Excertos do capitulo 7 do livro “Raça Humana Ergue-te” de David Icke (págs. 161-164)

Rapto da Educação

O professor judeu, David F. Noble, enfrentou a fúria do lobby Sionista Rothschild, quando denunciou o controlo que este exercia sobre a terceira maior universidade do Canadá, a universidade de York, em Toronto. Ele distribuiu panfletos com a mensagem: “Fundação da Universidade de York: O Rabo que abana o Cão (sugestão para Investigação Futura)”. A Fundação é o maior organismo de angariação de fundos para a investigação naquela universidade e o professor Noble disse que ela tinha sido raptada pelo “lobby de Israel” (leia-se Rothschild), para influenciar as políticas da universidade. Ele denunciou também uma influência de Israel mais ampla, noutras instituições ocidentais. Qual foi a reacção do lobby Sionista Rothschild? Chamaram a este professor judeu, “anti-semita”. Que desespero é este? Sem vacilar, o professor Noble instaurou um processo no valor de 25 milhões de dólares canadianas (cerca de 19,5 milhões de euros), no Supremo Tribunal de Justiça, em Ontário, por motivos de difamação. Como arguido temos a Fundação (privada) da Universidade de York; organizações pró-Israel – Hillel de Toronto, a Federação de Apelo à União Judaica, o Congresso Judaico-Canadiano e os seus agentes. O processo acusa estes grupos de tentar, silenciar e caluniar o professor Noble, devido às suas investigações criticas sobre as influências externas à universidade. Ele disse:

Num esforço para acabar com as minhas perguntas, destruir publicamente a minha reputação e isolar-me dos meus colegas, os arguidos lançaram o mais vil dos ataques pessoais – tentar estigmatizar um homem judeu como anti-semita – porque me atrevi a analisar e denunciar as suas perniciosas actividades. Estas pessoas ricas e poderosas pretendem fingir que são amigas do conhecimento superior, quando são de facto, os seus piores inimigos. Acham que compraram uma universidade. Não compraram.

É assim mesmo, amigo.

Uma famosa figura de ódio aos judeus dos Sionistas Rothschild, é o magnifico Norman Finkelstein, que expôs o doentio abuso do povo judeu no seu livro A Indústria do Holocausto: Reflexões sobre as Explorações do Sofrimento dos Judeus. Ambos os pais de Finkelstein sobreviveram à guerra, em campos de concentração Nazis. A sua mãe estava detida no campo de Majdanek e em mais dois campos de trabalhos forçados, e o seu pai esteve em Auschwitz. Todos os outros membros da sua família, materna e paterna, foram assassinados pelos Nazis. Recomendo vivamente o seu livro, se pretendes ver a extensão na qual os Sionistas Rothschild exploram o povo judeu. É de cortar a respiração. Estas pessoas não têm vergonha. Finkelstein demonstra a forma como o número de alegados “sobreviventes ao Holocausto” aumento de 100 mil em 1945, para perto de um milhão, em 1997, à medida que os Sionistas Rothschild iam pedindo cada vez mais informações, para falsas vitimas. “Se todos os que afirmam ser sobreviventes o forem de facto”, disse a sua mãe, “então quem é que Hitler matou?”. Entretanto, os verdadeiros sobreviventes ficaram a perder, porque para os Sionistas Rothschild, eles nada importam. A mãe de Finkelstein recebeu apenas 3.500 dólares (2.800 euros) em compensações, do Governo Alemão, através de organizações Judaicas, ao passo que outros muitos dos quais nunca puseram pé dentro de um campo de concentração, receberam pensões vitalícias, no valor de milhares e milhares de euros. Os Sionistas Rothschild negociaram isto com o Governo alemão, para que as compensações não fossem atribuídas aos indivíduos que realmente sofreram, mas para a reabilitação das “comunidades” judaicas. Por outras palavras, para as organizações Sionistas Rothschild. Ah sim. Houve duas excepções para a política de não-pagamento-a-indivíduos… Os Rabinos e os “líderes judeus de relevo”. Esses receberam mesmo os seus cheques pelo correio e nos padrões monetários actuais, a Alemanha deverá ter pago dezenas de milhar de milhões de euros. A fachada Sionista Rothschild que negociou este ultraje foi a “Conferencia de Reclamações Materiais contra a Alemanha”, onde estavam incluídos o Comité Judaico-Americano, Congresso Judaico-Americano e a B’nai B’rith. Estas são as próprias organizações que dizem que precisamos de “leis de ódio” para proteger o povo Judeu, para os quais se estão a cagar.

