Excertos do capitulo 8 do livro “Guia da Conspiração Global” de David Icke (págs. 243-246)

Royal Institute of International Affairs (Gabinete Real dos Negócios Estrangeiros)

O Royal Institute of International Affairs (RIIA), sediado em Londres, também conhecido como Casa Chatham, tem a sua própria rede no mundo e forneceu o esquema ao Conselho de Relações Internacionais e à Comissão Trilateral dos Estados Unidos. Todos se apresentam como “fontes de pensamento”, fóruns falantes e veículos para o debate. O que na verdade querem, é manipular as pessoas, as políticas e acontecimentos, com o objectivo de dominar e controlar o mundo. A elite da Távola Redonda encontrou-se na Conferencia de Paz de Versalhes em Paris, em 1919 e concordou formar o RIIA no ano seguinte. Actualmente o RIIA, tem como líder a Rainha e tem um enorme efeito na politica inglesa e global, embora provavelmente se ria da mera sugestão. Todas estas organizações têm a resposta “Quem, eu?” para tais afirmações. O RIIA é altamente secreto e não deixará sair pormenores como este, acerca dos membros em cargos elevado poder. Quando liguei ao Gabinete Inglês e ao Gabinete das Sombras em 1990 a solicitar uma lista de membros, foi-me dito pela secretária que os nomes dos membros não iria nunca ser revelado. Para se juntar ao grupo, tem de ser nomeado por dois membros que o conheçam bem e mesmo assim terá de passar por um procedimento de selecção. É assim que também os Maçons o fazem, obviamente. O instituto é financiado pelas maiores companhias globais e bancos e recebeu o financiamento de impostos do British Foreign and Commonwealth Office, do Ministro da Defesa, do Cabinet Office, da Tesouraria, do Departamento do Ambiente, do Departamento dos Negócios e Indústria, da Alfândega e dos Impostos da embaixada americana. É utilizado como um fórum privado para a elite, para que esta venda o seu propósito da globalização aos seus convidados e àqueles que têm influência na imprensa, na política, na educação e no comércio. É um lobby e também um meio exterior à máquina do governo oficial, através do qual se negoceia e se organizam acontecimentos sem o conhecimento quer do público, quer dos parlamentos eleitos. No entanto, é mais do que isso. É um pivot poderoso na rede do governo secreto, com estreitas ligações à Familia Real e aos Serviços Secretos ingleses. Novamente, a maioria das pessoas envolvidas com o RIIA, não se apercebem de como está a ser utilizado.

Conselho de Relações Internacionais

Desde que se formou o Conselho de Relações Internacionais (CRI), que quase todos os presidentes dos Estados Unidos, têm sido membros e todos os governos, seja qual for o partido, estão repletos de membros do CRI e do seu irmão de sangue, a Comissão Trilateral, que foi criada em 1973. Os seus membros estendem-se não só ao governo, mas também a bancos, corporações, imprensa, agências de serviços secretos, como a CIA, e ao exército. Foi o CRI, coordenado pela rede da Távola Redonda, que criou as Nações Unidas, a Casa de Tróia dos répteis para o governo mundial. Tentaram anteriormente com a Liga das Nações após a I Guerra Mundial, mas não resultou. E então ofereceram às pessoas outra guerra, para fazer com que os dissidentes se submetessem às suas exigências. Em 1945 o mundo estava compreensivelmente doente e cansado da guerra e a mente pública estava aberta a qualquer coisa que evitasse mais chacina de pessoas, conforme planeado. A Carta das Nações Unidas foi oficialmente aceite pelos representantes de cinquenta países numa reunião em São Francisco no dia 26 de Junho de 1945, mas esse foi apenas o culminar público dos anos por detrás das cenas, do manipulador Conselho de Relações Internacionais, que controlava a administração do presidente Franklin D. Roosevelt. O escritor James Perloff, revelou o passado das Nações Unidas no seu livro de 1988, As Sombras do Poder: O Conselho de Relações Internacionais e o Declínio da América:

Em Janeiro de 1943, o Secretário de Estado, Cordell Hull, formou um comité de direcção, composto por ele, por Leo Pasvolsky, Isaiah Bowman, Summer Welles, Norman Davis e Morton Taylor. Todos estes homens, com excepção de Hull eram do CRI. Mais tarde conhecido como o Grupo Informal da Agenda (Informal Agenda Group), delineou a proposta original das Nações Unidas. Foi Bowman, um fundador da CRI… que inicialmente falou neste conceito. Chamaram três advogados, todos os homens do CRI, que decidiram que era constitucional. Depois discutiram-no com Franklin D. Roosevelt no dia 15 de Junho de 1944. O presidente aprovou o plano e anuncio-o ao público no mesmo dia.

