Excertos do capitulo 7 do livro “Raça Humana Ergue-te” de David Icke (págs. 164-165)

Os “Maus Judeus” são “Vira-Casacas”

Norman Finkelstein também se debruçou sobre os comportamentos de Israel perante os Palestinianos e os atentados aos seus direitos humanos. Ele disse que Israel era “culpada de terrorismo de estado e que a única diferença entre o terrorismo de Israel e o terrorismo do Hamas, é que o de Israel é 3 vezes mais letal”. As denúncias de Finkelstein sobre esta gente doente e corrupta, tornaram-no bastante perigoso para o estabelecimento Sionista Rothschild, que retaliou da mesma maneira do costume. Foi lançada uma campanha de calúnias, liderada pelo Sionista Rothschild Alan Dershowitz, professor de direito de Harvard e defensor dos “mandados de tortura”, para legalizar esta prática. Quando se é Judeu e não há possibilidade de ser classificado como anti-Semita, o passo seguinte é rotular como “vira-casacas”. Não importa as provas irrefutáveis que tenhas; isso é irrelevante. Eles sabem que se partirem para o debate contra as provas, estão em maus lençóis. Não; o abuso é a sua principal arma. Se os denunciares e não fores Judeu, és anti-Semita. Se os denunciares e por acaso fores Judeu, és “vira-casacas”. Um crítico Sionista Rothschild disse que Finkelstein “era doentio, nojento e o exemplo daquilo que é um vira-casaca”. Tal como um escritor mencionou:

De acordo com esta propaganda, os Judeus que tecem sérias críticas a Israel pelos abusos cometidos para com os Palestinianos, Judeus tal como Norman Finkelstein, Noam Chomsky, Sara Roy e muitos outros, são em suma, “maus Judeus”.

Cabe aos “bons Judeus” neutralizar estas críticas a Israel, ao rotular os críticos de Israel com estas etiquetas, destruindo a sua vida profissional, bloqueando palestras e discursos que possam vir a fazer e, de forma geral, tentar destruir a sua credibilidade perante o público – e perante os presidentes das universidades. Nesta taxonomia, são os “bons judeus” que afirmam falar pelo colectivo judaico.

Para colocar as coisas de outra forma, os únicos “bons judeus” são os Sionistas Rothschild e aqueles que fazem aquilo que lhes é dito. O povo judaico precisa de compreender isto, ou continuará a ser enganado. O Sionismo não significa Judaísmo; significa “Rothschild”. Em 2007, Norman Finkelstein não renovou o contrato (porque foi despedido) com a Universidade DePaul, em Chicago, depois de uma viciosa campanha pessoal contra ele, desenvolvida por Alan Dershowitz, que enviou aos membros da universidade, “um dossier com os mais escandalosos pecados académicos de Norman Finkelstein, onde não faltavam puras mentiras, distorções e citações fora do contexto.” Estou certo de que seria um documento bem recheado. O departamento de Finkelstein e um comité de pessoal da universidade ainda votaram a favor da continuidade, mas ele sofreu com a oposição do Reitor da Faculdade de Artes Liberais e Ciências e pela Administração da Universidade. É assim que os Sionistas Rothschild manipulam – ao controlar ou influenciar as posições-chave das instituições. É demasiado opormo-nos às opiniões de muitos indivíduos, por isso a chave está em ocupar as hierarquias, o topo de cada uma das pirâmides que forma a pirâmide-mãe. O presidente da Universidade, o Reverendo Dennis Holtschneider teve a decisão final e covardemente, curvou-se perante a pressão Sionista Rothschild. Finkelstein foi para a rua. Eu pude falar na Universidade de Toronto no final dos anos 90, apenas porque o responsável na altura se recusou a curvar-se perante a pressão do Congresso Judaico-Canadiano, à Liga Anti-Difamação e ao “defensor dos direitos humanos”, Richard Warman, que não me queriam deixar entrar. Pouco tempos depois, soube que ele foi despedido. Existe uma quebra e um desencorajar da diversidade em todo o sistema educativo, que chega mesmo às universidades. Esta quebra acentua-se cada vez mais, da forma como o professor Noble descreveu, quando falava da Universidade de York, em Toronto. Os Sionistas Rothschild controlam o financiamento, manipulam as políticas e dominam a agenda universitária. Essencialmente, a carreira académica de Norman Finkelstein foi destruída, só por dizer a verdade e foi por essa mesma razão que também o professor Noble e Henry Makow foram transformados em vilões e estão sob ataque. Todos eles têm família judia, mas isso nada importa. O Sionismo Rothschild não quer saber dos interesses do povo Judeu. Interessa-lhe o controlo.

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