Os acólitos programados assassinam e intrujam

A CIA intrujou, a seguir à 2ª Guerra Mundial, ao fabricar o Parlamento Europeu. Ela passou a possui-lo e a exercer o seu domínio total. Todo este sucesso deve-se ao agente da CIA, o general Donovan, cuja biografia tenebrosa é referida na página 38.

Uma intrujice menos sinistra e mais tranquila, existe na governação de cá. Os de lá montaram a engrenagem da multinacional europeia que devorará, no dia do grande cambalacho, a Banca falida igual aos 21.000 bancos, pagos por 1 dólar cada, na crise de 29. Enquanto cá, a fantochada governativa agrava a sua bancarrota, sabendo que ao piorar a austeridade, poucos resistirão à fome. Então, só resta entregar o invejado rectângulo, ao burlão de 1913, que voltou a burlar a partir de 2007, e sugar a população com o golpe dos swaps de “AAA”, através dos quais, o intocável credor supremo se apoderou de quadriliões de dólares.

Tudo isto acontece porque o Poder Central e Local, sempre se encostou aos endinheirados duma U.E. violenta que paga o terror na Ucrânia. O obscurantismo e a formatação na Direcção Regional Agrícola do Algarve, contribuiu para ocultar aos agricultores o indispensável aviso sobre a proibição de semear. Pois, eles desconhecem que esta proibição existe, porque esta Direcção escondeu uma informação crucial para proteger a política da falsidade imposta pelo Protocolo No. 2 do judaísmo Rothschildiano que exige:

Não devemos parar o suborno, a falsidade e a traição sempre que se trate de atingir os nossos fins. Na política deve-se saber como nos apoderar da propriedade dos outros sem hesitação.

Este protocolo contém as regalias do suborno, que é suspeito ser em benefício da classe politica, e a falsidade e a traição à pátria que está à vista de toda a gente e também está no cenário da execução de penhoras às habitações, que são propriedades dos desempregados, subtraídas sem hesitação, tal qual o protocolo nº 2 estabelece.

Se, neste caso, o uso da falsidade pilha lares e empregos, essa mesma falsidade gera o conluio da malfeitoria constatada entre a ASAE e a Administração Regional de Saúde. Estas duas entidades estão programadas para executar todos os actos de malvadez que a falsidade lhes ensinou, e construiu os horrores entendidos, adoptados pelas duas. Ora, a falsidade da ASAE reprime uma higiene aceitável e alimentação artesanal de boa qualidade, mas ousa aplicar os seus maus instintos, programados, quando aprova o veneno transgénico e o aspartame assassino. Só que na ARS os efeitos da falsidade nunca os levou a ralar-se com aqueles dois venenos assassinos. Além disso, a ARS consente que a medicina dos hospitais receite a RITALINA, convertida em cocaína, para acalmar as crianças hiperactivas. Além desta barbaridade, a ARS quer aumentar a matança com o fecho do Hospital do Barlavento e substituí-lo pelo sempre conhecido como o péssimo Hospital de Faro, onde dura há décadas o seu mau agoiro. Segundo se deduz das críticas do jornal “BARLAVENTO”, a acção perniciosa do actual director prova que tudo irá piorar.

Uma coisa é certa. A falsidade não aparece por acaso. Ela coincide em simultâneo com várias medidas genocidas já assinaladas, entre elas, a proibição de semear.

Nestas circunstâncias, a falsidade criou o INFERNO.

Este INFERNO vem da U.E. Rothschildiana, e do domínio da U.E. pela CIA. Ele está contido na legislação do embuste da actual governança e das anteriores, fiéis ao atroz TRATADO DE LISBOA, que reduz Portugal a colónia, anula a Constituição e os direitos de cidadania que resvalarão para a escravatura.

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