Excertos do capitulo 7 do livro “Raça Humana Ergue-te” de David Icke (págs. 155-159)

Os Guardiães do Portão

A escala deste constante mal Sionista Rothschild tem sido suprimida através do meso de se ser chamado “anti-semita”. A dinastia Rothschild criou uma altamente financiada rede de grupos “Antídio”, para catalogar de “racista”, qualquer pessoa que se atreva a denunciar ou a condenar Israel, o Sionismo Rothschild ou as suas redes de manipulação nos Estados Unidos e por toda a parte. Políticos, professores universitários, pessoas como eu e todos os outros que estão na arena pública, são imediatamente consideradas “racistas”, se contestarem Israel ou alguém que seja Judeu. Uma destas fachadas Rothschild é a B’nai B’rith, ou “filhos do Convénio”, que foi fundada em 1843. Todos os 12 fundadores oficiais da B’nai B’rith eram provenientes da Alemanha de Rothschild e mudaram-se para Nova Iorque no final dos anos 1820 e ao longo da década seguinte. O grupo chama-se a si próprio “a voz global da comunidade judaica”, quando é uma voz global para os Rothschild Illuminati e funciona como mais uma das malhas, na teia das sociedades secretas. Está muito intimamente ligada com o Rito Escocês da Franco-Maçonaria. Em 1913, a B’nai B’rith deu origem a liga anti-difamação (ADL, Anti-Defamation League), que é hoje a principal organização de catalogação de racismo dos Rothschild. Com uma típica ironia Orwelliana, o objectivo da Liga Anti-Difamação é difamar as pessoas e o nome completo da B’nai B’rith é “Ordem Independente da B’nai B’rith”, quando isso é a ultima coisa que ela é. Só dá para rir, mesmo. “Nós somos o Povo escolhido de entre todos os outros e tu és racista”. Adoro. A B’nai B’rith e a Liga Anti-Difamação afirmam existir para proteger o povo judeu, mas tal como Platão disse: “Esta e não outra é a rota de um tirano; quando surge pela primeira vez, parece um protector.” A ADL é uma subagência do centro Israelita (Rothschild) para operações secretas, a Mossad, a qual de acordo com um dos seus antigos agentes, tem um lema: “pela via do engano, faremos a guerra”. Se não é esse o seu lema, então deveria ser. A ADL está por detrás da apresentação das “leis de ódio”, criadas para silenciar os dissidentes contra o Sionismo Rothschild ou Israel. O académico Judeu, Noam Chomsky, disse isto sobre a ADL, no seu livro Ilusões necessárias:

A ADL já quase abandonou por completo o seu papel inicial de organização de direitos civis, tornando-se um dos “principais pilares” da propaganda israelita, nos EUA, que é como a descreve ocasionalmente, a imprensa israelita. Ela está envolvida em vigilâncias, formulação de listas negras, compilação de arquivos do género do FBI que são depois partilhados com o propósito de difamação, respostas públicas iradas contra o criticismo às acções de Israel e por ai fora. Estes esforços, apoiados por insinuações de anti-Semitismo ou acusações directas, têm por objectivo desviar ou influenciar a opinião pública em relação às politicas israelitas, incluindo a recusa de Israel, com o apoio dos EUA, em chegar a um acordo politico.

O Rabino americano, Michael Lerner, concorda:

Para mim a ADL perdeu a maior parte da sua credibilidade enquanto organização dos direitos civis, quando começou a identificar o criticismo a Israel como anti-Semitismo e ainda para mais, quando não me conseguiu defender, quando comecei a receber ameaças de morte dos grupos Judeus de Direita, por causa das minhas críticas às políticas de Israel, em relação aos Palestinianos. A ADL dizia que estas ameaças não provinham do facto de eu ser judeu e que por isso, estava fora do seu âmbito de acção.

