A Globalização da Roubalheira (Parte 1)

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ENSAIOS DE SOLIDARIEDADE EM POLARIZAÇÃO COM A SABEDORIA DA NATUREZA QUEREM BANIR A AUSTERIDADE E TAMBÉM QUEREM A QUEDA DO GOVERNO, QUE PERDEU A LEGITIMIDADE, NÃO SÓ PORQUE ASSALTOU O POVO E O QUER MATAR À FOME, MAS TAMBÉM PORQUE AGIU NO COMPLOT AFIM DE PORTUGAL SER LUDIBRIADO PELOS INFAMES QUE LHE EXTORQUIRAM A LIQUIDEZ E LHE URDIRAM A DIVIDA AO EMPRESTAREM-LHE O DINHEIRO QUE LHE TINHAM ROUBADO.

A Frente do Algarve Livre de Transgénicos (FALT), sem fins lucrativos, entendeu ser crucial promover o culto do conhecimento e dedicar-se à investigação da História da Humanidade, alargando-a àquela que foi ocultada. Mostram apenas a fachada oficial, que lhe é conveniente, e a manipulação que ela arrasta, cujos esquemas sub-reptícios se reflectem no atrofiar do pensamento dos cidadãos para facilmente os subjugar (2). A este respeito, o livro “INSTITUTO TAVISTOCK”, de Daniel Estulin, revela a aliança perversa que conduz à manipulação da mente, através de lavagens cerebrais criadas na televisão que destroem as capacidades mentais e hipnotiza.

Nesta subjugação (3), escondem ao povo que é comandado, por um Império legalizado, que oficializa a doutrina de apoio à destruição, massacre e posse de nações, e ao assassinato do povo pela fome, que a austeridade determina.

Este Império legal (4), também tem a seu cargo o terrorismo praticado pelos facínoras, conhecidos pelos esquadrões da morte, e a ameaça de guerra nuclear. A esta sequencia de actos de malvadez, juntou-se a desesperada situação económica e financeira, que atinge a América e a U.E. Veio (5) desta U.E esta austeridade e o seu pesadelo, que aterroriza o povo. Uma sua parte significativa, reage aos efeitos bárbaros desta austeridade, em manifestações de boas intenções, mas inconsequentes, favoráveis ao agravar da crise, que o governo e a globalização pretende. Deviam organizar um governo paralelo, de sobrevivência colectiva, com valores humanos insuspeitos.

O povo deve saber que há muitos anos que este pais maravilhoso é governado como um protectorado. Só que nos últimos anos, o Império Global do Rothschild assaltou-o e tornou-o ingovernável (até o governo actual se tornar num faz de conta substituído pelo FMI e pela Troika) para se apoderar dele com estatuto de Protectorado irreversível.

A sua localização estratégica e o seu valioso património abandonado, tornou-se numa presa apetecível da engrenagem Imperial nazi que invade, destrói, ocupa e controla várias nações, e se o povo de cá não agir, este pais também cairá nas mãos dos insaciáveis e este povo será reduzido ao silêncio, à fome a caminho da escravidão. Por outro lado, o povo deve exigir que o réu à solta Rothschild, autor da sua penúria, seja julgado e devolvidos parte dos quadriliões de dólares que roubou e impedido de continuar a sua roubalheira.

O governo português navega nas águas do Império (6), cujos mares são dominados por uma teia poderosa e duma crueldade que usa os meios mais asquerosos para concretizar uma ditadura única mundial.

É a sofrer os efeitos pavorosos desta nova ordem mundial, com a qual o governo de cá também colabora, onde amarrou o povo português e o vai submeter à fome, à qual a austeridade o condenou. Não admira que o povo se manifeste, reagindo de maneiras diferentes, partes dele, arreliados ou atordoados, e há ainda os revoltados e os explosivos. Entre eles, existem empresários falidos, vítimas da austeridade, que recorrem à caridade de uma sopa para poder sobreviver. Aumentam as empresas que fecham as portas, e os seus dirigentes e empregados conformam-se com as migalhas da segurança social, com futuro incerto ou de falência, devido à incompetência, que resultou em prejuízos monumentais com especulação bolsista anunciada nos jornais. Esta situação provoca uma aflição numa multidão de gente, que acumula um grande desânimo, uma vez que a austeridade lhes pilhou o pouco que tinham. Caminhos (7) para uma situação semelhante àquela austeridade assassina, igual à bancarrota de 1929, que começou em 1907, quando os Rothschilds e seus bancos, roubaram os depósitos dos depositantes, e a sua teia de predadores mataram à fome muitos milhões de americanos. Conclui-se que os donos do Mundo roubam e intervêm na matança, andam à solta e são apreciados por grande parte dos governos do Mundo, como se os estivessem autorizando a roubar e a matar. Todos estes (8) factos indiciam que eles são colaboracionistas perversos da máquina Imperial que tem tudo na mão. Essa máquina promove o banditismo da globalização, imposto pela Organização Mundial do Comércio que ousa decretar que o povo não tem o direito de exigir saber o que come.

(2) Aplica-se o Protocolo 2 da alínea 11 da lista de Protocolos do fim do livro, assim redigido “Nos Estados de hoje, é a imprensa que cria o pensamento popular, devidamente estupidificado e controlado pela imprensa que caiu nas mãos do Judaísmo que lava o cérebro”.

(3) Aplicam-se os Protocolos 15, 3 e 5 das alíneas 1) 2) e 3) da lista de protocolos no fim, assim redigidos: “A morte é o fim inevitável para todos”; “Afinal, estamos é interessados na matança dos comedores inúteis”, “E ficaremos na posição de liquidar todo o gado humano.

(4) Aplica-se o Protocolo 7 da alínea 12 da lista indicada em (3)

(5) Aplica-se o discurso fúnebre do Rabi Reichhorn, citado na pág. 6.

(6) Aplica-se o Protocolo 3 da alínea 6) da lista de Protocolos do fim do livro, assim redigida: “Em vez de terem os trabalhadores bem alimentados, eles querem a sua diminuição pelo seu assassinato e na falta crónica de alimentos e na fraqueza do trabalhador nosso escravo, sem força e energia e com fome para o controlar. É pelo nosso querer que vamos acabar com todos os que travem o nosso caminho”.

(7) Aplicam-se as alíneas 1), 2) e 3) dos Protocolos 15,3 e 5 descritos na página 3.

(8) Aplica-se a pág. 91 do livro dos Protocolos dos Sábios de Sião, de Gustavo Barroso, mencionados na página 13.

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