Excertos do livro “Guia da Conspiração Global” de David Icke (págs 655-659)

Fascismo Global

O Grande Farma não quer que as pessoas rejeitem o bisturi e os fármacos em detrimento de outras formas de tratamento. E quando não consegue destruir algo, como as lojas de comida saudável e os suplementos vitamínicos, comprar-nas e transformam-nas em multinacionais, que deixam de vender a qualidade que tinham antes. Um dos maiores ataques do Grande Farma à escolha pessoal e liberdade de saúde é algo a que eles chamam Codex Alimentarius, que vindo do Latim significa “livro da comida” ou “código da comida”. É obra da Comissão de Codex Alimentarius, que é controlada pelo cartel farmacêutico, pela Organização Mundial de Saúde (também ela controlada pelo cartel farmacêutico) e pelas nações unidas, uma criação da linhagem sanguínea híbrida Reptiliana. Afirma, usando a típica linguagem Orwelliana, procurar “harmonizar” a saúde e os suplementos alimentares. O seu intento verdadeiro é a criminalização dos produtos de saúde e lançar informações erróneas sobre eles, limitando as suas ingestões, ao ponto que usá-los se torne uma perda de tempo e de dinheiro. As leis decididas postas em prática pela organização híbrida Reptiliana, a Organização Mundial do Comércio (World Trade Organization), que pode impor sanções e multas enormes às nações que não as cumprirem. A legislação e acordos para isto estava a ser discretamente implementados, enquanto o mundo assistia ao futebol, a uma sitcom, ou a qualquer outro programa das celebridades. Qualquer coisa que fale de “harmonização” é Nova Linguagem para as leis mundiais a que todos os países devem obedecer e isso está a acontecer a toda a hora. Os planos para a introdução do Codex Alimentarius significam que:

– Os suplementos dietéticos não possam ser vendidos como forma de terapia preventiva;

– A potência dos produtos estaria limitada a dosagens ínfimas, apenas o Grande Farma poderá ter o direito a produzir e vender produtos com potência significativa e a ditar os seus preços;

– Alguns tipos de alimento seriam classificados como medicamento, ou uma outra categoria (nem alimento, nem medicamento) e apenas o Grande Farma os poderá regular e vender. Qualquer comida com efeito terapêutico seria considerada como medicamento;

– Os regulamentos do Codex para os suplementos dietéticos seriam limitadores, com clausulas que impedissem qualquer fuga;

– Todos os novos suplementos dietéticos seriam banidos, a menos que passem pelos testes e aprovação do Codex;

– Quase todos os alimentos saudáveis teriam de ser irradiados;

– A comida geneticamente alterada seria vendida por todo o mundo, sem etiquetagem ou identificação

As leis do Codex iriam catalogar os suplementos dietéticos como medicamentos e toxinas e não como alimentos, como são hoje. Isso significa que iriam passar por testes de toxicologia, concebidos para testar e garantir que uma substancia não tem qualquer efeito discernível sobre o corpo. Tomar esses suplementos, seria então, próximo de inútil. Todas as vacas do mundo teriam de ser tratadas com a hormona de crescimento bovino da Monsanto e teriam de ser administrados antibióticos a todos os animais do mundo, destinados ao consumo humano – mesmo os que são de origem biológica. Sete de nove químicos orgânicos causadores de cancro, conhecidos como Poluidores Orgânicos Persistentes (POP´s), que estão actualmente banidos em mais de 180 países, incluindo os Estados Unidos, teriam entrada directa no mercado, porque o Codex Alimentarius se sobreporia a todas as leis nacionais.

Isto não é menos que fascismo à escala global e é bastante apropriado que o Codex Alimentarius tenha sido instigado por aqueles que controlam a I.G Farben, o cartel farmacêutico que estava no cerne da máquina de guerra Nazi. Geria o campo de concentração de Auschwitz. O cartel era constituído por empresas como a BASF, Bayer e Hoechst, que, claro, ainda existem hoje. A I.G Farben foi a maior financiadora da campanha que permitiu Hitler ganhar as eleições e ascender ao poder e lucrou de forma exorbitante com a Segunda Guerra Mundial. Uma investigação do Governo Americano em 1946 concluiu que, sem a I.G Farbe, a guerra na qual morreram mais de 50 milhões de pessoas, não teria sido possível. A farmacêutica teve também acesso total a cobaias nos campos de concentração, onde pode testar livremente os seus fármacos e vacinas, vitimando muitos dos prisioneiros. O tribunal de Crimes de Guerra de Nuremberga acusou vinte e quatro executivos e membros da administração da Farben, acusando-os de crimes contra a humanidade, incluindo homicídio em série e escravatura. Telford Taylor, o advogado de acusação Americano em Nuremberga, disse dos executivos da Farben:

Não são os lunáticos Nazi, mas sim estes os responsáveis por esta guerra. E se não forem punidos por estes crimes, o mal que irão fazer às gerações futuras é muito maior do que aquele que Hitler poderia alguma vez fazer, se estivesse vivo.

