Excertos do capitulo 8 do livro “Guia da Conspiração Global” de David Icke (págs. 237-243)

Capitulo 8

O Nexo da Távola Redonda

O secretismo é a melhor arma da ditadura, mas a melhor arma de uma democracia é a da abertura.

Niels Bohr

À parte da aranha, está uma rede de organizações que responde à sociedade secreta da Távola Redonda, que mencionei anteriormente. A Távola Redonda era uma força manipuladora por detrás da Declaração de Balfour sobre uma pátria judaica em Israel e tem estado envolvida em muitos outros acontecimentos que mudaram o mundo, incluindo as duas guerras mundiais, a Conferencia de Paz de Versalhes e a criação da Liga das Nações, das Nações Unidas e da União Europeia.

A rede da Távola Redonda opera como uma ponte entre os níveis internos e externos da estrutura dos Illuminati. Muitas das organizações que lhe estão associadas apresentam uma face pública e, mais uma vez, a maioria dos seus membros terá muito pouco conhecimento acerca do que realmente está a acontecer. Os grupos da Távola Redonda incluem o Royal Institute of International Affairs (Inglaterra), o Grupo Bilderberg (principalmente na Europa e nos Estados Unidos), o Conselho de Relações Internacionais (Estados Unidos), a Comissão Trilateral (Estados Unidos, Europa e a nível mundial) e outros, incluindo o Clube de Roma, que opera globalmente. Encobrem-no ao afirmar que são apenas “fontes” de pensamento que permitem às figuras de poder da política, dos negócios, da banca, do exército, da realeza e da imprensa, que se encontrem e discutam os assuntos mundiais. São, na verdade, veículos para a coordenação do plano dos répteis híbridos da criação de um governo mundial, de um banco central, de um exército e de uma moeda mundial e de uma população “micro-chipada”, ligada ao computador global.

A rede da Távola Redonda, com outras da teia dos Illuminatti, estabeleceram a Liga das Nações, as Nações Unidas, e União Europeia, o Fundo Monetário Internacional e a Organização Mundial de Negócios (World Trade Organization) para dar avanço àquilo a que chamamos globalização, ou seja, a ditadura mundial sob outro nome. Carroll Quigley, um professor da Universidade de Georgetown (controlada pelos Jesuítas), era um membro a quem foi dado acesso a documentos secretos sobre a conspiração da Távola Redonda. Quigley, que deu aulas a Bill Clinton em Georgetown, quebrou o silêncio e revelou com grande pormenor, o que estava a acontecer por detrás dos acontecimentos nos primeiros cinquenta anos do século XX. Afirmou que a Távola Redonda ditou a politica britânica na Irlanda, na Palestina e na India, de 1917 até 1945 e controlou em larga escala, as fontes e a escrita da História do Império Britânico e Politica estrangeira, desde a Guerra Boer, que teve inicio em 1880. Reescrever a história é uma parte vital da estratégia dos répteis híbridos porque o modo como se entende a História, afecta o modo como vemos o mundo e nos vemos uns aos outros actualmente. Quigley disse o seguinte acerca da Távola Redonda ou do Grupo Milner, como lhe chama no seu livro The Anglo-American Establishment (O Estabelecimento Anglo-Americano):

“O cenário é terrível porque tal poder, seja para que objectivos se volte, é demasiado para ser confiado a um grupo… nenhum país que valorize a sua segurança deverá permitir o que o Grupo Milner atingiu, ou seja, que um número de homens pudesse ser capaz de possuir tal poder sobre a administração e a política, que lhes fosse fornecido o total controlo da publicação de documentos relativos às suas acções, de ser capaz de exercer tal influência sobre as avenidas da informação que criam a opinião pública e de poder monopolizar a escrita e o ensino da História do seu período por completo.”

