Excertos do capitulo 7 do livro “Raça Humana Ergue-te” de David Icke (págs. 147-150)

Imposto Genocida

Os palestinianos estão a ser sistematicamente esmagados pelos tiranos que mandam em Israel, a favor da verdadeira estrutura de poder naquele país, a Casa de Rothschild. E, como contribuinte de um país do mundo, tu estás a pagar esta matança calculada. As ajudas americanas a Israel ascendem a algo como um terço do custo de todas as operações estrangeiras norte-americanas, enquanto Israel alberga cerca de 0,001% da população mundial e tem um dos maiores rendimentos per capita do mundo. Isto, sem todos os donativos “privados” das empresas e indivíduos americanos, que são dedutíveis nos impostos, mesmo quando são oferecidos a instituições militares israelitas. Isto não acontece com mais nenhum país do mundo. De acordo com o número de 2007, o Governo dos Estados Unidos da América deu mais de 6,8 milhões de dólares (5.5 milhões de euros) a Israel, todos os dias, enquanto os desesperados e devastados palestinianos da Faixa de Gaza recebiam apenas 243 mil euros. A “ajuda” militar americana a Israel aumentou para uma média de três mil milhões de dólares por ano, em 2007, uma soma garantida durante dez anos. Este e outros apoios, tornam Israel no maior recipiente de verbas militares dos Estados Unidos, desde a Segunda Guerra Mundial. Os Estados Unidos são também um dos maiores fornecedores de aviões a jacto, armas e outras tecnologias, a Israel. Como resultado, Israel tem a maior armada de caças F-16 do mundo, logo a seguir aos EUA. No seu livro, o Lobby de Israel e as Politicas Estrangeiras dos EUA, John Mearsheimer e Stephen M. Walt, escreveram:

Desde a Guerra de Outubro, em 1973, Washington apoiou Israel em níveis muitíssimo superiores aos apoios concedidos a qualquer estado. Israel tem sido o maior recipiente anual de apoios económicos e militares americanos, desde 1976 e é o maior, desde a Segunda Guerra Mundial. O apoio directo dos EUA a Israel, totaliza a fantástica quantia de 140 mil milhões de dólares (113 mil milhões de euros), tendo em conta o valor do dólar em 2003.

Israel recebe cerca de três mil milhões de dólares, em ajudas estrangeiras, por ano. Isto é quase um quinto de todo o orçamento norte-americano para ajudas externas. Em termos per capita, os EUA dão um subsídio directo a cada israelita, de 500 dólares por ano. Esta generosidade é particularmente estranha, se tivermos em conta que Israel é hoje um estado industrial abastado, com rendimentos per capita equivalentes aos da Coreia do Sul ou à Espanha.

 

 

A Casa de Rothschild controla Israel e o sistema político dos EUA. A rede que liga os dois, é o Sionismo Rothschild e a ajuda americana a Israel é apenas uma das ramificações do Sionismo a entregar dinheiro a outra. É por isso que estes apoios são tão desproporcionados. O poder desta cabala Sionista Rothschild, que se expande a Israel, aos Estados Unidos, ao Canadá, à Europa, à Austrália e mais além, é como o calmeirão da escola a atacar e a torturar os miúdos mais franzinos, no recreio da escola – o povo de Gaza e do Banco Ocidental. Milhares de homens, mulheres e crianças são mortos ou feridos – muitos ficam deficientes para o resto da vida, enquanto eles bombardeiam os inocentes, conscientes de que a resposta será mínima. É assim que agem estes rufias. Oh, povo bravo de Israel! Os paralelos entre o “Deus” sedento do Antigo Testamento e as acções cruéis dos que governam Israel, são intermináveis. Eles não têm mais compaixão ou mais piedade de um palestiniano, do que teriam de um computador de secretária. Imagina se o Irão, ou qualquer outro país sem ser os Estados Unidos, estivesse a fazer aquilo que os militares israelitas estão a fazer aos palestinianos. O mundo iria condenar esse país globalmente e em bloco, com os EUA e Israel a encabeçarem esta lista. O Conselho de Segurança das Nações Unidas iria aprovar resoluções contra esse país e haveria a exigência internacional de uma intervenção militar, para “salvar os inocentes”. Quando Israel está envolvida, assistimos a ténues pedidos de tréguas e de fim da violência, enquanto “compreendemos a posição de Israel”. À medida que Gaza um dos locais mais povoados da Terra estava a ser bombardeada no início de 2009, o recentemente eleito Presidente Barack Obama, o “Sr. Mudança”, recusava-se a comentar. O silêncio foi a sua única resposta. Ele disse que não podia dizer nada, porque a América apenas podia ter um presidente de cada vez e ele ainda não tinha assumido funções. Engraçado; quando os terroristas estavam a matar pessoas em Mubai, na India, ele não se calava com isso. O “Sr. Mudança” é um fantoche Rothschild Sionista, tal como iremos ver. A Israel controlada pelos Rothschild não se sujeita às mesmas regras do resto do mundo, por todos os motivos que já expliquei. Como antigo Primeiro-Ministro e terrorista, Ariel Sharon disse:

Israel pode ter o direito de julgar os outros, mas ninguém tem o direito de julgar o povo Judeu ou o estado de Israel.

