Excertos do capitulo 5 do livro “O Instituto Tavistock” de Daniel Estulin (págs. 147 e 148)

Conversa Noticiosa

A maioria tanto dos americanos, como dos europeus, acredita na existência de uma “comunicação social independente”, área crucial para a lavagem ao cérebro da população. A maior parte dos americanos e dos europeus obtém quase todas as informações noticiosas a partir da televisão controlada pelo Estado, pois estão convictos, erradamente, de que os jornalistas não servem o público. Eles são trabalhadores assalariados e servem os donos dos meios de comunicação social, cujas acções são negociadas em Wall Street.

Das seis a oito horas por dia que os americanos passam a ver televisão, por exemplo, uma a duas horas é passada a ver noticiários ou programas sobre questões da actualidade, relacionadas com as noticias. O domínio da comunicação social tem sido objectivo a longo prazo da elite do globo. Em Fevereiro de 1917, o congressista Oscar Callaway emitiu um comunicado que ficou registado nas Actas do Congresso, no qual descreveria as origens do que ele intitulou como a “combinação dos jornais”. Segundo esse relato, os interesses do J.P Morgan Banking e seus aliados “reuniram 12 homens das altas esferas do mundo jornalístico e atribuíram-lhes a tarefa de seleccionar os jornais mais influentes dos Estados Unidos, e um número suficiente deles para controlar em geral a política da imprensa diária dos Estados Unidos”. Actualmente, a New Media Monopoly considera haver cinco empresas a dominar o Quarto Poder na América.

Na edição de Agosto/Setembro de 1993, a prestigiada revista holandesa Exposure delineou os perturbadores pormenores de como o Instituto Tavistock de Análise Comportamental planeava controlar as administrações das três maiores e mais prestigiadas cadeias de televisão dos Estados Unidos: NBC, CBS e ABC. Estas três cadeias de televisão surgiram da Radio Corporation of America (RCA). Tais organizações e instituições, teoricamente em “concorrência” entre si – pois isso faz parte da “independência” que garante aos americanos noticias imparciais -, estão na realidade intimamente relacionadas e ligadas a inúmeras firmas e bancos, tornando quase impossível a tarefa de os destrinçar.

Os grupos de comunicação social americanos estão integrados na situação económica, com ligações a Wall Street, aos centros de estudo de Washington, ao Clube Bilderberg e ao Conselho para as Relações Externas (CRE), e através destes ao principal centro mundial de lavagem ao cérebro, o Instituto Tavistock. O CRE é “o principal centro de estudos de politica externa dos EUA, nos Estados Unidos, e uma das instituições cruciais para a socialização das elites americanas de todos os sectores importantes da sociedade (comunicação social, banca, mundo académico, forças armadas, espionagem, diplomacia, empresariado, ONG’s, sociedade civil, etc.), onde trabalham em conjunto no sentido de elaborarem consensos quanto às principais questões relacionadas com os interesses imperiais da América em todo o mundo. Como tal, o CRE estabelece frequentemente a estratégia para a política americana e exerce uma influência enorme nos círculos políticos, onde os decisores principais são muitas vezes, ou quase sempre, oriundos das fileiras do próprio CRE”. O antigo presidente do CRE, Sir Wilson Lord, fez uma observação interessante ao dizer que “A Comissão Trilateral não domina secretamente o mundo. Quem faz isso é o Conselho para as Relações Externas”.

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