Excertos do capitulo 8 do livro “Guia da Conspiração Global” de David Icke (págs. 248-253)

A Isenção de Impostos dos Valentões

Outra rede que se liga com a cabala da Távola Redonda, são as chamadas fundações isentas de impostos e podemos ter reparado em algumas neste capítulo, que financiaram as organizações da Távola Redonda. Nos Estados Unidos incluem a Fundação Rockefeller, a Fundação Ford, a Carnegie Endowment for International Peace, entre outras. Estas têm o poder de avançar com o domínio global através da doação de dinheiro livre de impostos das famílias de elite e companhias, para causas que servem as suas ambições. E têm os seus equivalentes noutros países. O financiamento inicial da Comissão Trilateral veio de David Rockefeller, da Fundação Ford, da Fundação Kettering, da Lilly Endowment do Fundo dos Irmãos Rockefeller e da Fundação Thyssen. É uma história semelhante para todas as organizações da Távola Redonda. Entre os participantes da primeira reunião do Grupo Bilderberg em 1954, estava David Rockefeller, do Conselho de Relações Internacionais e da Fundação Rockefeller; Dean Rusk, um membro do Conselho de Relações Internacionais, Rhodes um erudito e líder da Fundação Rockefeller e Joseph E. Johnson, do Conselho de Relações Internacionais, que foi líder da Carnegie Endowment for International Peace. Enquanto as pessoas pagam impostos para financiar o pesadelo Orwelliano através do governo, estas fundações fornecem isenção de impostos às famílias de elite e companhias, para que financiem o estado fascista a partir dos seus extraordinários lucros anuais. Também estabeleceu o seguinte:

  • As maiores fundações estão interligadas e trabalham para uma política comum.
  • Tomam conta da ciência social nos Estados Unidos e acabam com os cientistas sociais que discordam com os seus planos
  • A investigação patrocinada pelas fundações está quase sempre inclinada para as conclusões que os financiadores exigem.
  • Àquelas instituições educacionais que se negam a aceitar, é negada uma concessão.
  • A escrita da História está a ser financiada por estas fundações para que o público desconheça a verdade.

 

Existem milhares de fundações isentas de impostos (conhecidas como caridades ou fundações de caridade em Inglaterra), e nem todas estão lá para manipular. No entanto, as grandes é o que estão a fazer e falamos de extraordinárias quantias de dinheiro. A maior, actualmente, é a Fundação de Bill e Melinda Gates, que por si só tem um rendimento de 27 mil milhões de dólares e investiu fortemente em programas de vacinação. A segunda maior é o Howard Hughes Medical Institute (11 mil milhões). Em Inglaterra, existe o British Wellcome Trust, que esteve ligado à indústria farmacêutica, Burroughs Wellcome, agora absorvida pela terrivel GlaxoSmithKline. Algumas fundações são criadas com as melhores intenções, mas as mais importantes estão a utilizar a isenção de impostos para enviar o dinheiro das companhias para pesquisas, concessões e programas que apoiam os objectivos dos répteis híbridos. A investigação do Comité Reece descobriu que a Fundação Ford deu um milhão de dólares ao Conselho de Relações Internacionais, um dos maiores grupos nos Estados Unidos, por detrás da manipulação do estado global centralizado. O investigador chefe de Reece, Norman Dodd, afirmou que o presidente da Fundação Ford naquela altura, H. Rowan Gaither, lhe disse que operava sob directivas da Casa Branca. Ou, citando-o directamente:

“Sr. Dodd, estamos aqui para operar com resposta a directivas semelhantes, a sua substância é que devemos usar o nosso poder para alterar a vida nos Estados Unidos, que pode confortavelmente ser fundida com a União Sovietica”.

Esta politica tem continuado desde aí e Norman Dodd também estabeleceu que a Carnegie Endowment for International Peace era dedicada à planificação de uma guerra. Às organizações de Illuminati são dados nomes que descrevem o oposto daquilo que querem fazer: Dodd disse que numa reunião com os depositários da Carnegie, a questão foi levantada: “Existe algum meio, mais eficaz, conhecido pelo Homem, do que a guerra, quando se querem alterar as vidas de um povo inteiro?” Decidiu-se que não e então a pergunta seguinte foi: “Como é que envolvemos os Estados Unidos nesta guerra”?, neste caso, a I guerra mundial. O relatório de Norman Dodd continuou:

E depois colocaram a questão: “Como é que controlamos a maquinaria diplomática dos Estados Unidos”? E a resposta foi: “Temos de controlar o Departamento de Estado”. Nesta altura chegamos ao que já descobrimos… que através de uma agência criada pelo Carnegie Endowment, todas as nomeações importantes do Departamento de Estado foram esclarecidas.

