A Globalização da Roubalheira (Parte 2)

O que o Império impõe ao povo é esbanjar o que tem na compra de comida transgénica envenenada que a OMC aprova. Cercado como está, pelo Império, não é fácil libertar-se da cilada do ESPECTRO DO DOMINIO TOTAL. Se o domínio total é o objectivo, toda a espécie de acontecimentos verificados até agora estão ligados a esta temática. Neles estarão compreendidas todas as maquinações da sociedade secreta TÁVOLA REDONDA que gere a U.E. e as directivas. Foi a U.E. (9) que decretou a austeridade. U.E. essa, dominada pela dinastia Rothschild. Domínio esse extensivo ao FMI e à Troika. São todas estas instituições, que cercam a multidão de portugueses angustiados, em sintonia com os partidos dominantes deste pais, membro e vassalo da U.E, que querem ser carrascos do povo, e executa-lo pela fome, exigida pela sentença de morte da austeridade. Como se verifica, o povo serve para tudo, desde ser assassinado pela fome até ser propagandeado como o povo que mais ordena, com legitimidade para eleger os seus assassinos. E dele também se servem para eleger o Parlamento Europeu, convencido que os seus euro-deputados, que passaram a representá-lo, o iria defender (9ª). O que eles não sabem, porque lhe esconderam, é que esse Parlamento, é inconsequente e uma farsa. Pois ele só tem poderes consultivos. Na realidade, torceram tudo, uma vez que os poderes deliberativos estão nas mãos da Comissão, composta por fantoches, nomeados e não eleitos, da confiança dos Rothschilds que tudo dominam. Como é de uma farsa que se trata, o povo elegeu fantoches que desempenham o papel de farsantes duma peça de teatro, onde eles estão em cena, obedientes à disciplina partidária, senão correm o risco da sua candidatura não se repetir.

Esta farsa fraudulenta, repete-se nos comités totalitários cuja nomenclatura lhes assegura a prepotente arbitrariedade engendrada pelos génios tecnocratas da sociedade secreta Távola Redonda, que agem como senhores absolutos das directivas, que eles elaboram e que são sempre favoráveis às multinacionais, possuídas pela dinastia Rothschild, dominadora dos seus bancos que dominam o BCE. Além destes comités, onde se destaca o 133, criado pelo artigo 133 do Tratado de Roma, da autoria do bilderberguista Jean Monet, existem painéis que também usaram os mesmos esquemas totalitários. Entre eles, existe o dos transgénicos, constituído por oito fantoches, que aprovam todas as sementes envenenadas que a Monsanto pretende, e que está ligada aos Rothschilds e ao seu Império do vale tudo. Nesse painel, os estudos de cientistas honestos e independentes são rejeitados, enquanto a falsidade e prevalece, porque só os oito mercenários e as suas propostas é que são vinculativas.

A Távola Redonda é filha legítima da Rothschildiana sociedade secreta Illuminati, fundada por Weispaut e Jacob Frank, fanático do extermínio. Essa filha é a autora do estatuto que implantou a globalização, dirigida pela repugnante Organização Mundial do Comércio. Estatuto esse elaborado em 1994, em Marraquexe, à porta fechada, enquanto os Ministros dos Estrangeiros aguardavam a sua conclusão, com acesso vedado ao salão, conforme revela o livro “Globalização da Pobreza”, de Michel Chossudovsky. Este pequeno pacote de factos, é suficiente para indicar que os Rothschilds possuem a maior parte do Mundo, uma vez que já possuíam metade dos seus activos, no século dezoito.

Relatámos até aqui uma quantidade apreciável de factos, fundamentados em documentos e livros arquivados, relacionados com instituições internacionais e multinacionais poderosas que se vão infiltrando e dominando, muitas nações.

Este governo, ao pactuar com quem criou a austeridade, deixou de ser imparcial e defensor do povo, que o mandatou para cumprir um programa não cumprido, com a esperança de melhores dias. Ele traiu-o ao abraçar e impor a austeridade do assalto permanente, e que o mata à fome. Acabamos de nos referir a dados adquiridos, que contribuem para se acusar este governo de perda de legitimidade. É nesta temática que nos vamos concentrar, com o fim de reforçar as provas acerca da referida perda de legitimidade, relacionada com os vários factos que a seguir vamos citar:

1ª – A família Rothschild, que detinha no século dezoito metade dos activos do Mundo (10), recorreu, em 1913, à fraude para se apoderar do Federal Reserve System e do mundo com mandato para emitir Dólares, com os quais financiou as guerras de 14 e 39. Passou a montar mais guerras a partir de 2007/2008, quando burlou a banca ao vender-lhe quadriliões de dólares de swaps (um titulo de bolsa) com a classificação máxima de AAA e que afinal nada valiam.

