Excertos do capitulo XXIV do livro “O Poder Secreto!” de Armindo Abreu (págs 640-649)

Conclusões ao Capítulo:

Essas ideias de cunho racial e místico, associadas a pesquisas supostamente científicas, visando ao controlo de corpos e mentes dos grupamentos sub-raciais a serem contidos e escravizados pelos superiores, embora aparentemente instrumentalizadas pela borda nazi ensandecida, promovida e orquestrada pelos místicos mentores e as suas sociedades secretas, já os nossos velhos conhecidos, sempre foram estimuladas e apoiadas, nos bastidores, pelos líderes invisíveis da oligarquia iluminada.

E estes, mais do que quaisquer outros, plenamente convencidos de que descendiam de seres superiores, responsáveis por sua magnífica herança de sabedoria e iluminação, tornando-os uma raça de privilegiados, apta a liderar, a governar e, se e quando desejassem, a eliminar o excedente dos seres vivos necessários ao seu serviço!

Para tamanhos manipuladores das sombras, nada melhor do que materializar e dar exposição a outros maníacos que pudessem, além de operar às claras o trabalho sujo, servir de biombos para si próprios, isto é, mante-los, confortavelmente, à margem da curiosidade alheia, no mais profundo anonimato!

Não obstante, no auge do seu poder, dois importantes aspectos da vida de Hitler sofreram uma súbita reviravolta: “… Em seguida ao estranho voo do seu lugar-tenente Rudolf Hess para a Inglaterra, Hitler se voltou, oficialmente, contra o ocultismo e, logo depois disso, a ordem internacional se voltaria contra ele”.

Rudolf Hess era um dos clones de AH e veio a se tornar vice-líder do partido nazi. Além de membro da Sociedade Tule, ele estava profundamente envolvido em estudos metafísicos, especialmente sobre astrologia; ouvia atentamente às exposições do professor Haushoffer sobre a “Doutrina Secreta” e era aluno da escola de antroposofia do doutor Rudolf Steiner, uma suposta ciência oculta que procurava usar a mais alta percepção humana para contactar o mundo espiritual.

Hess, no dia 10 de Maio de 1941, depois de preparativos minuciosos e secretos, meteu-se num avião Messerschmitt 110, cuidadosamente revisado, e voou para a Inglaterra, onde saltou de pára-quedas sobre um das propriedades do duque de Hamilton. Aparentemente, ele tinha esperanças de discutir as possibilidades de um acordo de paz negociada entre a Grã-Bretanha e a Alemanha. Outras correntes rezam que o vôo de Hess teria representado uma tentativa de AH, nos bastidores, para dar fim à luta no ocidente e dedicar-se aos preparativos para o seu próximo ataque e invasão à Rússia, o verdadeiro objectivo das potências ocidentais, e razão principal do imenso apoio, antes concedido, ao sádico ditador.

Albert Speer, ministro do armamento e da produção de guerra nazi, escreveria, tempos depois, sobre esse episodio: “… Vinte e cinco anos decorridos, na prisão de Spandau, Hess me garantiu, com toda a seriedade, que aquela ideia lhe fora inspirada, em sonho, por forças sobrenaturais”.

Qualquer que tenha sido o verdadeiro propósito da excursão, nenhuma consequência concreta adveio desse voo. Hess foi imediatamente detido pelos britânicos na Torre de Londres e Hitler denunciou-o como um “louco solitário”, que agia sob a “influência corruptora do professor Haushoffer”.

O general Walter Schellenburg, chefe do “Serviço de Inteligência Externa” do regime nazi, também admitia que agentes secretos britânicos pudessem, mesmo, havê-lo influenciado através de Haushoffer. E que ele próprio ficava pasmo quando Hess demonstrava a sua enorme crença “… Em antigas profecias e revelações visionárias… Quando ele recitava passagens inteiras de livros de profecias, como as de Nostradamus ou de outros adivinhos não recordados, e também quando ele se referia a antigos horóscopos concernentes ao seu próprio destino, ao de sua família e de toda a Alemanha”.