Um Rabino denunciou o acordo de compensações, que esboçava as verdadeiras motivações destes autoproclamados “protectores” do povo judeu. O Rabino Arthur Hertzberg disse: “não se trata de justiça; é uma caça ao dinheiro”. O Vice-Presidente Executivo da Conferencia de Reclamações Materiais contra a Alemanha (a “Conferencia das Reclamações”) é um tipo chamado Saul Kagan e Finkelstein diz dele: “o salário anual auferido por Saul Kagan é de… 105 mil dólares. Kagan colhe em 12 dias, aquilo que a minha mãe recebeu por ter sofrido seis anos de perseguição Nazi”. O salário de 100 mil dólares anuais foi em 2000… Imagina só o que será hoje. Kagan ainda está nesse cargo e diz que a organização já assegurou mais de 60 mil milhões em pagamentos compensatórios aos “sobreviventes do Holocausto”, em todo o mundo. Finkelstein escreve:

Nos últimos anos, a Indústria do Holocausto tem-se tornado numa assumida plataforma de extorsão. Afirmando representar os Judeus da Era do Holocausto, por toda a Europa. Adequadamente alcunhada como “o último capítulo do Holocausto”, consiste tanto em espremer os países da Europa, como nas reclamações legítimas dos Judeus, que se voltaram inicialmente para a Suíça. [Depois de uma campanha frustrada, promovida pelo estabelecimento politico americano] a Suíça cedeu finalmente em 1998 e concordou em pagar 1.25 mil milhões de dólares. “O objectivo…”, lia-se num comunicado de imprensa do Banco da Suíça, “é evitar a ameaça de sanções, bem como longos e penosos processos em tribunal”.

Apesar da sua preocupação pelos “necessitados sobreviventes ao Holocausto”, o Congresso Mundial Judaico quer perto de metade dos dinheiros suíços, para as organizações judaicas e “educação sobre o Holocausto”. O Centro Simon Wiesenthal defende que se as organizações judaicas dignas de receberem dinheiro, “uma parte dele deve ir para centros de educação Judeus”. Ao “apontarem” para uma porção maior do saque, tanto as organizações reformadoras como as ortodoxas reclama que… os mortos iriam preferir que o seu ramo do Judaísmo fosse financeiramente beneficiado.

O Congresso Mundial Judaico e o Centro Simon Wiesenthal são apenas mais algumas organizações controladas pelos Rothschild. O historiador Guy Walters denunciou a verdadeira história do “caçador de Nazis”, Simon Wiesenthal, no seu livro Caçar o Mal, acusando-o de ser um mentiroso que apenas apanhou um punhado de Nazis, enquanto deixou escapar o resto. Tal como disse antes, Wiesenthal ignorou o crucial e provável apoio das famílias Rockefeller e Bush aos Nazis, porque ele estava por dentro da cabala – da cabala Rothschild. É por isso que Wiesenthal não estava minimamente interessado em capturar o grosso dos Nazis, incluindo o “Anjo da Morte”, Josef Mengele, que foi levado para a América depois da guerra, para trabalhar em projectos secretos do Governo Norte-Americano, que incluíam genética, controlo mental e alta-tecnologia (ver O Maior Segredo). Guy Walters diz do famoso “caçador de Nazis”:

A reputação de Simon Wiesenthal é um castelo de cartas. Ele era um mentiroso e ainda por cima, um mau mentiroso. Desde o fim da guerra até ao fim da sua vida, ele mentiu repetidamente sobre a sua suposta caça a Eichman, bem como sobre todas as outras proezas de caça aos Nazis. Wiesenthal também inventava elaboradas histórias sobre os seus anos de guerra e fazia falsas afirmações sobre a sua carreira académica.

Walters descreveu aqui a mentalidade recorrente, se não mesmo obrigatória, das linhagens sanguíneas e dos seus peões. São estes sagrados que têm a lata de condenar outros por racismo e de fazer circular mentiras.

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