A Primeira-Ministra, Golda Meier, exibiu a mesma arrogância Sionista Rothschild:

Este país existe como cumprimento de uma promessa feita pelo próprio Deus. Seria ridículo, se tivesse de explicar a sua legitimidade.

 

 

 

Ah… Está tudo no Antigo Testamento? Então está bem; Façam aquilo que entenderem… O Governo de Obama é servilmente pró-Israel, não só porque precisava da aprovação do enormíssimo lobby Sionista Rothschild nos EUA para assegurar a sua eleição, mas também porque tem uma administração inundada de Sionistas Rothschild, incluindo o Chefe de Gabinete da Casa Branca e o seu Conselheiro Sénior. O Vice-Presidente, Joe Biden (Sionistas Rothschild), trabalha há muito como moço de recados para Israel e a sua Secretária de Estado, Hillary Clinton, é outro dos fantoches Rothschild que juraram “obliterar” o Irão, caso decidam lançar um ataque nuclear à terra do povo escolhido por Deus. Será que ela “obliteraria” Israel, se este decidisse lançar um ataque nuclear ao Irão? É claro que não. São regras diferentes, estás a perceber? Os palestinianos nunca sequer tiveram uma hipótese. A mesa está torta, o jogo está viciado e sempre o esteve. Se acabarmos com a injustiça, acabamos com a motivação para uma resposta violenta a uma injustiça. Entre colocar as pessoas num estado em que percebam a sua condição patética, ou abrir fogo de imediato, a resposta recai com frequência sobre a segunda. Em vez de atacar a raiz dos problemas, a injustiça, Israel responde com tecnologia bélica de ponta; para se “proteger”. Em 2007, foram mortos 25 palestinianos por cada israelita e na ofensiva israelita de 22 dias à Faixa de Gaza, no início de 2009, a Amnistia Internacional estima que tenham morrido cerca de 1.400 palestinianos, onde se incluem 300 crianças. O número de mortos civis israelitas foi de… três. Isto é muito mais do que “proteger-se”.

Israel possui também um gigantesco arsenal nuclear, que se recusa a comentar ou a reconhecer e é apoiada nisto pela política oficial dos Estados Unidos em nunca perguntar se eles têm armas nucleares, sabendo muito bem que eles já as têm pelo menos há 30 anos. Obama disse que iria perpetuar esta política, ao mesmo tempo que condena qualquer outro país que se recuse a permitir as inspecções oficiais, em busca de armas nucleares. Mohamed El Baradei, Director Geral da Agência Internacional para a Energia Atómica, disse que “Israel é a ameaça número um, para o Médio Oriente”, devido à sua capacidade nuclear. Ele diz que o Governo Israelita tem-se recusado a permitir vistorias às suas instalações nucleares, há mais de 30 anos. Como é que eles se safam com isto? Os Rothschild são proprietários de Israel, do seu arsenal nuclear e dos EUA. Mordechai Vanunu, antigo assistente técnico nuclear, revelou pormenores sobre o programa de armamento nuclear israelita a um jornalista inglês, em 1986. Ele foi depois atraído para Itália, por uma mulher judaico-americana chamada Cheryl Bentov, tendo sido drogado e raptado pela Mossad a agência de serviços secretos Rothschild, tendo estado preso durante 18 anos, por motivos de “traição e espionagem” – 11 deles foram passados na solitária. Aparentemente, Bentov usa agora o nome de Cheryl Hanin e trabalha numa imobiliária na Florida, apesar de só ela saber como é que consegue dormir a noite. Vanunu é um prisioneiro político e é-lhe negada a liberdade de expressão. Desde a sua libertação, em 2004, que ainda está sujeito a uma longa lista de restrições, nas suas deslocações e na sua liberdade de expressão. Já foi preso por várias vezes, por tentar dar entrevistas a jornalistas estrangeiros e fugir de Israel. Em Dezembro de 2009, Vanunu foi preso por ter uma namorada norueguesa, que aqueles malucos disseram que violava a sua interdição de contacto com estrangeiros. O seu advogado, Avidgor Feldman, disse que Vanunu foi preso por ter uma namorada norueguesa, que a polícia já interrogou. “Vanunu foi preso devido a uma relação entre um homem e uma mulher, que por acaso era cidadã norueguesa”, disse o Sr. Feldman. “Ele não está a ser acusado de estar a revelar segredos. Ela não está interessada nos assuntos nucleares – ela está interessada em Mordechai Vanunu…”. Imagina de novo se o Irão ou outro qualquer país do Médio Oriente fizesse isto. O Governo Americano não pararia de gritar bem alto aos microfones, com vozes de condenação e com a afirmação de que isto era a afirmação de um regime tirânico. Qual foi a reacção do “Governo da Terra dos livres” à situação de Vanunu? Silêncio.

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