Ao secar a banca e reter todo esse dinheiro, a circulação fiduciária estagnou, e assim criou a austeridade, sem fim à vista.

2ª – Como os seus efeitos (11), vão persistir e se eternizar, os algozes vão ter tempo para tudo roubar, e ninguém escapará à rapina total, que a austeridade de longa duração irá contribuir para usurpar todos, até ao ultimo cêntimo, o que contribuirá para abarrotar ainda mais os cofres dos Rothschilds ou do FMI que também ele controla.

3ª – Terá, em qualquer caso, a conivência colaboracionista dos governos fantoches. Só com os fantoches é que a rapina é possível.

4ª – Só os governos das nações (12), dispõem dos meios para cobrar impostos e todas as taxas existentes, que têm sido agravadas e assim irão continuar. Não irão parar as avaliações absurdas e extremamente elevadas  à propriedade urbana que reduzirá toda a gente à pobreza extrema.

5ª – Quem irá beneficiar de toda esta pobreza que está em marcha? (13). Não se pode ser outra gente senão a dinastia Rothschild. É ela que tem registado no seu cadastro os roubos mais valiosos da história da humanidade, documentados em livros da história escondida, que relatam o roubo do Federal Reserve System e o roubo dos quadriliões à banca, confirmado pelo BIS Banco Internacional of Settlement, que ela controla e que reconhece os quadriliões roubados.

6ª – Dado que o governo português se endividou ao FMI e à Troika, todos os impostos elevados extorquidos ao povo, exigidos pela austeridade, entrarão nos cofres do FMI para pagar juros exorbitantes e divida o que equivale a entregá-los á família Rothschild, pois o FMI é mais uma entidade que ela controla, entre todas as restantes.

7ª – Toda esta manigância foi premeditada pela sua rede de especialistas dedicados à patifaria (14). Os Rothschild são os cabecilhas invisíveis e os cérebros da extorsão. Os seus servos encobrem os amos e executam as extorsões. Foram os servos que roubaram, em 1907, os depósitos aos depositantes, em bancos poderosos de donos incógnitos que não se enxergam no labirinto dos cartéis dos cambalachos. Estes cartéis (15) estão atentos a outra espécie de servos que é a imprensa carregada de executar a sua parte do jogo sujo. Será ela que prepara a opinião pública para a pôr a pensar como lhes convém. Até que seja restaurada a confiança perdida que lhes extorquiu todo o dinheiro. Estas pressões continuas têm um efeito anestesiante e é apresentada como a única solução para vencer as dúvidas dos lesados “uma proposta generosa” de uma fundação com recursos monetários abundantes para evitar a repetição do roubo de 1907. Desta lábia, resultou a burla do Federal Reserve System, em 1913, que encheu os cofres do cartel com emissão de dólares que aplicou para financiar a  guerra combinada de 14, da qual resultou a de 39. Nesse tempo, o cartel continuou à solta, protegido pelo fantoche Presidente Roosevelt, e muitas décadas depois, o cartel mantém-se à solta com o apoio doutros lacaios mais recentes dos governos da América e da Europa.

8ª – Só houve um Rothschild, chamado Jeroboam Rothschild ou Edduard Rothschild, dirigente do seu banco em Paris que foi acusado de traidor à pátria ao ter sido o causador da 2ª Guerra Mundial. Na sua fuga atribulada para Nova York, passou pela Suíça, Bordéus e Lisboa onde descansou num seu palácio, no Lumiar, salvo erro. Como se verifica, a família Rothschild é cá conhecida e o poeta Guerra Junqueiro refere-se a ela.

9ª – Os Rothschild são desconhecidos do público (16). Mas David Icke cita-os e acusa os seus servos Baxter Corporation e a Mossad pela morte de centenas de ucranianos, em 2009, porque lhes enegreceram os seus pulmões e os destruíram: Drogam as crianças hiperactivas com Ritalina, um derivado da cocaína produzida pela mixordeira “Elli Lilly” da familia Bush. Os livros “SEEDS OF DESTRUCTION”, “ROLETA GENETICA” e “RAÇA HUMANA ERGUE-TE”, revelam doze venenos transgénicos doentios e letais além do voraz “ASPARTAME” provocador do lúpus sistémico e de muitas doenças letais.

