixar-se do ladrão criador da crise? Ou será que a corrupção está em todo o lado, segundo o capítulo 20º do livro em causa, e a ela poucos escapam? Acordem cidadãos  roubados : Com as proezas do ladrão que o livro cita, Rothschild, rei dos golpes e das crises roubou a banca antes recheada, e secou-a e não pára a extorsão que atinge quadriliões já confirmados pelo BIS. Com tantos milhões de juros que Portugal paga, ao ladrão, dono dos Bancos credores, e só pára de sugar quando a todos tirar toda a pele.

Informe-se nos nossos sites: www.sobreviver,net e www.sobreviver.tk         leia as nossas 565 quadras

( Continua oportunamente a análise do livro em causa)

Noticias

‘We have lost respect’ – former US Senator

The US is like a drunkard who charges to war with anyone who might pose a threat, ex-Senator and former US presidential candidate Mike Gravel says.

“I like the US. But at the same time I think my country is an imperial country that is going downhill, and our leadership does not even acknowledge the problem,” confesses Gravel.

“Phony triumphalism has turned into a device to make Americans live in fear of a terrorist attack, yet you are a thousand times more likely to catch cancer than ever be hurt by that,” he points out.

“All I can say about what the US is doing – it‘s immoral,” Gravel says, explaining that “as a result of 9/11, we have altered our moral compass. And people began to get used to brutalizing each other.”

“We Americans used to think ‘oh, what happened in Germany could never happen with us!’ Well, it is happening with us. And it is happening to the detriment of our global position.”

“In Afghanistan, in Iraq and in Vietnam at the era, all American soldiers died in vain,” Gravel claims, recalling the millions of war victims in Vietnam, which is now developing along its own path, regardless.

New American policies enable US military or security officials to take a decision and dispatch a drone to kill a suspect without trial – together with all civilians who happen to be close to the target, Gravel says.

“The morality of that is removing responsibility – those who drop bombs [from remotely operated robot drones] do not see people die,” he says.

“We have not matched the progress in the private sector of technology and science with the ability to govern ourselves in a proper fashion. We do not have a democracy. We have a system of representative governments worldwide, and that is not good enough for people to govern themselves in the XXI century,” argues the former Senator.

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“I like the US. But at the same time I think my country is an imperial country that is going downhill, and our leadership does not even acknowledge the problem,” confesses Gravel.

“Phony triumphalism has turned into a device to make Americans live in fear of a terrorist attack, yet you are a thousand times more likely to catch cancer than ever be hurt by that,” he points out.

“All I can say about what the US is doing – it‘s immoral,” Gravel says, explaining that “as a result of 9/11, we have altered our moral compass. And people began to get used to brutalizing each other.”

“We Americans used to think ‘oh, what happened in Germany could never happen with us!’ Well, it is happening with us. And it is happening to the detriment of our global position.”

“In Afghanistan, in Iraq and in Vietnam at the era, all American soldiers died in vain,” Gravel claims, recalling the millions of war victims in Vietnam, which is now developing along its own path, regardless.

New American policies enable US military or security officials to take a decision and dispatch a drone to kill a suspect without trial – together with all civilians who happen to be close to the target, Gravel says.

“The morality of that is removing responsibility – those who drop bombs [from remotely operated robot drones] do not see people die,” he says.

“We have not matched the progress in the private sector of technology and science with the ability to govern ourselves in a proper fashion. We do not have a democracy. We have a system of representative governments worldwide, and that is not good enough for people to govern themselves in the XXI century,” argues the former Senator.

President Barack Obama is “guilty of crimes against humanity after the operation in Libya and the continuing wars in Afghanistan and Iraq” – and Mike Gravel has got proof.

“He [Obama] was asked whether or not there would be a possibility that we begin an investigation of the invasion in Iraq by George Bush – which was an absolute crime. What was Barack Obama’s response? ‘We don’t look back’. That means we do not want you, the American citizens, to see what happened, because you may turn around and accuse us of the same thing,”Mike Gravel says, “it’s even worth than that. It is not an accusation. He has been doing exactly the same thing as George Bush did.”

