Excertos do capitulo 7 do livro “Raça Humana Ergue-te” de David Icke (págs. 166-169)

Falsos Terroristas “Muçulmanos”

O Sionismo Rothschild é de longe a maior força por detrás daquilo a que se chama a “rede terrorista Muçulmana”. Lembro-me que Andreas von Bulow, o anterior Ministro da Defesa Alemã, me disse que o “terrorista Muçulmano” dos anos 70 e 80, Abu Nidal, trabalhava para a Mossad e assim que começamos a compreender como é que tudo funciona, isto não causa qualquer estranheza. Eles estão a criar a percepção de um problema (o terrorismo), para o qual podem oferecer uma solução (mais controlo e guerra). O FBI enumera um cidadão americano chamado Adam Yahiye Gadahn, na sua lista dos “terroristas mais procurados” e o site do FBI diz que ele foi “indiciado no Distrito Central da Califórnia, como apoiante e fornecedor de material para a Al Qaeda”. Gadahn fez uma série de filmes de série B, de reduzido orçamento e de gosto duvidoso, nos quais apelava à violência contra os “infiéis” e outros disparates. O FBI disse que eles estavam alegadamente envolvidos em “várias actividades terroristas, incluindo o fornecimento de ajuda e conforto armado e perigoso e foi oferecida uma recompensa de um milhão de dólares, para provas que levassem à sua detenção. O FBI pediu qualquer informação que o público pudesse ter sobre este homem extremamente perigoso e acontece que… com esta não me consegui conter… “Adam Yahiye Gadahn” é na verdade um homem Judeu, chamado Philip Pearlman, o neto do Dr. Karl Pearlman, Presidente do Fundo Unido para o Bem-Estar dos Judeus e membro do Conselho de Administração da Liga Anti-Difamação. Outro tipo que é usado para assustar os americanos para que sejam obedientes, é Yousef Khattab, do site www.revolutionmuslim.com. Ele diz que quer impor nos EUA a lei Sharia, que inclui espancar e apedrejar até à morte praticantes de sexo pré-marital e de adultério. O website tem imagens da Estatua da Liberdade a ser agredida com um machado, vídeos de sátira às mortes dos soldados americanos e a decapitação de um jornalista americano. Bom, parece que “Yousef al-Khattab” nasceu numa família Sionista Rothschild e se chama Joseph Cohen. Só uma coincidência, nada de mais.

Falsificação Profética

Mais uma questão antes de avançarmos… Se fizermos citações dos infames Protocolo dos Sábios de Sião, é garantido que nos chamem de racistas, especialmente pela “esquerda liberal” ou pela “esquerda dura”, nenhuma das quais perde uma oportunidade de proclamar a sua auto-pureza. Chamo-lhes “Robôs Radicais” e eles são uma arma essencial para a capacidade dos Rothschild se protegerem de qualquer investigação séria. Quando alguém se aproxima demasiado, representantes dos Rothschild como a Liga Anti-Difamação berram logo: “anti-Semita!”. Esta é a deixa para os Robôs Radicais arregaçarem as mangas, e lá vão eles: “Condena-o! Condena-o!”. Entretanto, os Rothschild e os seus subcontratados ficam nos bastidores a rir, sabendo que aquilo que os Robôs Radicais estão a defender, está na realidade a aprisiona-los a eles e às suas famílias. Os protocolos são alegadamente relatos dos encontros da elite Sionista em Basel, na Suíça, na altura do primeiro Congresso Sionista Rothschild, em 1897. Este acontecimento teve de ser alterado do primeiro Congresso Sionista Rothschild, em 1897. Este acontecimento teve de ser alterado da sua localização inicialmente pensada, em Munique, na Alemanha, devido à oposição dos Judeus, que não apoiavam a decisão Sionista de os mudar a todos para Israel (lembra-te que isto foi bem antes dos horrores nazis que levaram a esta relocalização). A conferência de Basel foi encabeçada pelo funcionário Rothschild, Theodor Herzl, considerado o fundador do Sionismo moderno, que escreveria mais tarde no seu diário:

É essencial que os sofrimentos dos judeus… se agravem… isto irá ajudar ao cumprimento dos nossos planos… eu tenho uma ideia excelente… irei levar os anti-semitas a liquidar a saúde dos Judeus… Os anti-semitas irão assim ajudar-nos, no sentido em que irão fortalecer a perseguição e a opressão dos judeus. Os anti-semitas serão os nossos melhores amigos.