Temeroso de que Hess pudesse vir a revelar os seus planos para o ataque à Rússia, AH declarou-o publicamente insano e fez o juramento de dar um fim “… a esse bando de lunáticos sonhadores”.

E Hitler, daí em diante, proibiu as práticas de astrologia, leitura de mão e das folhas de chá, sessões espirituais, e declarou fora-da-lei todas as organizações do tipo maçónico, inclusive a Sociedade Teosófica, os Templários Orientais, a Ordem do Amanhecer Dourado e a Sociedade Antroposófica do doutor Steiner.

Após esse aparente rompimento com as sociedades secretas, seguiram-se a invasão da Polonia, a blitzkrieg na Bélgica e na Holanda, a aliança com o ditador da Itália, Mussolini, contra a França e a Grã-Bretanha. “… A França cairia numa questão de semanas, deixando uma desesperada Grã-Bretanha a lutar sozinha. O chamado “balanço de poder” mudara perigosamente, obrigando os banqueiros internacionais a repensar o seu apoio a Hitler”.

A posterior entrada do Japão na guerra (visando impedir ou refrear o avanço comunista na China), formando um eixo aliado com Alemanha e Itália; a incapacidade de Hitler em vencer a Rússia; a entrada dos Estados Unidos para definir o conflito em favor do Ocidente e o repúdio mundial à trágica dimensão pública do extermínio de cristãos e judeus, especialmente a dos últimos, denunciada e proclamada, alto e bom som, em todo o planeta, por suas combativas entidades defensoras, transformaram Adolf Hitler, rapidamente, de caçador em proscrito, com a cabeça a prémio.

“… Quando Hitler ascendeu ao poder, a solução nazi para o problema judaico foi tentar envia-los para outros países. É fácil, hoje em dia, imaginar que os judeus pudessem haver encontrado estados que os recebessem. Infelizmente, quase todos os lugares lhes deram as costas, e mesmo os sionistas não quiseram ajudá-los. Muitos países europeus “civilizados” bateram as portas, violentamente, para esses infelizes. Os polacos odiavam muito mais os judeus que os próprios alemães e, durante a II Guerra Mundial, muitas das atrocidades cometidas contra os judeus foram perpetradas pela policia francesa de Vichy, pelos ucranianos, croatas e polacos que trabalhavam com os alemães. As leis sionistas do controlo de imigração para a Palestina eram mantidas de forma muito fechada, pelos esforços dos sionistas em evitar que judeus não-sionistas pudessem fugir para a Palestina. Na verdade, a despeito de todas as evidências e testemunhos que haviam sido vazados, os sionistas se recusaram a admitir que um holocausto estivesse ocorrendo durante a II Guerra Mundial. As provas mostram que alguns sabiam de tudo, mas esconderam a informação. A razão para isso é que os sionistas perceberam que poderiam promover melhor o Estado de Israel, no longo prazo, se alguns judeus fossem sacrificados. Para os illuminati, os judeus comuns da Europa eram apenas gado, exactamente como o resto das pessoas”.

E isso só foi possível por que “… Desde o fim da I Guerra Mundial, os britânicos governavam a Palestina e os Rothschild governavam a Grã-Bretanha.”

Michael Selzer, em seu livro Zionism Reconsidered (O Sionismo Reconsiderado) denuncia: “… Quando a organização Sionista, contrariando os impulsos naturais do povo Judeu como um todo, decidiu negociar com Hitler, comercializar produtos germânicos em beneficio da riqueza dos judeus alemães, inundar o mercado palestino com produtos alemães e, com isso, fazer pouco caso do boicote internacional contra os produtos manufacturados na Alemanha, encontraram pouquíssima oposição no chamado “Lar Nacional Judeu”, pelo menos entre os da sua aristocracia, os denominados “Kibutniks”. Documentos liberados pela Inteligência Americana indicam que os Rothschild continuavam a fazer negócios com Hitler durante a II Guerra Mundial e a lucrar com o comércio desses tempos de guerra.”

