Excertos do capitulo 7 do livro “Raça Humana Ergue-te” de David Icke (págs. 142-147)

Sem Empatia, Sem Piedade

O plano é matar ou expulsar o povo Palestiniano, com recurso à pobreza, fome e guerra, permitindo que os Sionistas Rothschild se expandam para uma “Israel Maior”. Este plano está a decorrer a bom ritmo. Eles procuram estabelecer uma “Israel Maior”, que inclua a sua antiga terra da Suméria e da Babilónia e este foi um dos motivos a longo-prazo, da invasão do Iraque, americana-inglesa-Rothschild. Enquanto os Sionistas Rothschild não se calam com o racismo, Israel transformou-se num Estado profundamente Apartheid – não só entre Judeus e Árabes, mas também entre os diferentes “níveis” de Judeus. Os Ashkenazi da Suméria-Babilónia estão sempre por cima, naturalmente, ao passo que os Judeus negros da Etiópia estão no fundo da cadeia, ameaçados por um profundo racismo. Foi revelado que as mulheres negras etíopes, em idade fértil, estavam a ser injectadas com droga de controlo de nascimentos, Depo-Provera, para impedir que tivessem filhos. Contam-se em 57%, o número de mulheres negras etíopes em Israel, que usam Depo-Provera, sendo que a população etíope é menos de 2% de toda a população do país. As dádivas de sangue dos negros etíopes são também constantemente deitadas para o lixo. O governo Apartheid da África do Sul usava Depo-Provera, muitas vezes pela força, para limitar a fertilidade das mulheres negras e aqui vemos que Israel Apartheid está a fazer o mesmo. Hedva Eyal foi a autora desta reportagem sobre o escândalo, publicada pela Woman to Woman, uma organização feminista sedeada em Haifa, no Norte de Israel. Ela escreveu:

Trata-se de reduzir o número de nascimentos numa comunidade que é negra e bastante pobre. A política silenciosa é que apenas crianças que sejam brancas e os Ashkenazi, são bem-vindos em Israel.

Sim! E é feito sob as ordens do regime Apartheid Israelita, que não se cala com aquilo que consideram ser o “racismo dos outros”. Os Árabes Palestinianos foram guiados até à pequeníssima Faixa de Gaza e a outro enclave Palestiniano, conhecido como Banco Ocidental. Esta está ocupada pelo exército israelita e os colonos israelitas ilegais no local estão a avançar rapidamente, para assegurar que também esta porção de terra integre a “Israel Maior”. Ao mesmo tempo que demolem casas Palestinianas por serem “ilegais”, constroem uma gigantesca muralha – a “Barreira de Segurança” – que foi inventada para roubar solo Palestiniano, dividir as famílias, reduzir ou negar o acesso à água, comida e tratamentos médicos, entre outras privações. Estima-se que a muralha roube 12% do território Palestiniano, no Banco Ocidental e em Jerusalém Oriental. Os Palestinianos na Jerusalém Oriental, que fica dentro da muralha, estão também a ser sistematicamente expulsos das suas casas pelos colonos Judeus, “parques” Judeus e “locais arqueológicos Judeus, geridos pelas organizações de colonização judaica. Tudo isso está a ser apoiado com dezenas de milhões de dólares em donativos, de Sionistas Rothschild de todo o mundo. Quando os Palestinianos protestam pacificamente contra o tratamento implacável a que estão sujeitos, são atacados com gás lacrimogéneo. Coloca as palavras “Israeli soldiers fire on Al Jazeera correpondent” (soldados israelitas disparam sobre correspondente da Al Jazeera) e verás. O Tribunal Internacional de Justiça decidiu unanimemente, a 9 de Julho de 2004, que a “construção da muralha que está a ser construída por Israel e pelo seu regime, é contrária à lei internacional…”. O tribunal decretou que a construção deve parar e o que foi construído, deve ser desmantelado, que os territórios Palestinianos devem ser devolvidos e que devem ser pagas compensações. As autoridades israelitas mostraram um dedo feio ao tribunal. Elas não reconhecem a lei internacional, excepto quando esta se aplica aos outros e também não respondem a quaisquer resoluções das Nações Unidas, quando isso significa qualquer tipo de justiça para o povo Palestiniano. Qual foi a resposta da “comunidade internacional” a esta resposta “vai-te lixar, pá”? Zero. Lembra-te que se trata de Israel. Nada é feito porque os países ocidentais também são controlados pelos Rothschild e vergam-se perante eles. O que é ainda pior, o Presidente Barack Obama (Sionista Rothschild) e a sua secretária de estado (Hillary Clinton), concordaram no Outono de 2009, deixar de “exigir” que Israel parasse de construir colonias em territórios ocupados à Palestina, mas que em vez disso, os “racionalizasse”. O que é que essa merda quer dizer? Não quer dizer nada, exceptuando: “façam o que quiserem, que nós fechamos os olhos”. Este mesmo Obama “ganhou” o prémio Nobel da paz e apresenta-se por ai como “o homem que se interessa”. Marioneta dos Rothschild, do início ao fim. Em 2009, Tzipi Livnni, a Ministra dos Negócios Estrangeiros israelita na altura da invasão de Gaza, teve de evitar viajar para Inglaterra, porque os manifestantes Palestinianos conseguiram um mandato de captura contra ela, por crimes de guerra. A resposta do Governo Britânico foi que ia mudar a lei, para que tal não pudesse acontecer de novo. A parcialidade foi mais que evidente.