Finalmente estávamos numa guerra. Estes depositários tiveram a falta de sensibilidade de se congratular pela sabedoria da sua decisão original, porque o impacto da guerra já tinha indicado que conseguiria e alteraria a vida deste país. Esta foi a data da nossa entrada na guerra, estavamos envolvidos. Até tiveram a coragem de enviar um telegrama ao Presidente americano, Sr. Wilson, alertando-o de que a guerra não terminaria tão depressa.

Dodd disse que a sua colega, Kathryn Casey, encontrou algumas minutas para lidar com o trabalho da Carnegie Endowment de modo a evitar que a vida americana voltasse ao seu estado pré-guerra. Mudando o modo como as pessoas viviam e pensavam, era, afinal, um importante ponto da guerra. Dodd relatou:

“… Chegaram a conclusão de que para prevenir uma reversão, têm de controlar a educação. E então foram ter com a Fundação Rockefeller e disseram: “aceitam a aquisição do controlo da educação, já que envolve assuntos que são domésticos, no seu significado?” E concordaram. Então decidiram conjuntamente de que a chave estava no ensino da História Americana e teriam de a mudar. Então, aproximaram-se daqueles a que chamaríamos os mais proeminentes historiadores americanos naquela altura, com a ideia de os levar a alterar o modo como abordavam o assunto”.

Dodd disse que o grupo de Carnegie foi ter com os mais importantes professores da História Americana do país, mas a sua proposta foi recusada. Em vez disso, decidiram eles “construir o nosso próprio grupo estável de historiadores”. Foram à Fundação Guggenheim, que era especializada em bolsas de estudo e chegaram a um acordo. As bolsas seriam concedidas às pessoas escolhidas pela Endowment que estavam a tirar doutoramentos em História Americana. Reuniram vinte pessoas, que foram levadas até Londres, onde lhes foi apresentado o que se esperava delas. Notem que nem foi em Washington, foi em Londres, o maior centro operacional Illuminatti. Este grupo tornou-se o núcleo da Associação de História Americana. Por volta do final dos anos 20, a Endowment deu 400.000 dólares à Associação de História Americana para um estudo de História que apontava para onde o país deveria ir no futuro. Um estudo de sete volumes foi produzido e concluiu que o futuro da América pertencia ao colectivismo, a centralização de poder. Estas fundações como a Carnegie Endowment, outrora liderada pelo espião soviético, Alger Hiss, ligam-se à rede da Távola Redonda e a outros da rede de Illuminati.

A assistente de Norman Dodd, Kathryn Casey, tinha começado a sua investigação relutantemente, dizendo que as fundações estavam a fazer um bom trabalho, mas também ficou chocada quando descobriu que nunca mais pôde voltar a praticar direito. Dodd disse que eventualmente, ela perdeu o juízo por causa disso. Obviamente estas descobertas e provas eram tão devastadoras que teriam de ser esmagadas pela rede que estavam a expor. O secretismo é sempre o seu ingrediente mais essencial. A pressão foi aplicada a partir de todos os ângulos para fechar as audiências, incluindo, como sempre, afirmações de que a investigação era culpada de anti-semitismo. Samuel Johnson disse que o patriotismo é o último refúgio dos sem-vergonha, mas acho que o abuso do anti-semitismo dos que estão ligados a investigações legítimas tem de acabar. O que estou a descrever não é o sumário de um qualquer período histórico que passou. É o que está a acontecer em larga escala, actualmente, em todo o mundo. O que Dodd descobriu nunca parou, apenas se expandiu. Quando vemos peritos da imprensa é válido questionar: “De onde são eles? Quem os está a financiar? Estão a tentar vender o propósito do controlo de centralização”? Se são financiados por estas fundações, então, a resposta é invariavelmente “sim”.

 

Um Homem de Confiança

Uma das fundações de mais elevado perfil de hoje é liderada pelo antigo presidente americano, Bill Clinton. Ele diz que criou a Fundação Clinton porque queria ajudar as pessoas boas a fazer a diferença e não queria que ninguém morresse antes do seu tempo. Bem, este é certamente um território novo para ele e para a sua mulher de conveniência, dado o número de mortos da sua vigília em Arkansas e Washington. Clinton está obcecado por muitas coisas: sexo, cocaína e toda a corrupção que lhe traga dinheiro. Mas querer que as pessoas não morram antes do seu tempo ou permitir que pessoas boas façam a diferença? Desculpa, mas estas eu passo, Bill. Foi anunciado que a Fundação Clinton tinha conseguido um negocio para fornecer testes gratuitos ao HIV e tratamento em países em desenvolvimento. As pessoas pensariam que foi uma conquista digna, velho Bill. No entanto, há um pouco mais a saber… Clinton é uma marioneta voluntária e para toda a vida, dos Illuminati, que está por detrás da praga do HIV em locais como África. Faz parte do seu plano diminuir o número de populações de raças menores, como tenho vindo a sublinhar nos meus livros. Porque raio é que este apoiante dos Illuminatti quereria fazer o contrário? É um esquema, porque com Clinton, existe sempre um esquema. O que quer que seja, podemos ter a certeza que não é para ajudar as pessoas com HIV.