“Most people are unaware of the fact that over the last year, the Obama administration chased out of the United States… over 500,000 people. If we had a media that is all honest – this would have been front page and hotly discussed,” he reveals.

“Obama is raising a billion dollars for his re-election campaign, and he has made a statement which demonstrates what respect he has for the people. He made the statement ‘We’re not going to take any money from special interests’. I tell you – the billion dollars come from special interests,” ex-Senator Gravel accuses.

He believes beating the drums about attacking Iran is very dangerous and marks the irresponsibility of the Israeli leadership.

“I’m not saying anything new – Sarkozy says Netanyahu is a liar – so in my humble status as a private citizen – I tell you Netanyahu is a liar, because he has made statements about Iran that are absolutely ridiculous – all this to create fear among people in Israel.”

Mike Gravel recalled the Bush-created syndrome of ‘bunker mentality’ that rules people with fear.

“Iran is neither Syria nor Lebanon. Iran is a proud nation and they have missile capabilities – not nuclear-capable – that can rain down on Tel Aviv. I can tell you: if they are attacked – they would attack back. And [because] Israel is so vulnerable and so small that it [Israel] would retaliate with nukes – because they cannot suffer to be destroyed,” Mike Gravel predicts, adding that Pakistan and China would join in, with the US to follow – and that is a ready scenario for a nuclear WWIII.

“The best way to solve the problem with Iran is to leave it alone to build a democracy of its own.”

Asked about the power of corporations said to ‘own the government’, Mike Gravel pointed out that corporations are designed to be responsible only to their shareholders, not to the government or the people.

“Corporations need to be regulated, they are not democracies,” he says. “In fact corporations have no morality and no memory – they are just designed to make money. They should not be in command of society – which they are, worldwide, today.”

“That has to change, because this is going to lead to the destruction of our planet,” insists Gravel. “Irresponsible corporate activity must be controlled.”

“People are free if they participate in power. I know of no country in the world today where the people are really free,” he concluded.

A guerra ao terror é uma falsificação

by Paul Craig Roberts
Global Research, October 4, 2011

Na década passada, Washington matou, mutilou, deslocou e tornou viúvas e órfãos milhões de muçulmanos em seis países, tudo em nome da “guerra ao terror”. Os ataques de Washington a outros países constituem agressão nua e impactam primariamente populações civis e infraestrutura – e, por isso, constituem crimes de guerra segundo a lei. Nazis foram executados precisamente pelo que Washington está hoje a fazer.

Além disso, as guerras e ataques militarem custaram aos contribuintes americanos em prejuízos e custos a serem incorridos no futuro pelo menos 4 milhões de milhões de dólares – um terço da dívida pública acumulada – o que resultou numa crise do défice dos EUA que ameaça a segurança social, o valor do US dólar e o seu papel de divisa de reserva, enquanto enriquece para além de tudo o já visto na história o complexo militar/segurança e seus apologistas.

Talvez o mais elevado custo da “guerra ao terror” de Washington tenha sido pago pela Constituição dos Estados Unidos e as suas liberdades civis. Qualquer cidadão dos EUA que Washington acuse é privado de todos os direitos legais e constitucionais. Os regimes Bush-Cheney-Obama arruinaram a maior conquista da humanidade – a responsabilidade do governo perante a lei.

Se olharmos em torno para o terror de que a polícia de estado e uma década de guerra alegadamente nos protegeu, o terror é difícil de descobrir. Excepto para o próprio 11/Set, assumindo que aceitamos a improvável teoria conspirativa do governo, não houve ataques terroristas nos EUA. Na verdade, como destacou o RT em 23/Agosto/2011, um programa de investigação da Universidade da Califórnia descobriu que as “tramas de terror” interno publicitadas nos media foram preparadas por agentes do FBI. http://rt.com/usa/news/fbi-terror-report-plot-365-899/

O número de agentes encobertos do FBI agora ascende a 15 mil, dez vezes o número existente durante os protestos contra a guerra do Vietname quando manifestantes eram acusados de simpatias comunistas. Como aparentemente não há conspirações reais de terror para esta enorme força de trabalho descobrir, o FBI justifica seu orçamento, alertas de terror e buscas invasivas de cidadãos americanos criando “tramas de terror” e descobrindo alguns indivíduos dementes para capturar. Exemplo: a trama da bomba no Metro de Washington DC, a trama do metro na cidade de Nova York, a trama para explodir a Sears Tower em Chicago foram todos estratagemas organizados e geridos por agentes do FBI.