Sim, os Sionistas definem claramente os melhores interesses do povo judeu como a sua primeira prioridade. Os protocolos surgiram publicamente pela primeira vez na Rússia, em 1903 e, não obstante o que digam os coleccionadores os negadores de abusos e da realidade, o seu conteúdo apresenta um plano para uma ditadura global, que espelha bem o que tem vindo a acontecer desde então. É possível encontrar este documento na internet e também na www.amazon.com. Lê-los e vê o que pensas. As pessoas devem chegar às suas próprias conclusões, não acreditar cegamente naquilo que os outros lhes dizem. Os Protocolos falam de criar guerras encobertamente, quebras na economia, revoluções, aumentar o custo da vida e provocar a agitação generalizada, que teve finalmente à conquista global, ao estabelecer um Governo Mundial com o “consentimento” das populações. Parece familiar? O banqueiro da elite, James Paul Warburg (Sionista Rothschild), filho de Paul Warburg (Sionista Rothschild), o homem por detrás da criação da Reserva Federal, disse ao Comité de Relações Internacionais do Senado dos EUA, em 1950: “Teremos um Governo Mundial, quer queiramos, quer não. A única questão está em saber se esse Governo Mundial será conseguido por conquista ou por consentimento”. Aqui fica um resumo daquilo que dizem os Protocolos, tirado de um artigo que por acaso, até os denuncia como falsos:

O conteúdo dos Protocolos descreve uma conspiração secreta para o domínio mundial dos judeus, num estilo instrutório, sugerindo-se talvez como um livro de instruções para um novo membro da conspiração.

O propósito manifestado do programa descrito é dominar o mundo dos Gentios através de um único governo, liderado por um rei escolhido entre os Judeus. Na preparação disto, é necessário eliminar todas as nações rivais, governos, religiões e sistemas económicos.

Apesar do verdadeiro domínio do mundo dever ocorrer através da violência, a preparação decorre através da sabotagem subtil dos sistemas existentes. É enfatizada a necessidade das massas desejarem a sua escravidão. Essa condição será conseguida por:

  • Uso de empréstimos e aproveitamento da falência para controlar estados;
  • Uso da imprensa para controlar o pensamento das massas;
  • Criação artificial da discórdia, guerra e depressão económica;
  • Estabelecimento de governos democráticos ou republicanos.

Os protocolos referem-se com frequência a um poderoso e maciço activo, para desenvolver as directivas da conspiração, bem como uma enorme reserva de ouro à sua disposição. Eles referem-se também repetidamente a sociedade secretas, tais como a Franco-Maçonaria, como fachada para as suas operações encobertas.

Não estou a dizer que os Protocolos sejam verdadeiros ou falsos, apenas que narram acontecimentos detalhados dos últimos 100 anos, antes destes acontecerem. A conspiração descrita pelo Dr. Richard Day (Sionista Rothschild), na reunião de médicos de 1969, é quase um decalque daquela que está descrita nos Protocolos, há mais de 100 anos. Será uma simples coincidência? O Dr. Day trabalhava para os Rockefeller como Director Médico Nacional da sua operação de eugenia de Parentalidade Planeada; e Rockefeller é sinonimo de Rothschild. Crê geralmente, principalmente por causa da constante repetição, que os Protocolos são embustes e podem muito bem ser; Mas se são, o autor é um fantástico profeta. A prova que os descarta como um logro, terá surgido no jornal The Times, em 1921. Será este o mesmo jornal que foi controlado durante a maior parte da sua existência, pela Casa de Rothschild? Aquele que disse que Abraham Lincoln, da América, deveria ser destruído para acabar com a impressão de dinheiro sem juros, algo que tornaria a América independente dos bancos Rothschild? Será este o mesmo jornal que é hoje propriedade do Sionista Rothschild, Rupert Murdoch? Parece que sim, infelizmente. Para ser justo, o jornal publicou um artigo a 8 de Maio de 1920, a interrogar se os Protocolos poderiam ser verdadeiros. Dizia:

De onde vem esta estranha profecia, em parte cumprida, em parte tão distante de acontecer? Estivemos a lutar nestes anos trágicos para extirpar a organização secreta de domínio mundial da alemão, apenas para descobrir que sob a sua superfície residia outra, mas perigosa porque mais secreta? Teremos… escapado à Pax Germânica só para nos rendermos à Pax Judaica?