Também seria sóbrio pensar que embora a Távola Redonda se dirigisse às políticas do país e do império mais poderoso da altura, as pessoas não sabiam da existência dessa organização, fossem qual fossem as suas acções. O arquitecto oficial da Távola Redonda no final do século XIX era Cecil John Rhodes. Era um agente dos Rothschild que devastou a África do Sul com guerra e pobreza e tornou a região num estado de escravos sob o controlo do Império Britânico (Rothschild). Também se propôs destruir os detentores do conhecimento antigo, “para ordenhar as mentes dos xamãs e depois matá-los”, como afirma Credo Mutwa. Então Rhodes e os seus amigos répteis híbridos impuseram a tirania da Cristandade, a versão literal da sua religião da Babilonia, ao povo nativo. Ainda controla elevados números de nativos. Rhodes explorou as fontes de diamantes de ouro na África do Sul através do povo indígena e descobriu o diamante gigante, De Beers, para os Rothschild. O seu estado mental era captado quando olhava para o céu e dizia: “Todas estas estrelas… estes vastos mundos ainda estão fora do nosso alcance. Se eu pudesse, anexava outros planetas”. Este é o arquétipo de um réptil. O seu programa informático baseia-se no desejo de controlar tudo e todos. O memorial em homenagem a Rhodes na cidade do Cabo, África do Sul, é dominado pelo símbolo dos Illuminatti, o leão e está localizado nas inclinações de um sítio chamado o Pico do Diabo. A sincronização não é maravilhosa?

Rhodes e outros, concordaram formar uma sociedade secreta que se tornou a Távola Redonda, numa reunião em 1891. Entre eles estava o Lord Esher, um amigo, confidente e conselheiro da Rainha Victoria, do Rei Edward VII e do Rei pelo menos, dois níveis. Um era o círculo interno, a Sociedade dos Escolhidos (que tinha o conhecimento) e o círculo externo, que se chamava Associação dos Ajudantes (que não tinha o mesmo conhecimento). Esta é a técnica familiar em que se usa um grupo de pessoas inocentes para esconder e defender, através da falta de conhecimento, a organização que pensam compreender, mas que não compreendem de todo. Rhodes deixou uma série de testamentos quando morreu em 1902 para financiar a criação de uma sociedade secreta, baseada novamente na Ordem Jesuíta e colocar o mundo sob a liderança britânica. Os testamentos também financiaram as Bolsas de Rhodes através das quais, homens cuidadosamente escolhidos, e mais tarde mulheres, seriam enviados para a Universidade de Oxford, para que lhes fosse ensinada a filosofia da dominação britânica (Illuminati). Bill Clinton era um aluno de Rhodes e lembremo-nos de como os métodos de Adam Weishaupt, o iluminado da Bavária, era dar bolsas aos escolhidos pelos Illuminati, como potenciais agentes no futuro. O banqueiro Rothschild, Alfred Milner, tornou-se líder do grupo de Rhodes que, a seu tempo, se tornou a Távola Redonda. Criou um ramo nos Estados Unidos com os membros liderantes das famílias répteis híbridos americanos. Foi nos Estados Unidos que os blocos de poder controlariam a política, a economia e a indústria de comunicações, estavam a ser construídos, no início do século XX. Estas eram as organizações e os negócios do “Estabelecimento do Leste”, que trabalhavam com os membros ingleses e europeus da Távola Redonda expandiu-se e incluiu o Royal Institute of Foreign Affairs de Londres, ou Chatham House (1920); o Conselho de Relações Internacionais (1921); o grupo Bilderberg (1954); a Comissão Trilateral (1973) e por aí em diante. Estes grupos envolviam nomes de líderes políticos, da imprensa, dos negócios, da banca e do exército, que podem ser coordenados (nos seus pensamentos e acções), pela central Távola Redonda. Muitos dos membros não se apercebem de como foram moldados para apoiar o plano.