Foi precisamente aquilo que fizeram. Aqueles que Telford Taylor condenou sobre os quais alertou, voltaram aos seus postos na Hoechst, Bayer e BASF, os “três da Farben”, graças a… Nelson Rockefeller, o Sub-secretário de Estado e antigo parceiro de negócios da Farben. Um deles, Fritz ter Meer, o mais cotado de concentração: “os trabalhos forçados não infligiam lesões, dor ou sofrimento dos detidos, especialmente porque a alternativa para estes trabalhadores seria a morte”. Foi Meer que aconselhou a frase de “boas vindas”, afixada à entrada de Auschwitz: “Arbeit mach Frei” (O trabalho vos libertará). Este mesmo Fritz ter Meer foi libertado após cumprir funções na administração da Bayer em 1955, antes de se tornar o seu presidente, um ano depois. Foi Meer, com outros executivos da BASF, Bayer e Hoechst, que esteve por detrás da criação do Codex Alimentarius, oficialmente apresentado em 1963. Eles lançaram-se ao objectivo de controlar a comida, porque isso é uma forma de controlar as pessoas e a sua criação está agora perto do seu objectivo. O político canadiano, Paul Hellyer, refere no seu livro, O Império do Mal:

O Codex Alimentarius é apoiado pelos bancos internacionais e empresas multinacionais, que incluem algumas que operam no Canadá. Trata-se na verdade de uma Lei de direitos para estes bancos e para as empresas que controlam. Irá entregar os direitos da soberania, sobre quem pode ou não investir em vários países, a uma organização mundial não eleita, gerida pelos seus negócios. O tratado tornaria impossível aos legisladores Canadianos, quer a nível federal, quer provincial, alterar ou melhorar os padrões ambientais, por medo de serem processados pelas empresas multinacionais, quer estas operem no Canadá, ou não.

Isso criará um mundo sem fronteiras, governado por uma ditadura virtual dos bancos centrais mais poderosos do mundo e das empresas multinacionais. Este mundo tornar-se-á verdade, se nos resignarmos e nada fizermos.

Que maior definição de fascismo pode haver do que nos ser dito aquilo que podemos ou não fazer com os nosso corpos, na busca pela nossa saúde? O que se está a passar aqui é gritante, quando ligamos os pontos. Como já tenho vindo a referir há tantos anos, os híbridos reptilianos lançaram um assalto a vários níveis ao sistema imunitário humano e à rede de comunicação entre o cérebro e o corpo. Isso é a chave para compreender a ligação entre o Grande Farma, fármacos e vacinas, aditivos na comida irradiada, sabonetes e loções que aplicamos à pele e cabelo; em suma, todas as fontes fabricadas pelo Homem de excitotoxinas e venenos electroquímicos. Por sua vez, isto liga-se também aos ataques à comida saudável, água limpa, suplementos dietéticos, remédios de ervas e formas alternativas de cura, que estão a ser excluídos por uma ditadura central. Quando sabemos o que se está a passar, deixam de ser mistério as recusas de patentes, ou o desvio por operações militares, sempre que se criam novas formas de tecnologia de cura, desenvolvidas fora do cartel do Grande Farma, como os curandeiros dos “doentes terminais”, que em vez de serem carregados em ombros como heróis, são acusados e presos. Os verdadeiros curandeiros identificam, tratam e eliminam os desequilíbrios energéticos  que estão a causar os efeitos físicos e, os híbridos Reptilianos, ou Nefilim, não querem isso.

Eles procuram destabilizar-nos mental, emocional e fisicamente, porque uma população submissa dessa forma é mais facilmente controlável do que uma população activa, saudável, mentalmente alerta e emocionalmente estável. As consequências também envolvem as nossas ligações multi-dimensionais. O meu grande amigo, Credo Mutwa, o grande xamã Zulu na Africa do Sul, disse-me que só aceitam pessoas não vacinadas, para serem treinadas como “sangomas” (adivinhos e curandeiros), por causa do efeito isolador que as vacinas têm sobre a procura daquilo que está “lá fora”. Isso deve-se à destabilização química e eléctrica do cérebro. Pessoalmente, penso que estes efeitos podem ser contornados, se uma consciência é suficientemente forte e aberta para assumir o controlo do computador biológico a que chamamos cérebro/corpo. Mas fica anotada essa referência. As vacinas dificultam muito mais essa tomada de controlo, assim como todas as fontes de supressão de que falei nos capítulos anteriores. Tudo leva inexoravelmente às redes híbridas Reptilianas que manipulam e controlam mentalmente a população humana, desde há milhares de anos – tudo, desde a comida, água, “cuidados médicos”, “noticias e informação”, “entretenimento”, transportes, governo e militares.

Acrescente-se a isto os programas de controlo mental, tráfego de drogas e guerras. As mesmas famílias e os seus encapotados homens e mulheres controlam todos estes factores e muitos mais. O escritor Michael Ellner disse:

Olhem só para nós. Está tudo ao contrário; tudo de cabeça para baixo. Os médicos destroem a saúde, os advogados destroem a justiça, as universidades destroem o conhecimento, os governos destroem a liberdade, a imprensa destrói a informação e as religiões destroem a espiritualidade.

Se leu até aqui, agora sabe porque é que isto acontece. É suposto que assim seja. Estas coisas não acontecem porque as autoridades são estupidas, pelo menos ao nível do controlo. Quando sabemos quais são as coordenadas do jogo, como é jogado e com que fim, pode ver-se que é fruto de um trabalho de génio, não da incompetência.

Vou tentar resumir o mais possível; basicamente estamos na merda – mas não temos de lá ficar.

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