Em primeiro lugar, a ADL nunca foi uma organização de direitos civis. O seu propósito tem sido tirá-los. Em segundo lugar, ela não existe para defender ninguém, seja judeu ou não. O seu propósito são os interesses sádicos da Casa de Rothschild e dos Illuminati. Um dos métodos da ADL é a manipulação dos bastidores da politica, para que sejam introduzidas leis de “crime de ódio”, sob o pretexto de fazer com que as pessoas deixem de manifestar ódio contra outras religiões ou orientações sexuais. A ADL consegue mesmo implementar estas leis, através dos seus fantoches no governo. Mas não é seu objectivo acabar com a discriminação. O verdadeiro motivo é barrar todas as criticas e denuncias de Israel, da Mossad e das actividades da cabala Rothschild, por todo o mundo. Disseste que o bombardeamento de civis em Gaza e queimá-los vivos com fósforo branco é errado? Tu és culpado de um crime de ódio, seu racista! A ADL e a máquina de propaganda Sionista Rothschild, em geral, elevou o termo “hipocrisia” para níveis completamente diferentes. Se fores sinalizado pela ADL, a sua principal arma para te desacreditar, é encorajar o público a odiar-te. Eles não são contra o ódio, aliás, este é a sua própria filosofia e é usado como arma de arremesso. O arsenal da ADL inclui o ódio e o medo e eles estão fortemente empenhados em passar esta propaganda às criancinhas americanas em idade escolar, com o apoio da Associação Nacional de Conselhos Directivos Escolares e de outras organizações. Os Rothschild estão a fazer isto, mas ao mesmo tempo, não há leis que se apliquem ao horroroso racismo dos Sionistas Rothschild. Por exemplo, o Rabino Friedman, nos Estados Unidos, disse isto:

Não acredito na moralidade ocidental. Por exemplo, “não matem civis ou crianças”, “não destruam locais sagrados”, “não combatam nos feriados religiosos”, “não bombardeiem cemitérios”, “não sejam os primeiros a disparar porque isso é imoral”. A única forma de travar uma guerra moral é da maneira judaica: destruam os seus locais sagrados; matem homens, mulheres e crianças (e gado).

E se alguém dissesse isto sobre o povo Judeu? Seriam chamados de vilões ou até mesmo presos; existe uma lei para os Sionistas Rothschild e outra para o resto do mundo, porque são eles que controlam o governo e a aplicação das leis. Estas pessoas publicam leis de “crimes de ódio”, escrevem as próprias leis para o Governo e contudo, seguem as leis extremamente racistas do Talmude. Eles referem-se aos não-judeus como “goyim” ou “goy” (gado) e ficam aqui alguns exemplos do racismo do Talmude:

  • Se um goy bater num judeu, deve ser morto (Sanhedrin 58b);
  • Se um judeu encontrar um objecto perdido por um goy, não precisa de o devolver (Baba Mezia 24a);
  • Se um judeu matar um goy, não haverá pena de morte (Sanhedrin 57a);
  • Aquilo que um judeu roubar a goy, pode guardar (Sanhedrin 57b);
  • Os judeus podem usar subterfúgios para enganar os goy (Baba Kamma 113a);
  • Todas as crianças dos goyim (gentis) são animais (Yebamoth 98a);
  • As raparigas nascidas dos goyim estão num estado de niddah (impureza menstrual), desde o seu nascimento (Abodah Zarah 36b);
  • Os goyim não são humanos. São animais (Baba Mezia 114b);
  • Comer na companhia de um goy é a mesma coisa que comer na companhia de um cão (Tosapoth, Jebamoth 94b);
  • Mesmo os melhores dos goyim devem ser todos mortos (Soferim 15);
  • As relações sexuais entre os goyim são como relações sexuais entre os animais (Sanhedrin 74b);
  • No que toca a um Gentio em tempos de paz, pode-se prejudica-lo indirectamente, por exemplo, remover uma escada, depois dele ter caído num buraco (Shulkan Arukh, Yoreh De ah, 158, apenas na edição Hebraica).