“… A estrela de seis pontas foi o símbolo que a família Rothschild adoptou para si. Ela era o símbolo de Moloch & Asteroth (Ou Semiramis-Isis & Nemrod-Osiris N.A). Foi esse, também, o mesmo símbolo que os sionistas, patrocinados pelos Rothschild, decidiram incorporar ao seu movimento. Hitler adoptou, também, a estrela de seis pontas como o “símbolo da vergonha”, que os judeus eram obrigados a usar em suas roupas, de forma a serem facilmente identificados em público. Alguns acreditam que todos os judeus forçados a usar o símbolo da estrela de seis pontas, de Moloch & Asteroth, foram, na verdade, imolados em sacrifícios desses falsos deuses.

As crenças dos illuminati rezam que os sacrifícios humanos fazem granjear sólidos poderes espirituais. Dessa forma, um sacrifício de dezenas de milhares de pessoas atenderia, plenamente, aos desígnios do seu credo pagão, resultando em enormes ganhos de poder espiritual, suficientes o bastante para provar as grandes mudanças no mundo que eles estavam empenhados em fazer”.

Em todo solo americano, onde inúmeros judeus tradicionais gozavam de imensa influencia e largo prestigio, o quadro, dantesco para os empobrecidos e pouco instruídos asquenazes, emigrantes do leste, recém-chegados, não era muito distinto do ambiente europeu. Durante muitos anos, “… Radicais judeus, na sua visibilidade e estridência, tornaram-se os catalisadores de um “pavor vermelho” que evoluiu, muito rapidamente, do xenofobismo para o anti-semitismo. Em círculos do governo americano aceitava-se, de forma inquestionável, que o bolchevismo russo era de inspiração e liderança judaicas. Quando se reportavam a Washington, os diplomatas americanos tendiam a se concentrar na proeminência judaica sobre o regime soviético. Em Novembro de 1922, Hugh Gibson, ministro da recém-criada Polonia, assegurava ao Departamento de Estado que “… O regime soviético estava nas mãos de judeus e a opressão judaica”. Na Conferencia de Paris, oficiais do governo americano alertavam Lewis L. Strauss, um assessor de Herbert Hoover (director do FBI), para o “excessivo” papel dos judeus no movimento bolchevique. Woodrow Wilson foi exposto aos mesmos alarmes. Em Maio de 1919, o presidente confidenciara a Louis Marshall que os seus conselheiros avisavam-no, todos os dias, ser o bolchevismo “liderado por judeus”. Na primavera de 1919, durante audiências sobre actividades radicais, no Comité de Justiça do Senado, George S. Simons, superintendente da Igreja Metodista na Rússia e na Finlândia, testemunhou que os judeus eram os mais influentes e perigosos marxistas e que muitos deles eram repatriados do baixo East Side (lado leste, ao sul de Manhattan, New York. N.A). Outras testemunhas deram eco a essas denúncias. William C. Huntington, ex-adido comercial da embaixada dos Estados Unidos em São Petersburgo, insistia em que “… Dois terços dos líderes do movimento (bolchevique) eram judeus russos”. William W. Welsh, um representante do National City Bank em Moscovo, calculava essa proporção em três quartas partes”.

A grande migração judaica para os Estados Unidos havia começado ao final do século XIX, intensificada no começo do Século XX, provocada por factores económicos, especialmente a concorrência estimulada pela grande produtividade e baixos preços de agricultura de alimentos e carnes dos Estados Unidos e da Argentina, em relação à decadência dessas actividades no sul e no leste europeus.

Simultaneamente, o assassinato do czar Alexandre II, em atentado cometido por revolucionários radicais, estimulou a reacção xenofóbica e os pogrom contra os judeus, especialmente nos limites do seu confinamento em guetos, uma vasta área geográfica compreendida em partes da Polonia russa, das comunidades bálticas, da Ucrânia e da Bielorrússia. Medidas retaliatórias contra eles foram deflagradas pelo novo czar, Alexandre III, praticamente condenando cerca de cinco milhões de judeus à pobreza e à mendicância.