Os Rothschilds, através dos servos do mundo, e os do PS e PSD de cá, são coniventes de tudo isto que se produz e vende cá. Parece que nenhum Rothschild compareceu nas reuniões do Club Bilderberg. Quem o dirige e mantém os Rothschilds invisíveis, é o seu associado David Rockefeller. Houve (17) uma reunião deste Club, em Sintra, em 1999. A revista “Pública” publicou um relatório, onde se relata que as empresas gastam fortunas para obter as leis mais favoráveis.

Estas leis favoráveis pagas por empresas que gastam fortunas para as obter, só se pode interpretar que o cultivo do milho transgénico em Portugal foi pago pela empresa interessada nesse cultivo. Tanto mais que ela já subornou na Indonésia, onde pagou uma indemnização e tentou repeti-lo, mas três cientistas canadianos recusaram-no. Enquanto (18) os servos da comunicação social só publicaram textos a favor dos transgénicos, eles também exerceram censura interna através dos seus editores, propagandeando a vacinação assassina… Mas agora surge um aumento considerável de mortos devido ao cancro, em que os alimentos contaminados com soja e milho transgénicos, são os seus causadores. Tudo isto é abafado pela tal censura. Também os Juízes do Supremo abafam, fiéis à lei do Império.

A minucia (19) escandalosa de todo o horroroso sofrimento e matança, está descrita nos capítulos 21 e 22 do livro “Raça Humana Ergue-te”. Também os capítulos 6 e 7 se referem, respectivamente, à passagem dos Rothschilds pelo Império Kazar, 870 anos depois da era Cristã, e criou o sionismo, no séc. XVIII, quando sua fortuna correspondia a metade dos activos do mundo. Esses mesmo Rothschilds, Organização Mundial de Saúde e o Bilderberger, são os autores do genocídio, entre 1977 e 2002, de 50 milhões de africanos através da vacina da varíola que continha o vírus da sida.

(9) – Aplica-se o Protocolo do discurso fúnebre do Rabi Reichhorn, relativo à alínea 7), assim redigido: “Graças à democracia, dividiremos cristãos em Partidos Políticos, destruiremos a unidade das nações, semearemos a discórdia, e todos ficam reduzidos à impotência.”

(9ª) – Aplica-se o Protocolo nº1 da alínea 5, assim redigido: “Quem quer governar, deve recorrer à patifaria e impostura. Governar com honestidade são vícios na política.”

(10) – Aplica-se o Protocolo 1 da alínea 5, da lista de Protocolos, assim redigida: “Quem quer governar deve recorrer à patifaria e impostura, governar com honestidade são vícios na politica.”

(11) – Aplica-se o Protocolo 20 que está mencionado na página 19.

(12) – Aplica-se a alínea 9 do Protocolo 2, e convém repetir a redacção: “Não devemos parar o suborno, a falsidade e traição sempre que se trate de atingir os nossos fins. Na política, deve-se saber como nos apoderar da propriedade dos outros, sem hesitação”

(13) – Aplica-se o Protocolo 2 da alínea 9, mencionado na página 10.

(14) – Aplica-se o Protocolo 1 da alínea 5 da lista de Protocolos, que reproduzimos: “Quem quer governar, deve recorrer à patifaria e impostura. Governar com honestidade são vícios na política”

(15) – Aplica-se o Protocolo 2, citado nas páginas 2 e 14.

(16) – Aplica-se a alínea 10, relativa ao Protocolo da pág. 91, já identificado atrás, mas que tem a seguinte redacção: “Foi o judeu Oscar Levy que propagandeou o domínio universal ao atribuir aos judeus a gloria de serem os corruptores do Mundo, seus destruidores, incendiários e carrascos, infeccionando, apodrecendo e decompondo tudo.”

(17) – Aplica-se o Protocolo 2, que está redigido atrás na página 10.

(18) – Aplica-se a alínea 11 do Protocolo 2, e repetimos a sua redacção: “Nos estados de hoje é a imprensa que cria o pensamento popular, devidamente estupidificado e controlado pela imprensa que caiu nas mãos do judaísmo que lava o cérebro.”

(19) – Aplicam-se os Protocolos 15, 3 e 5 já descritos na página 3.

 

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