 

A dimensão da hipocrisia dificulta a respiração. Israel até lançou uma campanha publicitária, que incitava a denúncia de Judeus a viver no estrangeiro, que pudessem estar a “correr o risco” de casar com não-judeus. A publicidade na televisão e internet pretendia impedir a “assimilação” de Judeus, fora de Israel (Judeus da Diáspora, como lhes chamam) e apelava a que regressassem a Israel. A ideia é aumentar a população israelita, para que consigam capturar cada vez mais e mais terras palestinas. Uma campanha dizia que a “assimilação” (os judeus casarem com a pessoa de quem gostam) é uma “ameaça nacional estratégica” e avisava: “mais de 50% da juventude da Diáspora assimilam-se e são considerados perdidos para nós”. Perdidos para “nós”? Quem é que esta gente pensa que é? Eles tratam o grosso dos Judeus como se fossem mercadorias. A publicidade incluía cartazes de pessoas desaparecidas, onde surgiam imagens de jovens judeus, com a palavra “perdido” em várias línguas. O narrador do anuncio pede a todos os que souberem de um judeu que viva no estrangeiro, que contacte a linha telefónica e que forneça informações. “Juntos, vamos endireitar a sua relação com Israel, para que não os percamos”, dizia-se. Israel também não reconhece o casamente entre judeus e arabes, que não podem realizar-se em solo israelita. Se qualquer outra pessoa/entidade agisse de tal forma, seria de imediato condenada por Israel e pela ADL. Max Blumenthal e Jesse Rosenfeld denunciaram o racismo israelita, no seu vídeo no Youtube, intitulado Feeling the Hate in Jerusalem (Sentido o Ódio em Jerusalém), no qual judeus americanos de visita ao país, eram interrogados sobre Barack Obama. Seguiu-se uma explosão de bocas mal intencionadas e racistas, que incluíam:  “Poder Branco! Que se Fodam os Pretos!”. Irónico, dado que Obama é o fantoche dos Sionistas Rothschild na Casa Branca, mas esses dadores de cérebro não percebem isso. Também houve um escandaloso racismo por parte dos estudantes israelitas, em relação aos palestinianos. Este vídeo foi banido do Youtube e de outros sites, por ter tido centenas de milhares de visualizações. Se tivesse sido um vídeo de brancos a condenar os Judeus nos mesmos termos, teria havido atenção mediática global e ainda hoje estaria on-line. Que hipocrisia criminosa.

Disse que a ADL é um braço da agência secreta dos Rothschild, a Mossad e ela usa as mesmas técnicas. A ADL foi exposta em 1993, por estar a vigiar árabe-americanos e aquilo a que se chama “grupos progressistas”, recolhendo informação sobre mais de 600 organizações e 10.000 pessoas. Isso incluía a União Americana das Liberdades Civis e 20 sindicatos laborais, na área de S. Francisco. A ADL partilhou esta informação com a Mossad e até passou informação sobre grupos Anti-Apartheid, aos agentes do Apartheid, na África do Sul. É esta a mentalidade destas pessoas, que acusam as outras de racismo. Noam Comsky, que criticou largamente o tratamento que Israel estava a dar aos palestinianos, revelou que a ADL compilou um dossier de 150 páginas sobre ele. Uma pessoa dentro da ADL enviou-lhe o documento, que Chomsky dizia parecer um ficheiro do FBI. “… É obvio que eles têm espiões nas salas de aula, que tiram apontamentos e que depois os enviam para a ADL e outras organizações”, disse Chmosky. “Os grupos compilam então dossiers para sei uso, para condenarem, atacar ou remover membros da faculdade. São como os ficheiros de J. Edgar Hoover [FBI]. É absolutamente desprezível”. A ADL é desprezível. Procura aterrorizar os professores, alunos e autoridades académicas, para que acabem com o criticismo sobre Israel, em nome dos seus amos, os Rothschild. Enquanto escrevia este capitulo, um professor da universidade da Califórnia, em Santa Barbara, estava nas suas miras. O professor de sociologia, William I. Robinson, cometeu o gravíssimo crime de mostrar aos seus alunos, documentos que revelam o impacto de Israel nos assuntos mundiais. Mark Levine, um professor judeu especializado em Estudos do Médio Oriente, disse que grupos pró-israel tinham criado de facto, uma “grande máquina” para atacar os críticos de Israel, nos campus universitários. “Trata-se de grupos poderosos e organizados da comunidade judaica, que usam o medo e a intimidação para garantir que Israel não seja criticada”, disse ele. “Eles atacam qualquer um, especialmente se os críticos forem Judeus, devido ao medo de que se nós os criticarmos, todos o poderão fazer”.

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