O RT informa que apenas três destas tramas podem ter sido independentes do FBI, mas como nenhuma das três funcionou elas obviamente não foram obra de uma organização profissional de terror como se pretende que seja a Al Qaeda. O carro bomba na Times Square não explodiu e aparentemente não podia ter explodido.

O mais recente laço armado pelo FBI é um homem de Boston, Rezwan Ferdaus, o qual é acusado de planear atacar o Pentágono e o Capitólio dos EUA com modelos de aviões carregados com explosivos C-4. O Promotor dos EUA, Carmen Ortiz, assegurou aos americanos que eles nunca estiveram em perigo porque os agentes encobertos do FBI estavam a controlar a trama.usatoday.com/news/washington/story/2011-09-28/DC-terrorist-plot-drone/50593792/1

A trama de Ferdaus organizada pelo FBI para explodir o Pentágono e o Capitólio com modelos de aviões provocou acusações de que ele proporcionou “apoio material a uma organização terrorista” e conspirou para destruir edifícios federais – a acusação mais grave, a qual implica 20 anos de aprisionamento por cada edifício alvejado.

Qual é a organização terrorista a que serve Ferdaus? Certamente não a al Qaeda, a qual alegadamente passou a perna a todos os 16 serviços de inteligência, todos os serviços de inteligência dos EUA, NATO, israelenses, NORAD, o National Security Council, Air Traffic Control, Dick Cheney e a segurança de aeroportos estado-unidenses quatro vezes em uma hora na mesma manhã. Uma organização de terror tão altamente capaz não estaria envolvida numa trama tão sem sentido como explodir o Pentágono com um modelo de avião.

Como um americano que esteve no serviço público durante anos e que sempre defendeu a Constituição, um dever patriótico, devo esperar que a pergunta já tenha disparado nas cabeças dos leitores: por que esperam que acreditemos que um pequeno avião modelo seja capaz de explodir o Pentágono quando um avião 757 carregado com jet fuel foi incapaz de efectuar a tarefa, fazendo meramente um buraco não suficientemente grande para um avião de carreira.

Quando observo a credulidade dos meus concidadãos para com as absurdas “tramas de terror” que o governo dos EUA fabrica, isso leva-me a perceber que o medo é a mais poderosa arma que tem qualquer governo para avançar uma agenda não declarada. Se Ferdaus for levado a julgamento, não há dúvida de que um júri o condenará por uma trama para explodir o Pentágono e o Capitólio com aviões modelo. Mais provavelmente ele será torturado ou coagido a um acordo de cooperação (plea bargain).

Aparentemente, os americanos, ou a maior parte deles, estão tão dominados pelo medo que não sofrem remorsos pelo facto de o “seu” governo assassinar e deslocar milhões de pessoas inocentes. Na mente americana, mil milhões de “cabeças de pano” (towel-heads) foram reduzidas a terroristas que merecem ser exterminados. Os EUA estão no caminho de um holocausto que tornam os terrores dos judeus face ao nacional-socialismo um mero precursor.

Pense acerca disto: Não será admirável que após uma década (2,5 vezes a extensão da II Guerra Mundial) de matança de muçulmanos, de destruição de famílias e das suas perspectivas em seis países não haja eventos terroristas reais nos EUA?

Pense por um minuto quão fácil seria o terrorismo nos EUA se houvesse quaisquer terroristas. Será que um terrorista da Al Qaeda, a organização que alegadamente conseguiu o 11/Set – a mais humilhante derrota sofrida por uma potência ocidental, ainda mais “a única superpotência do mundo” – mesmo face a toda a filtragem ainda estaria a tentar sequestrar ou explodir um avião?

Certamente não quando há tantos alvos fáceis. Se a América estivesse realmente infectada por uma “ameaça terrorista”, um terrorista simplesmente entraria nas maciças filas de espera da “segurança” de aeroportos e largaria ali a sua bomba. Isso mataria muito mais pessoas do que poderia ser alcançado explodindo um avião e tornaria completamente claro que “segurança de aeroporto” não significa que o mesmo seja seguro.