O Vilna Journal descrevia, assim, a imensa desgraça:

“… Um judeu, sapateiro, manteve-se vivo, durante semanas, comendo apenas batatas, até ficar perigosamente doente; um outro, tecelão, caiu morto, abraçado ao seu tear; ele tinha morrido de inanição… eles viviam em choças miseráveis, sujas mal ventiladas … Na mesma habitação podiam ser encontradas quatro, cinco ou seis famílias, cada uma delas com sua leva de filhos. Para aumentar a desgraça, não se viam nem camas, nem cadeiras, nem mesas… Todos tinham que se deitar no mesmo chão, infecto e húmido. Carne era um luxo desconhecido, mesmo durante os Sabás. Hoje, pão e água. Amanhã, água e pão. E assim, todos os dias, dia após dia…”

“Nos anos 1890, dezenas de milhares de judeus se curvaram como modo de vida, esmolando para sobreviver.”

Sob essas duríssimas e inaceitáveis circunstancias, não era estranhável, portanto, que um contingente tão significativo de judeus asquenazes houvesse aderido, maciçamente, ao ideal revolucionário socialista e que outros, simplesmente, tentassem o êxodo, em busca de melhor sorte.

Nessa mesma época, entretanto, “… Eminentes financistas judeus de origem russa, como Horace de Gunzberg e Samuel Poliakov, reagiam à tragedia advertindo o seu povo contra a partida impulsiva para o ocidente. E eles avisaram que o governo russo acabaria por considerar a fuga em massa. O judeu era um cidadão da Rússia, insistiam os periódicos Russkii Evrei e Vishkod, por isso estavam moralmente obrigados a ficar e a lutar por igualdade politica. Para os socialistas, a noção de partir representava uma traição ao plano revolucionário”.

A sociedade dos judeus alemães nos Estados Unidos (asquenazim) “… Havia resistido, vigorosamente, à imigração em larga escala dos judeus russos. Na verdade, eles se haviam oposto a ela mesmo durante um influxo, em 1869, posterior a uma grande epidemia de cólera e escassez de géneros alimentícios na Rússia. “Se os orientais tiverem que vir”, sugeriu o rabino Bernhard Felsenthal, “então que sejam dispersos pelos territórios do Oeste, onde eles poderiam ser mais rapidamente americanizados”. Através dos anos 1870, os líderes da B’nai B’rith reclamavam que “… Os judeus russos estão vindo para a América apenas para melhorar as suas possibilidades económicas” e insistiam em que a “Liga de Caridade de New York” se recusasse a ajudar quaisquer imigrantes considerados “não empregáveis”. O “Jewish Messenger” propôs o envio de missionários ao “Grande Gueto Europeu” para “civilizar os judeus russos, em vez de permitir que o seu atraso arruinasse a comunidade judaica americana”.

“Deixemos que aqueles que não possuam uma utilidade específica permaneçam na Europa”, defendia Isaac M. Wise, do “Deborah”, “pois já temos muitos mendigos, vagabundos e vigaristas por aqui”. “E essas pessoas eram totalmente divorciadas (herausgerissen) de todas as formas de civilização moderna.”

A hostilidade intra-étnica nunca tinha sido um elemento incomum na história americana. Imigrantes italianos e irlandeses haviam enfrentado uma fria, às vezes hostil, recepção por parte dos seus conterrâneos já absorvidos. “… E o mesmo ocorreu com os judeus asquenazim nas mãos da comunidade sefaradim. De qualquer forma, os problemas trazidos pela imigração judaica do leste europeu estavam longe de ser considerados triviais. Não foi apenas a sua indigência, a quase mendicância, o que mais preocupou os americanos.