A delegação dos Estados Unidos, na reunião que fundou a organização em São Francisco, era como uma lista de presenças do CRI. Incluía Isaiah Bowman, Hamilton Fish Armstrong, Sumner Welles, Norman H. Davis, James T. Shotwell e Leo Paslovsky (nascido na Russia). Eram todos membros do CRI, que serviram durante a guerra, no Advisory Committee de Roosevelt, nas Politicas Estrangeiras Pós-Guerra. A delegação dos Estados Unidos também incluía: John J. McCloy (Presidente do CRI de 1953 a 1970), Presidente da fundação Ford dos Illuminati e o Banco Chase de Manhattan dos Rockefeller, amigo e conselheiro de nove presidentes, de Roosevelt a Reagan; John Foste Dulles (apoiante de Hitler, fundador do CRI e pouco depois, Secretário de Estado); Nelson Rockefeller (manipulador, quatro vezes Governador de Nova Iorque e Vice-Presidente do Presidente Gerald Ford, após Kissinger ter organizado o escândalo Watergate, para remover Richard Nixon). Ao todo estavam 74 membros na delegação e este era o veículo através do qual se conseguiu obter as Nações Unidas. John J. McCloy tipificava os manipuladores que criaram as Nações Unidas. Era um conselheiro financeiro do governo italiano fascista de Benito Mussolini e desempenhou um papel importante na Alemanha Nazi para o banco Harriman / Bush que financiava Hitler. McCloy sentou-se na cabine privada de Hitler em 1936, nos jogos Olímpicos na Alemanha, a convite de Rudolf Hess e Hermann Goring. McCloy também era membro do Comité de Direcção do Grupo Bilderberg. Este é o tipo de gente por detrás do CRI, que dirige a política americana, seja qual for o partido que está no poder. Como John J. McCloy uma vez afirmou: “sempre que precisámos de um homem (para uma posição governamental), analisamos a lista de membros do conselho e fizemos um pedido a Nova Iorque” (a sede do CRI em Harold Pratt House, 58 east 68th Street). A neta do antigo presidente Theodore Roosevelt, a colunista Edith Kermit Roosevelt, resumiu o chamado Estabelecimento de Leste, que trabalhava através do CRI:

“Qual é o ponto de vista do estabelecimento? Através das administrações de Roosevelt, Truman, Eisenhower e Kennedy, a sua ideologia é constante: que o melhor modo de combater o comunismo é através de um Estado único Mundial Socialista, governado por peritos como eles. O resultado são políticas que favorecem o crescimento de um super estado, que gradualmente se rende à soberania americana…”

É precisamente este o plano de há muito, mas a afirmação de que foi criado para combater o comunismo, é um disparate. Para os répteis híbridos no poder, não existem países ou estados. Apenas existem unidades de manipulação e as suas famílias na Rússia estão a trabalhar para o mesmo fim que as dos Estados Unidos, Inglaterra ou outro lugar qualquer. Sim, lutam contra eles próprios porque são os malucos do poder, mas a sua elite governante, acaba com essa luta, caso comece a ameaçar os resultados. Putin na Rússia e Bush ou Hilary Clinton nos Estados Unidos são expressões diferentes da mesma família e as interacções oficiais entre estes líderes mundiais são apenas a cena de um filme para puro consumo público. A Rússia e a China são feudos dos répteis híbridos, tal como a Europa e os Estados Unidos. Esta é uma explicação porque é que os americanos financiariam a Revolução Russa que trouxe os comunistas para o poder e os nazis, que trouxeram os fascistas para o poder. Termos como Comunismo e Fascismo são novamente duas asas do mesmo avião, controlados pelas mesmas pessoas. O Secretário Geral da conferencia de inauguração das Nações Unidas em São Francisco, era o oficial do Departamento de Estado e membro do CRI, Alger Hiss, que foi mais tarde exposto como agente secreto empregado pela União Sovietica. Hiss foi secretário executivo da Conferencia de Dumbarton Oaks em 1944, onde trabalhou com Vyacheslav Molotov, o homem de Estaline, nos detalhes da Carta das Nações Unidas. Foi descrito pelo Presidente Roosevelt como especialista de topo, da organização internacional na Conferencia de Yalta na Crimeia, em Fevereiro de 1945, a que também foram Churchill e Estaline. Após se conseguir a criação das Nações Unidas, Hiss tornou-se Presidente da Carnegie Endowment for International Peace, tendo sido nomeado por John Foster Dulles, que ignorou a informação sobre a espionagem de Hiss, quando lhe contaram em 1946. Mais tarde, Hiss foi exposto e passou quarenta e quatro meses na prisão, mas este tipo de pessoas não são agentes soviéticos ou americanos, são agentes illuminati.

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