O Grupo Bilderberg

A criação do Grupo Bilderberg e da União Europeia estão ligados através de um homem em particular, o socialista polaco, Joseph Retinger, um dos fundadores do Movimento Europeu. Foi Retinger e o Principe réptil, Bernhard, da Holanda, que sugeriram as reuniões regulares dos ministros estrangeiros europeus. Destas reuniões saiu a união alfandegária, conhecida como Benelux (Bélgica, Holanda e Luxemburgo), um percursor da União Europeia, sobre o qual irei falar mais pormenorizadamente num capítulo mais adiante. Apropriadamente, foi num discurso em Chatham House ou Royal Institute of International Affairs, que Retinger mostrou a sua visão de uma Europa na qual os países abandonariam parte da sua soberania. Ele devia ter contado tudo, porque essa é a ideia. Em Londres, encontrou-se com Averell Harriman, o Embaixador americano de Inglaterra, um grande manipulador e iniciado na Skull and Bones. Veio da mesma família Harriman, tão ligada ao clã Bush, assim como ao financiamento de Hitler; era uma das forças mais proeminentes por detrás da eugenia, ou do movimento da “raça pura”. Averell Harriman organizou a visita de Retinger aos Estados Unidos onde, segundo as suas próprias palavras, apreciou a aprovação dos seus planos por parte de Russel C. Leffingwell, parceiro sénior do banco J.P Morgan (Rothschild) e oficial do Conselho de Relações Internacionais (CRI) e Sir William Wiseman, parceiro do banco dos Rothschild, Kuhn, Loeb and company, chefiado por Jacob Schiff. Foi Schiff quem financiou a Revolução Russa, criou a Reserva Federal dos Estados Unidos com o agente dos Rothschild, Paul Warburg, e estabeleceu a Liga da Anti-Difamação. Outros apoiantes americanos dos planos de Retinger, incluíam George Franklin, o director executivo das Relações internacionais de 1953 até 1971 e parente da família Rothschild e John Foster Dulles, o Secretário de Estado Americano, após a II Guerra Mundial, quando o seu irmão Allen Dulles foi o primeiro líder civil da CIA. Os irmãos Dulles, tal como os Rockefeller, Harriman e Bush, tinham sido apoiantes de Hitler. Retinger formou o Comité Americano numa Europa Unida com Allen Dulles e William Donovan, o Cavaleiro de Malta e líder do predecessor da CIA, a Agência de Serviços Estratégicos ou OSS (Office of Strategic Services).

Destas e de outras discussões, saiu um grupo de lideres e conselheiros políticos, donos da imprensa e executivos, executivos de companhias multinacionais e bancárias, lideres do exército e educacionistas, que se reuniram para decidir a politica global e económica. Ficaria conhecido como o Grupo Bilderberg, por causa do Hotel Bilderberg em Oosterbeek na Holanda, onde teve lugar a primeira reunião entre 29 e 31 de Maio de 1954. Os Rothschilds estavam no centro da constituição do Grupo Bilderberg, assim como outras pessoas como Retinger, o Principe Bernhard da Holanda, Paul Rykens (presidente da Unilever, cadeia gigante de sabonetes e alimentação) e Averell Harriman.