Com a maneira bizarra de vestir, o exótico patuá iídiche, com a sua versão fundamentalista de ortodoxia religiosa, com a evidente falta de intimidade com noções de higiene, os recém-chegados projectavam uma imagem “gauche”, às vezes aterrorizadora, para os seus pares, os judeus ocidentalizados.”

“… O receio de uma inundação desses “rudes asiáticos”, “um vestígio supersticioso da antiguidade”, como o “Milwuakee Zeitgeist”, uma publicação judaica, os descrevia, eram enormes. Avisos periódicos eram expedidos, informando que “… Eles (os judeus-russos imigrantes N.A.) são forasteiros à nossa civilização”; que o povo judeu-americano – nas palavras de Jacob Schiff (o patriarca das finanças) – estava sendo “convocado pela Divina Providencia para montar guarda” e defender a comunidade do assalto furioso do Leste Europeu…

Para August A. Levey, secretário da “HEAS: Hebrew Immigrant Aid Society (Sociedade Hebraica de Ajuda ao Imigrante)” … Só desgraças e um rebaixamento do prestigio com que os israelitas americanos são recebidos …. Pode resultar da residência contínua, entre nós, … desses desgraçados”.

Num editorial publicado em Cincinnati, Ohio, Isaac M. Wise observava:

“… Nós somos americanos, eles não são. Nós somos israelitas  do século XIX, num país livre, enquanto eles roem os ossos dos séculos passados … A boa reputação do judaísmo deverá sofrer, naturalmente, sob o ponto de vista material, que certamente causará uma baixa no nosso status social”.

“… Os governos americano e britânico eram, em tese, simpáticos aos judeus, mas, na prática, estavam aterrorizados quanto à hipótese de que uma política mais favorável a eles pudesse enfurecer Hitler e provocar a sua expulsão maciça, tornando ambos os países, então, moralmente obrigados a absorve-los. Para os nazis , a emigração seria sempre uma das hipóteses para a “solução final” e, embora as evidencias pareçam indicar a maior disposição de Hitler em matar judeus do que em exportá-los, ele seria bem capaz de modificar a sua politica apenas para embaraçar os aliados, se estes lhe fornecessem o devido pretexto.

Goebbels escreveu no seu diário, em 13 de Dezembro de 1942: “Eu acredito que tanto os britânicos quanto os americanos estejam felizes por estarmos exterminando essa escória judaica”.

Isso não era verdade. Mas nenhuma potência estava preparada para aceitar um grande contingente de refugiados.”

“… Já a questão do bombardeio das câmaras de gás fora levantada no começo do verão de 1944, quando a destruição dos judeus húngaros andava a meio. Churchill, particularmente, estava horrorizado e ansioso para agir. A matança, ele registou, “… É, provavelmente, o maior e mais horrendo crime jamais cometido em toda a história mundial”. Por isso, ele instruiu Eden em sete de Julho de 1944: “Tire o máximo da Força Aérea e, se necessário, peça a minha ajuda”. Uma operação nesse sentido era perfeitamente viável. Um complexo de refino de petróleo, distante apenas 47 milhas de Auschwitz, foi atacado nada menos do que dez vezes, entre aquele mesmo  sete de Julho e 20 de Novembro de 1944 (Nesse ponto o holocausto estava terminado e Himmler ordenara a destruição da máquina da morte). Em 20 de Agosto, 127 fortalezas voadoras bombardearam a área fabril de Auschwitz, menos de cinco milhas a leste das câmaras de gás. Não se pode provar que um bombardeio tivesse, seguramente, salvo vidas de judeus. A SS era fanaticamente persistente na tarefa de matá-los, quaisquer que fossem os obstáculos, físicos ou militares. Mas, certamente, teria válido a pena tentar.

Na verdade, em ambos os governos, Churchill era o único defensor da medida.

As forças aéreas desses aliados abominavam operações militares não direccionadas à destruição das forças inimigas ou do potencial da guerra. O Ministério da Guerra (War Department) dos Estados Unidos rejeitou o plano sem mesmo examinar a sua viabilidade.