Seria uma brincadeira de criança para terroristas explodir subestações eléctricas pois ninguém está ali, nada excepto um cadeado na cerca de arame. Seria fácil para terroristas explodirem centros comerciais. Seria fácil para terroristas despejarem caixas de pregos em ruas congestionadas e auto-estradas durante horas de ponta, interrompendo o tráfego de artérias importantes durante dias.

Antes, caro leitor, de me acusar de dar ideias terroristas, pensa realmente que elas já não teriam ocorrido a terroristas capazes de executar o 11/Set?

Mas nada acontece. Então o FBI prende um rapaz por planear explodir a América com modelos de aviões. É realmente deprimente [verificar] quantos americanos acreditarão nisto.

Considere também que neoconservadores americanos, os quais orquestraram a “guerra ao terror”, não tem seja o que for de protecção e que a protecção do Serviço Secreto de Bush e Cheney é mínima. Se a América realmente enfrentasse uma ameaça terrorista, especialmente uma tão profissional como a que executou o 11/Set, todo neoconservador juntamente com Bush e Cheney podiam ser assassinados dentro uma hora numa manha ou numa noite.

O facto de neoconservadores tais como Paul Wolfowitz, Donald Rumsfeld, Condi Rice, Richard Perle, Douglas Feith, John Bolton, William Kristol, Libby, Addington, et. al., viverem desprotegidos e livres do medo é prova de que a América não enfrenta ameaça terrorista.

Pense agora acerca da trama do sapato-bomba, da trama do champô engarrafado e da trama da bomba nas cuecas. Peritos, outros que não as prostitutas contratadas pelo governo estado-unidense, dizem que tais tramas não têm sentido. O “sapato-bomba” e a “bomba nas cuecas” eram fogos de artifício coloridos incapazes de explodir uma lata de comida. A bomba líquida, alegadamente misturada na toilete de um avião, foi considerada pelos peritos como fantasia.

Qual a finalidade destas tramas falsas? E recorde que todas as informações confirmam que a “bomba nas cuecas” foi trazido para dentro do avião por um oficial, apesar do facto de o “bombista de cuecas” não ter passaporte. Nenhuma investigação foi efectuada pelo FBI, CIA ou quem quer que seja quanto à razão porque foi permitido um passageiro sem passaporte num voo internacional.

A finalidade destas pretensas tramas é despertar o nível de medo e criar oportunidade para o ex czar da Homeland Security, Michael Chertoff, ganhar uma fortuna a vender porno-scanners à Transportation Security Administration (TSA).

O resultado destes publicitadas “tramas terroristas” é que todo cidadão americano, mesmo com altas posições no governo e certificados de segurança, não podem embarcar num voo comercial sem tirar os sapatos, o casaco, o cinto, submeter-se a um porno-scanner ou ser sexualmente apalpado. Nada podia tornar as coisas mais simples do que uma “segurança de aeroporto” que não pode distinguir um terrorista muçulmano de um entusiástico patriota americano, de um senador, de um general da Marinha ou de um operacional da CIA.

Se um passageiro precisa por razões de saúde ou outras quantidades de líquidos e cremes para além dos limites impostos à pasta de dente, champô, alimentos ou medicamentos, ele deve obter previamente autorização da TSA, a qual raramente funciona. Um dos mais admiráveis momentos da América é o caso, documentado no UTube, de uma mulher moribunda numa cadeira de rodas, que exige alimentação especial, tendo o seu alimento jogado fora pela gestapo TSA apesar da aprovação escrita da Transportation Safety Administration, com a sua filha presa por protestar e a mulher moribunda abandonada sozinha no aeroporto.

Isto é a América de hoje. Estes assaltos a cidadãos inocentes são justificados pela extrema-direita estúpida como “protegendo-nos contra o terrorismo”, uma “ameaça” que toda evidência mostra que não é existente.