O tipo passou a sua carreira politica inteira a tentar parar as pessoas boas de fazer a diferença e milhões de pessoas partiram deste mundo, por causa das consequências das suas acções. As sanções de Clinton/Blair contra o Iraque em 1990 causaram a morte de mais de meio milhão de crianças (estimativa pelo mínimo), de acordo com organizações das Nações Unidas. Qual a razão da alteração de comportamento deste homem, em quem eu votaria, juntamente com Bush e Blair, se houvesse um campeonato de mentiras a nível interplanetário? Não houve qualquer transformação e isto tem de ser dito. A sua filantrópica Fundação William J. Clinton, é apenas a última fraude de uma carreira construída pela falsa compaixão. Clinton e o antigo primeiro ministro britânico, Tony “fingido” Blair, emergiram do mesmo molde, ou ovo réptil, e não admira que se tenham dado tão bem e tenham liderado as sanções/chacina do Iraque, com tanto gosto. Clinton não é um líder na hierarquia dos Illuminati, é um seguidor. Faz o que lhe é dito para fazer e colhe os benefícios dessa obediência. Clinton está a tirar o lugar a Mikhail Gorbachev, o homem que supervisionou a separação da União Soviética, de acordo com a escala de tempo dos Illuminati para absorver as colónias russas na NATO e na União Europeia. Quando serviu os seus mestres, estes deram-lhe a Fundação Mikhail Gorbachev, também chamada Fundação Internacional Não Governamental de Estudos Socioeconómicos e Políticos. Refere-se, noutra linguagem, à “Campanha para a Fundação de um Governo Mundial”. A Fundação Clinton é basicamente Gorbachev Mark II. Com o antigo líder soviético a cair da Lista A, dá um passo em frente Bill, “estou aqui, onde está a câmara”? Clinton agarra na batuta do maestro. O mesmo jogo, um nome diferente.

Dizem que se conhece um homem pela companhia que gere e Clinton certamente mantém companhias muito desagradáveis (CRI, Comissão Trilateral, Grupo Bilderberg e muitas outras sociedades secretas de elite). É subordinado na hierarquia, que se seguiu a George Bush pai. Os leitores dos meus livros irão relembrar como foi para eles engraçado ter escravos (com a mente controlada), no caso de Clinton, mulheres, no de Bush, crianças. Agora aparecem em cenas de desastres como o tsunami na Ásia, representando a necessidade de compaixão e apoio. As quantias que a Fundação de Clinton reuniu para ajudar os pobres e necessitados, são oferecidas pelas mesmas pessoas que perseguem as políticas que causaram a devastação nos países em desenvolvimento e que Clinton diz estarem desejosas de ajudar. Pessoas como Tony Blair; a Secretária de Estado Condoleezza Rice; Paul Wolfowitz um “arquitecto” da invasão ao Iraque; Madeleine Albright, a Secretária de Estado de Clinton e impulsionadora das sanções ao Iraque; Al Gore, seu antigo representante; e a história de Hillary “o que é que tenho de dizer para ganhar”? Rodham-Clinton. Com eles está uma longa lista de industriais e financeiros, incluindo George Soros: “tenho tanta compaixão e faço tanto dinheiro com os mercados que matam os milhões de pessoas pelas quais tenho compaixão”. Pelo amor de Deus, até Rupert Murdoch ficou de fora, um homem que não se iria com certeza cansar devido a tanta compaixão, dado que ele não tinha nenhuma. Que piada esta. As finanças nunca são um problema quando se serve o Dragão e entre os subscritores de Clinton, está a Fundação Rockefeller, a Hewlett-Packard, a Goldman Sachs e o Citigroup, juntamente com o apoio da Microsoft, da Yahoo, da Google e da Starbucks. Faz o que te mandamos, Bill e dinheiro não é problema. Um dos maiores bens de Clinton é vender a mentira e o Bill “boa pessoa” é realmente um amigo de Hollywood. Os chamados “esquerdistas de Tinsel Town” como Leonardo DiCaprio, Barbra Streisand, Mick Jagger, Angelina Jolie, Brad Pitt e Oprah Winfrey apoiam alegremente o seu rei, Clinton, o Vigarista e a sua Rainha, Hillary, a Maliciosa (mais tarde ecliprada pelo fraude Obama). Estes caluniadores como Tina Brown do The Washington Post, que de alguma forma vê a substância na vergonha. Ela escreveu numa das suas piadas acerca da Fundação de Clinton:

O olhar de Clinton é actualmente forçado, de conhecimento ponderado. É o olhar da sabedoria politica e é exercido sobre a multidão que saiu da sua conferência, com algo parecido com serenidade.

É o olhar de um vigarista, Tina, o único olhar que ele tem.

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