Aqui vai um áspero e importante ponto. A recusa em dividir forças para uma operação especial de socorro aos judeus estava de acordo com a estratégia geral da guerra. Ambos os governos aliados haviam decidido, com a total concordância das respectivas comunidades judaicas, que a máxima rapidez e a derrota total de Hitler seriam a melhor forma de ajudar aos judeus.

Esta teria sido a única razão para que a enorme e poderosa comunidade judaica dos Estados Unidos tenha dado tão pouca prioridade à questão dos bombardeios. Mas, dado que vencer a guerra era aceito como o objectivo primordial, a solução final tinha que ser apreciada nessa perspectiva.”

Essas tremendas inquietações, intrometidas pela propaganda iluminada sobre a opinião pública norte-americana, geraram terríveis consequências: O temor da infiltração comunista, associada à presença de revolucionários judeus russos; o preconceito contra a pobreza e o atraso; a determinação de abreviar a duração do conflito, terminaram por barrar a emigração asquenazim para os Estados Unidos, impedindo que milhões de vidas pudessem ter sido salvas das garras de Adolf Hitler e dos seus asseclas, adeptos de fórmulas vis, preconceituosas e satânicas de se apreciar e considerar o próximo.

Fortes e abundantes evidências levam-nos a concluir que os mecanismos de deflagração e de condução da II Guerra Mundial foram provocados pela acção de membros e de agentes de organizações secretas e místicas da Alemanha, da Inglaterra e dos Estados Unidos, ligadas aos illuminati e à franco-maçonaria!!!

Por mais difícil que a ideia nos possa parecer, a principio, o facto é que especialistas asseguram haver sido a II Grande Guerra o “resultado de duras disputas entre algumas dessas sociedades secretas, compostos por abastados homens de negócios, levando a tensões internacionais que provocaram uma guerra aberta e franca, de âmbito mundial e a um incrível desperdício de vidas, reflectindo o enorme desprezo aos seres humanos comuns, pelos membros dessas organizações secretárias e elitistas”.

Teria a seguida indiferença (ou intenção velada?) dos líderes mundiais pela sorte dos seis milhões de judeus asquenazes do leste europeu, tão empobrecidos, atrasados e indefesos; dos sete milhões de cristãos ali sacrificados; de outras minorias confinadas (como idosos submetidos a experiencias de eutanásia) e também executadas durante o conflito, influenciado e contaminado, de alguma forma o povo e os militares americanas que combateram na II Guerra Mundial?

Que outras razões poderiam tê-los induzido a se manter sob tamanha inércia, tornando-os tão frequentemente acusados de falta de iniciativa para atacar ou bombardear instalações nazis nos campos de concentração, onde tantos seres humanos estiveram abandonados à própria sorte e à malignidade das terríveis práticas da SS alemã? Este é um dos grandes mistérios pendentes do século XX, ainda a serem desfeitos…

Programas de eugenia e de manipulação genética dos reinos animal e vegetal: de supostas médicas; de interferências químicas e traumáticas nas mentes humanas, hoje de larga aplicação no controlo da essência da vida, na manipulação psicológica da sociedade contemporânea, na sua saúde e alimentação, são todos eles filhos dilectos da parte mais lúgubre, secreta, do que foram, realmente, as experiencias místico-cientificas conduzidas no interior do regime nazi, com amplo e irrestrito apoio da elite iluminada.

Alguns dos seus sucedâneos já conseguem emergir e sobreviver na forma de factos normais, contemporâneos, portanto toleráveis, já que apresentados aos olhos do público de forma totalmente descolada do seu sombrio passado. Adornados por intensa propaganda progressista, que procura mostrá-los como indispensáveis ao desenvolvimento e à evolução da espécie, e incentivados ou propagandeados pelas mesmas mentes que, no passado, fizeram confinar, torturar, exterminar.