O Principe Bernhard, amigo íntimo do Principe Philip, um réptil hibrido, era um antigo agente nazi das SS e espião que trabalhou para o gigante dos químicos, I.G. Farben, um dos pilares do regime nazi, que dirigia o campo de concentração de Auschwitz. Bernhard nasceu em 1911 com o príncipe alemão Lupp-Biesterfeld e casou com a princesa Juliana da Holanda em 1937. O homem que convenceu Bernhard a liderar os Bilderbergers, foi o manipulador Lord Victor Rothschild. Bernhard permaneceu líder do Grupo Bilderberg desde 1954 até que renunciou em 1976 após ter sido implicado no escândalo de suborno de Lockheed, mas a realeza holandesa continuou a estar presente em todas as reuniões. Outros presidentes de Bilderberg incluíram Sir Alec Douglas Home ou o Lord Home, o antigo Primeiro-Ministro britânico, que era secretário dos negócios estrangeiros de Ted Heath (Bilderberg), quando a Inglaterra deu entrada na União Europeia. Um dos mais importantes lideres foi Lord Carrington, o Secretário dos Negocios Estrangeiros de Margaret Thatcher, Secretária Geral da NATO e presidente do Royal Institute of International Affairs. Peter Rupert Carrington, um Cavaleiro de São João de Jerusalém (os cavaleiros de malta protestantes), veio de uma família de banqueiros que era próxima dos Rothschild. No seu livro, Os Rothschild ingleses, Richard Davis relata que Lionel Rothschild era um visitante regular da casa de Carrington em Whitehall. As duas famílias estão ligadas através do casamento, em 1878, do quinto Conde Rosebery e Hannah Rothschild, filha do Barão Mayer de Rothschild. Carrington estava nos quadros do Banco Hambros, que esteve ligado ao escândalo da P-2 em Itália. O actual presidente dos bilderbergers é o Visconde belga Étienne Davignon, antigo Vice-Presidente da Comissão Europeia. David Rockefeller, antigo líder do Banco Chase Manhattan, esteve entre as principais figuras por detrás dos Bilderbergers e da rede da Távola Redonda nas últimas quatro décadas, juntamente com Henry Kissinger, o manipulador. Foram os activistas, enquanto os Rothschild são os que fazem as movimentações no pano de fundo. Kissinger e Rockefeller ainda frequentam todas as reuniões do Grupo Bilderberg, mas a ênfase é dado a outras pessoas, enquanto os propósitos continuam. Os Neo-conservadores por detrás da administração Bush e da guerra do terror tornaram-se mais influentes; pessoas como Richard Pearle, Michael Ledeel e o antigo Secretário da Defesa dos Estados Unidos, Paul Wolfowitz, que substituiu o Bilderberger e parceiro dos Rothschild, James Wolfensohn enquanto líder do World Bank  em 2005. Foi mais tarde forçado a renunciar perante um escândalo financeiro. Wolfowitz foi substituído no World Bank por Robert Zoellick, um cazar / sumério e outro frequentador das reuniões de Bilderberg. A maioria dos postos globais, tal como o Presidente do World Bank e líder da World Trade Organization, Secretário-geral da NATO, assim como também a maioria das posições politicas, comerciais e económicas, pertencem aos Bilderbergers ou a membros de outros grupos da rede da Távola Redonda.

A cabala de Bilderberg reúne-se em segredo uma vez por ano, normalmente em Maio, num local da Europa ou da América do Norte, mas o seu Comité de Direcção reúne-se regularmente e é aqui que reside o verdadeiro poder. As reuniões de bilderberg reúnem os actuais e potenciais manipuladores e marionetas para discutir assuntos que os Illuminati querem influenciar ou perseguir. O que se segue são mudanças políticas dentro dos grandes governos e agências, de acordo com as discussões e decisões tomadas nas reuniões de Bilderberg. Os negócios globais e os líderes económicos convivem com a realeza, os políticos, os chefes de exército e donos e controladores da imprensa. Os líderes de outros grupos no nexo da Távola Redonda, incluindo Richard Haas, Presidente do Conselho de Relações Internacionais e antigo Director da Politica e Planeamento do Departamento de Estado dos Estados Unidos, também as frequentam. É a versão política da Casa Reptil. Todos eles concordam, mesmo os jornalistas que estão presentes, em não divulgar o que foi discutido.

Os Bilderbergers e membros de outras organizações da Távola Redonda, aparecem invariavelmente em posições de grande poder. O aluno de Rhodes, Bill Clinton, frequentou a reunião Bilderberg em 1991 e tornou-se Presidente dos Estados Unidos no ano seguinte. Também é um membro do Conselho de Relações Internacionais e da Comissão Trilateral. Tony Blair foi convidado em 1993 e, graças à conveniente morte súbita de John Smith, um ano mais tarde, tornou-se líder do Partido Trabalhista e Primeiro-Ministro daquela década. Dick Cheney, Donald Rumsfeld e Colin Powell são frequentadores do Grupo Bilderberg, assim como Hillary Clinton. Podemos encontrar os nomes dos frequentadores de Bilderberg e dos grupos associados, no arquivo das sociedades secretas, em www.davidicke.com.