Nenhum americano hoje está seguro. Sou um antigo associado da equipe do subcomité da House Defense Appropriations. Requeria altas autorizações (clearances) de segurança pois tenho acesso a informação respeitante a todos os programas americanos de armas. Como economista chefe do House Budget Committee tenho informação respeitante aos orçamentos militares e de segurança dos EUA. Quando secretário assistente do Tesouro dos EUA, era-me fornecida toda manhã o relatório da CIA ao Presidente bem como infindável informação de segurança.

Quando deixei o Tesouro, o Presidente Reagan nomeou-me para um comité super-secreto destinado a investigar a avaliação da CIA da capacidade soviética. Resumindo, eu era consultor do Pentágono. Tinha toda espécie de autorização de segurança.

Apesar do meu registo das mais altas autorizações de segurança e da confiança do governo dos EUA em mim, incluindo confirmação pelo Senado numa nomeação presidencial, a polícia aérea não pode distinguir-me de um terrorista.

Se eu brincasse com modelismo de aviões ou comparecesse a manifestações anti-guerra, há pouca dúvida de que também seria preso.

Após o meu serviço público no último quartel do século XX, experimentei durante a primeira década do século XXI todas as conquistas da América, apesar das suas falhas, serem apagadas. No seu lugar foi erigido um monstruoso desejo de hegemonia e de riqueza altamente concentrada. A maior parte dos meus amigos e concidadãos em geral são capazes de reconhecer a transformação da América num estado policial belicista que tem a pior distribuição de rendimento de qualquer país desenvolvido.

É extraordinário que tantos cidadãos americanos, cidadãos da única superpotência do mundo, realmente acreditem que estão a ser ameaçados por povos muçulmanos que não têm unidade, nem marinha, nem força aérea, nem armas nucleares, nem mísseis capazes de cruzar os oceanos.

Na verdade, grandes percentagens destas “populações ameaçadoras”, especialmente entre os jovens, estão enamoradas da liberdade sexual que existe na América. Mesmo os iranianos tolos da “Revolução Verde” orquestrada pela CIA esqueceram o derrube por Washington na década de 1950 do seu governo eleito. Apesar de uma década de acções militares abusivas contra povos muçulmanos, muitos muçulmanos ainda olham para a América para a sua salvação.

Seus “líderes” são simplesmente subornados com grandes somas de dinheiro.

Com a “ameaça terrorista” e a Al Qaeda esvaziada com o alegado assassínio pelo presidente Obama do seu líder, Osama bin Laden, o qual fora deixado desprotegido e desarmado pela sua “organização terrorista de âmbito mundial”, Washington produziu um novo bicho-papão – os Haqqanis.

Segundo John Glaser e anónimo responsáveis da CIA, o presidente do US Joint Chiefs of Staff, Mike Mullen, “exagerou” o caso contra o grupo insurgente Haqqani quando afirmou, determinando uma invasão estado-unidense do Paquistão, que os Hagganis eram um braço operacional do serviço secreto do governo do Paquistão, o ISI. O almirante Mullen está agora a afastar-se do seu “exagero”, um eufemismo para uma mentira. Seu ajudante, capitão John Kirby, disse que as acusações de Mullen foram destinadas a influenciar os paquistaneses a romper a Rede Haqqani”. Por outras palavras, os paquistaneses deveriam matar mais gente do seu próprio povo para salvar os americanos de perturbações.

Se não sabe o que é a Rede Haqqani, não fique surpreendido. Você nunca ouviu falar da Al Qaeda antes do 11/Set. O governo dos EUA cria não importa a que seja de novos bicho-papão e são necessários incidentes para proover a agenda neoconservadora de hegemonia mundial e de lucros mais altos para a indústria de armamentos.

Durante dez anos, a população da “superpotência” americana sentou aí, sendo apavorada pelas mentiras do governo. Enquanto americanos assentam no medo de “terroristas” não existentes, milhões de pessoas em seis países tiveram suas vidas destruídas. Tanto quanto existe de evidência, a vasta maioria dos americanos não está perturbada pelo assassínio desumano de outras pessoas em países que não são capazes de localizar nos mapas.

Realmente, a Amerika é uma luz para o mundo, um exemplo para todos.

 

 

Jacinto Rosa Vieira

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