Contudo, pouco mais de um ano depois, o The Times apresentou a sua peça de “fim do debate” sobre os Protocolos e concluiu que seriam uma farsa e um embuste. O escritor deste artigo foi Philip Perceval Graves era capitão dos serviços secretos ingleses. O seu tio, Sir Robert Windham Graves, tinha sido cônsul britânico na Turquia, conselheiro financeiro para o Governo Turco e trabalhou nos serviços secretos de Sua Majestade, no Cairo, na mesma época em que o seu sobrinho o fez. Foi enquanto Philip Perceval Graves estava em Constantinopla (agora Istambul), na Turquia, que este antigo capitão dos serviços secretos ingleses “descobriu as provas” que os Protocolos eram falsos. Quem é que o orientou? Não menos que Allen Dulles, o conhecido primeiro responsável civil pela CIA. Dulles era um apoiante de Hitler e da eugenia, tendo estado crucialmente ligado à operação do Projecto Paperclip, promovida pelos Rothschild, e que permitiu que uma grande parte de nazis, incluindo cientistas, geneticistas e peritos em controlo mental, fugissem da Alemanha para os Estados Unidos e para o resto das Américas, para continuarem o seu horripilante trabalho, após a guerra. Joseph Mengele, o “Anjo da Morte” estava entre eles – ver outros dos meus livros, como O Maior Segredo, para mais pormenores. Dulles foi mentiroso, aldrabão e simpatizante dos nazis que “descobriu” a fonte para desacreditar os Protocolos. Quantos daqueles que papagueiam a versão “o The Times provou que os Protocolos são falsos” sabiam disto? Muito poucos, se algum; porque são repetidores – não investigadores de mente aberta. Eles não querem a verdade, apenas a confirmação da sua própria visão do mundo, da sua auto-pureza e da sua auto-identidade.

Dulles esteve também fortemente envolvido no assassinato de John F. Kennedy, em 1963, bem como no encobrimento que se seguiu. Ele e o seu irmão, John Foster Dulles, que tem laços familiares por casamento com a família Rockefeller, eram os representantes legais do banco Rothschild Kuhn, Loeb & Co. Este financiou a Revolução Russa e os impérios Rockefeller, Harriman e Carneggie, tendo também contribuído significativamente para a imposição da Reserva Federal ao povo americano. Enquanto Allen Dulles estava na CIA após a Segunda Guerra Mundial, seu irmão era Secretário de Estado dos EUA. Mais dois homens obviamente Rothschild. Allen Dulles, director do Conselho de Relações Internacionais Rothschild-Rockefeller, estava aparentemente em Constantinopla a “desenvolver relações com a Turquia pós-Otomana”, quando descobriu “a fonte” que lhe disse que os Protocolos eram uma burla e passou a fonte ai agente secreto britânico, Graves. De acordo como escritor Peter Grose, no seu livro espião Cavallheiro: A Vida de Allen Dulles, a “fonte” era um emigrante russo que se recusou a ser identificado e que negociou com o The Times, um empréstimo, sob a compreensão de que este nunca seria pago. Os artigos do The Times passaram a ser desde então confirmação e prova de que os Protocolos eram falsos. Se os mencionares, ou salientares que eles descreviam os acontecimentos do último século até ao pormenor, és acusado de ser anti-semita, que acusa os judeus de uma conspiração para tomar conta do mundo. Bem, eu cá não vou ficar calado. Existe uma trama Rothschild-Illuminatti que usa a máscara do Sionismo para disfarçar os seus principais veículos. Devo salientar a todos aqueles da “esquerda liberal”, que o documento não se chama Protocolos dos Sábios do Sião para Todo o Povo Judaico. Chama-se simplesmente Protocolos dos Sábios de Sião – para o Sionismo Rothschild.

O público, o povo judeu em particular, tem de estar ciente deste enredo de Sionismo Rothschild, porque os seus planos estão a acelerar devido à falta de conhecimento e ao medo de sermos rotulados como “racistas”. Bem, eu não me podia estar mais nas tintas sobre aquilo que as pessoas dizem sobre mim. Quero revelar a verdade, não estou a tentar vencer nenhum concurso de popularidade. Devemos recusar-nos a ser intimidados e remetidos ao silêncio. Martin Luther king disse: “… devemos endireitar as nossas costas e trabalhar para a nossa liberdade. Um homem apenas te pode montar se tiveres as costas dobradas”.

Está na hora de nos levantarmos, em todos os sentidos.

Advertisements

Deixa um comentário

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s