Os “Produtores” de Reis

O Grupo Bilderberg também tem círculos internos e externos de conhecimento nos grandes moldes da Távola Redonda. O circulo interno sabe, pelo menos, a uma larga escala, o que os propósitos realmente são, a centralização do poder global nas mãos de muito poucos. Outros são convidados aqui e ali e mantêm-se membros com um entendimento limitado deste jogo. Os externos são manipulados para apoiar os propósitos que nem sequer conhecem. É-lhes vendida uma ideia política, sem que percebam como se encaixa com centenas de outros, para criar um cenário que estes políticos não conseguem ver. Mas como foram convidados para o Grupo Bilderberg, pensam que são importantes e inteligentes e são encorajados a fazê-lo. O bobo de Blair, John Prescott, foi convidado a estar presente e estou certo que não teve problemas em acreditar que foi devido à sua enorme importância e excelente intelecto. É seguro dizer que não foi interno. O mesmo pode dizer-se acerca de Margaret Thatcher, que foi nomeada Primeira-Ministra de Inglaterra em 1979 e depois removida através da intervenção de Bilderberg, quando esteve contra a centralização da União Europeia, o que interferia negativamente para os propósitos. Thatcher foi manipulada e colocada no poder, porque as suas crenças económicas iam de encontro às ideias dos Illuminati nos anos 80, quando queriam que as indústrias do estado fossem privatizadas. Os Rothschild estavam à frente destas políticas de privatização a nível mundial e tinham muitos amigos no governo que os ajudaram. Um dos mais próximos aliados de Margaret Thatcher para a privatização dos bens do estado, o seu chefe do serviço civil e secretário, Lord Armstrong, mais tarde tornou-se director da N.M. Rothschild. Não foi por acaso que a economia que ficou conhecida como Thatcherismo em Inglaterra, era exactamente igual à Reaganomics de Reagan no mesmo período. Ambos eram marionetas dos Illuminati. Reagan era controlado pelo Vice-Presidente, George Bush pai e Thatcher pelos Bilderbergers, especialmente o seu Secretário dos Negócios Estrangeiros, o réptil hibrido Lord Carrington, que mais tarde se tornaria presidente do Grupo Bilderberg, durante muito tempo. Quando Margaret Thatcher começou a desafiar a centralização da União Europeia, foi destituída. Em Maio de 1989, o jornalista americano Jim Tucker, que tem feito mais do que ninguém para expor e para se infiltrar nas reuniões dos Bilderbergers, afirmou no jornal Spotlight, com sede em Washington, que a reunião desse mesmo mês na Ilha La Toja em Espanha, decidiu que Margaret tinha de sair, devido à sua oposição à centralização da Europa. Parecia loucura naquela altura, que a Dama de Ferro, com a sua forte posição em Inglaterra e no seu Partido Conservador, pudesse ser destituída sem os votos do povo, mas o que é certo é que aconteceu. Estas posições inexpugnáveis são ilusões e nada importam para os que realmente controlam os acontecimentos. Em 1990 e início do ano seguinte, o poder de Thatcher diminuiu, até com a ajuda da imprensa, que outrora a apoiara. Em Novembro de 1990 foi desafiada a ser líder do seu partido, mas após ter perdido as primeiras eleições, desistiu. A maior contribuição para a sua queda veio do seu antigo assistente, Sir Geoffrey Howe, outro membro do Grupo Bilderberg. Os répteis híbridos adoram ironia e simbolismo e Thatcher foi obrigada a anunciar a sua decisão quando esteve presente numa reunião do governo da União Europeia, com líderes de outros governos, a oposição que causou a sua queda. É assim que acontecimentos políticos e mundiais são manipulados para servir os propósitos dos répteis híbridos. Acontece em todo o mundo, todos os dias, para introduzir ou alterar politicas e colocar os reinados de poder nas mãos dos políticos e administradores controlados pelos Illuminatti. Outro exemplo é o assassino de massas e jesuíta, Robert Mugabe, que conseguiu o poder na Rodésia do Sul, quando esta se tornou Zimbabwe em 1979. Era a marioneta de Kissinger e de Lord Carrington, o Secretário dos Negócios Estrangeiros inglês, responsável pela independencia da Rodésia. Kissinger e Carrington não eram simplesmente importantes Bilderbergers, mas também parceiros de negócios. Carrington era director financeiro da notória frente para a manipulação global, chamada Associados de Kissinger, e trabalhavam conjuntamente para instalar Mugabe no poder, na verdade como ditador do Zimbabwe. Ainda lá está e tornou um país abundante, num país esfomeado, numa terra fascista, enquanto enriquecia à custa do povo. É uma lenda semelhante à dos répteis híbridos e Mugabe é certamente um dos Filhos da Serpente, dos quais Credo Mutwa fala.

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