As tremendas consequências do lado mais sombrio dessa fase terrível, fúnebre, assassina, como a nítida intenção de combater as duas principais religiões monoteístas ocidentais pelo sacrifício conjunto dos seus fiéis e, em lugar delas, introduzir entre nós o credo pagão, são mantidas em banho-maria, ao largo da verdade, protegidas por puros actos de maldade fratricida, mera loucura de um ditador enlouquecido e a sua trupe de fanáticos, ou simples aversão racial persecutória e assassina.

Mentiras cínicas e deslavadas!

Em respeito e homenagem ao holocausto e à memoria de milhões de vitimas judaico-cristãs desse teatro de horrores, que pretendeu erradicar fundamentos da própria civilização ocidental; das terríveis experiencias sofridas e das dores sentidas nas próprias entranhas, por tantos infelizes; da indescritível carnificina ali produzida, é preciso denunciar, todos os dias existência, que tanto o nazismo quanto o seu demoníaco e incrível esquema secreto de protecção, incentivo e financiamento, foram tudo isso e muito, muitíssimo mais do que se admite e divulga, até hoje.

Em inspiradíssima oração, o escritor judeu Max Dimont joga uma pá de cal sobre o tão penoso assunto, ajudando a sepultar as versões incompletas que os iluminados têm procurado divulgar, com tanta veemência, em benefício exclusivo de sua incolumidade e anonimato:

“… Se nós não enterrarmos esses milhões de mortos com honra, salvaguardando a sua dignidade, dando um significado ao seu sacrifício, então as futuras gerações hão de contemplá-las apenas como os muitos carneiros levados aos altares dos sacrifícios da História: assim como os milhões de esquecidos, assassinados por Atila.

Nós temos que reconhecer o fato que o nazismo não foi apenas anti-semita, mas anti-humano.

Exactamente porque as crenças nazis da superioridade racial na possuíam, na verdade, nenhuma base real, o nazismo foi como um pesadelo que se desdobrava, sem passado e sem futuro, num presente em continuo movimento. E também porque, considerando que nessa óptica nazi ninguém mais, além dos arianos germânicos, estava qualificado para sobreviver, fica muito claro que todos os demais seriam exterminados.

A gélida realidade é que quando os russos invadiram os campos de concentração na Polonia encontraram cristais de Zyklon B (fabricados e fornecidos pelo cartel I.G Farben, da “elite iluminada americano-europeia”. N.A) suficientes para matar mais vinte milhões de pessoas, embora não existissem mais do que três milhões de judeus, ainda vivos, em toda a Europa. Certamente, por isso, a proporção nos assassinatos em massa já não era mais de 1,4 cristão morto por cada judeu, mas de 5,3 cristãos executados por judeu morto!

E os planos futuros dos nazis previam o assassinato de dez milhões de pessoas não germânicas a cada ano!

O mundo talvez venha a descrer disso, da mesma forma que, certa feita, recusou-se a acreditar nas câmaras de gás e nos campos da morte!

A imaginação do restante mundo ocidental não pode compreender e aceitar conceitos, assim, tão anti-humanos, porque as mentes ocidentais sempre estiveram imbuídas do humanismo judaico-cristão e preocupadas com os seus valores espirituais, enquanto na Alemanha esses conceitos e sentimentos já haviam sido expurgados pelos nazis.

Se o leitor cristão considerar o que aconteceu na Alemanha como algo que afectou apenas alguns milhões de judeus, ele não estará, tão somente, demonstrando o seu desprezo pelos sete milhões de cristãos assassinados pelos nazis, mas, também, estará traindo a sua herança cristã.

E, se o leitor judeu se esquecer dos sete milhões de cristãos mortos pelos nazis, então ele não terá deixado, somente, que cinco milhões de judeus tenham morrido em vão, mas terá traído a sua herança judaica de compaixão e justiça.

E isso não é mais, apenas, uma questão relativa à sobrevivência dos judeus. “É uma questão concernente à sobrevivência de toda a espécie humana.”

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