Excertos do capitulo 26 do livro “Guia da Conspiração Global” de David Icke (págs. 653-655)

Cientistas à Venda

Oh, sim, cientistas. Existem alguns verdadeiros, como em todas as profissões, mas a maior parte deles são ferramentas daqueles que os financiam – já adivinhou quem é? É vital para os híbridos Reptilianos controlarem a ciência, mas não só devido à produção de comprimidos, poções e tecnologia. De igual forma, eles precisam de usar a “ciência” para suprimir, rejeitar e bloquear aqueles que descobriram formas e meios, na saúde e na tecnologia, de agir de forma positiva e com isso, fazer gorar os seus planos. Também precisam desesperadamente de manter a verdade sobre a natureza da realidade bem escondida e, a sua “ciência” é uma ferramenta para isso, ao promover a mentira de que tudo é um acidente da “evolução”. As áreas de investigação que melhor servem o sistema, recebem os maiores financiamentos, mesmo quando já se sabe o resultado final dessas investigações. Como os médicos, muitos cientistas têm as almas à venda, dizendo aquilo que os seus mestres lhes ditam. Um bom exemplo de como a “ciência” é manipulada, é o caso de Sir Richard Doll, um especialista em cancro mundialmente reconhecido, que esteve a soldo como consultor da operação híbrida Reptiliana, Monsanto, por mais de vinte anos, não revelando este facto nos seus estudos “independentes”. Sir Richard foi umas das primeiras pessoas a estabelecer uma ligação entre o tabaco e o cancro do pulmão, na indústria dos químicos, enquanto recebia 1,500 dólares por dia, numa das maiores empresas químicas do mundo, que promove agora o aspártamo e os vegetais geneticamente modificados (transgénicos). A Monsanto foi a produtora do Agente Laranja, o herbicida letal usado pelas forças Norte-Americanas, durante 10 anos e até 1971, na guerra do Vietname. Esse químico continha dioxinas que causaram graves problemas de saude à população e soldados que lhe estiveram expostos. Como resultado, foram apresentadas queixas-crime contra empresas como a Monsanto e a Dow Chemical, com compensações de 180 milhões de dólares, para os veteranos de guerra, por volta de 1984. As vitimas Australianas, Neozelandesas e Coreanas também foram compensadas, mas não os vietnamitas. Os estudos indicam que a exposição ao Agente Laranja aumenta drasticamente as hipóteses de cancro e malformações congénitas, mas Sir Richard Doll escreveu à Comissão Royal Australiana, que estava a investigar o Agente Laranja, a dizer que este não era o caso. Ele “esqueceu-se” de mencionar que a Monsanto lhe metia no bolso 1,500 dólares por dia. Documentos vindos a público em 2006, revelam que Sir Richard Doll recebeu também 15,000 dólares da Associação de Produtores de Quimicos, da Dow Chemical (outro produtor do Agente Laranja) e do gigante inglês de produção química, a ICI. Por esta verba, ele conduziu um estudo “independente” que mostrava que o cloreto de vinil, usado na produção de plásticos, não estava de qualquer forma relacionado com a génese de cancros, excepto para os de fígado. A Organização Mundial da Saúde desafia essa afirmação, mas como servia melhor os seus mestres, usou esse relatório para defender a segurança do químico por uma década. Sir Richard morreu em 2005 mas o seu contrato com a Monsanto está arquivado nos arquivos da biblioteca de Wellcome Trust. Começou a 10 de Maio de 1979 e estendeu-se, com melhorias contínuas em 29 de Abril de 1986. “Durante o ano deste período de extensão, a sua remuneração será de 1,500 dólares por dia”, dizia. Até 2000, Sir Richard foi consultor independente para a Sibéria, uma subcontratada da Monsanto.

O que vimos até aqui é uma pequena espreitadela da corrupção e conflito de interesses, que manda naquilo a que eles chamam “ciência”. Onde houver dólares, a corrupção e as empresas híbridas Reptilianas sabem disso. Eles sabem bem que não têm que procurar muito por um cientista que diga aquilo que eles querem, desde que haja cheques para passar. Quanto mais conhecido for o cientista, mais elevado é o cheque – e mais eficiente é esse cientista em enganar as percepções do público. Eles nem sequer têm de ganhar as discussões sobre os efeitos de um fármaco, químico, alimento geneticamente alterado, ou que quer que seja, já que está controlado pelos cientistas que têm nas mãos. Os argumentos são muitas vezes complexos e cheios de linguagem científica e nenhum dos esforços para denunciar certas situações parece surtir efeito, até que os próprios efeitos sejam demasiado óbvios para que a população não repare, muitas vezes com consequências graves para a saúde pública. O seu objectivo prioritário é lançar a confusão ao “debate”, para diluir qualquer boa contestação aos factos. Isso faz-se através dos “cientistas” que estão dispostos a expor o seu nome, na defesa da causa híbrida Reptiliana, sendo para isso muito bem pagos. Apesar das suas declarações não terem qualquer validade, diluem a clareza que existiria de outro modo. Assim, os avisos sobre os potenciais perigos dos aditivos na comida, substitutos de açúcar e todos esses químicos e drogas, são ignorados por anos, mesmo décadas, até que os problemas de saúde pública daí decorrentes não se consigam esconder mais. Por essa altura, é já muito tarde para os que sofreram ou morreram. As empresas usam os seus “cientistas” para contrariar os avisos e persuadir o público de que não existem “provas” de que uma substância seja nociva.

Em qualquer sociedade sã, uma empresa teria de provar que determinado químico é seguro, antes de o lançar no mercado e isso castraria o poder dos gigantes químicos de um dia para o outro. A ligação empresas-política destruiu a integridade daquilo a que chamamos “ciência”, desde há muito tempo para cá. Sabemos que os “cientistas” oficialmente empregados pelas empresas, dirão tudo aquilo que lhes mandarem, mas é agora claro que muitos cientistas “independentes” estão também sob a influência das empresas, já que os estudos “independentes” têm um maior peso sobre a opinião pública. A corrupção constitui-se como a completa ausência de integridade e esta praga é uma epidemia no sistema – incluindo a “ciência”. A denúncia de Sir Richard Doll é um aviso a todos aqueles que acreditam nos “cientistas” e naquilo que eles dizem que é bom para nós. Isso é particularmente verdade quando os “especialistas” do sistema descartam e condenam outras formas de cura, ou nos dizem que não há vida “após a morte”. Estão a defender o seu dogma, sobre o qual o sistema e a conspiração assentam. Se não o fizerem irão encontrar muitos sinais de “Stop”, durante as suas carreiras.

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