Repara só na falta de resposta e de reacção, no inicio de 2009, quando Gaza estava a ser bombardeada por terra e ar, pelos bravos homens de Tel Aviv. Os aviões a jacto e tanques israelitas, equipados com a mais recente tecnologia, fornecidos pelos EUA, bombardearam constantemente alvos civis, numa terra desolada e atacada pela pobreza, que funciona como um campo de detenção para seres humanos, que o Governo de Israel preferia ver mortos. Os mentirosos e criminosos porta-vozes de Israel disseram não ter atacado civis. Não; apenas bombardearam o sítio onde eles viviam. Alguns soldados israelitas ficaram tão chocados com aquilo que lhes foi pedido para fazerem, que organizaram um grupo chamado “Quebrar o Silêncio”, para denunciar as mentiras do Governo Israelita. Os seus testemunhos confirmam a chacina impiedosa e a destruição em Gaza, que é a política militar israelita. Um deles disse: “os soldados não receberam ordens para disparar sobre todas as pessoas que vissem, mas foi-lhes dito que quando se aproximassem de uma casa, a uma certa distância, que aparecesse quem aparecesse – mesmo que fosse uma velhinha – que fosse abatida”. Outras declarações dos soldados revelaram o seguinte:

  • Os civis Palestinianos foram usados como escudos humanos para os soldados quando estes entravam em estruturas;
  • Grandes números de casas e de outros edifícios, foram demolidos por precaução ou para limpar as “linhas de fogo”;
  • Alguns soldados tinham maus comportamentos e excessiva agressividade;
  • Vandalismo da propriedade Palestiniana;
  • Os soldados dispararam sobre os tanques de água, numa altura de grande escassez de água para os Palestinianos;
  • Foi usado fósforo branco, que queima as pessoas vivas, em áreas civis, de forma extremamente irresponsável;~
  • Tem havido muito poucos confrontos directos com os “militantes Palestinos”, com os quais supostamente deveriam combater;

Este último ponto é fácil de explicar. O ataque a Gaza tinha por fim destruir a capacidade dos Palestinianos para sobreviver, não para travar “militantes” e foi por isso que a população civil foi o principal alvo. Parabéns aos soldados israelitas que falaram, porque as suas almas são maiores do que as suas mentes. O mesmo se aplica aqueles fantásticos jovens israelitas, que até se recusam a alistar-se no exército, por estarem enojados com o tratamento aplicado ao povo Palestiniano. São seres humanos muito especiais, porque os seus corações são mais poderosos que o medo das consequências – que incluem serem presos por se recusarem a ser assassinos, para um governo doente e malvado. Um dos poucos políticos ou figuras da administração que se pronunciou, foi o representante Judeu das Nações Unidas, Richard Falk. Ele disse: “os ataques aéreos israelitas à faixa de Gaza representam graves e grandes violações das leis humanitárias internacionais, definidas na Convenção de Genebra, tanto através das obrigações de uma Força de Ocupação, como nas leis da guerra…”. Estas violações incluíram:

  • Castigo colectivo: a totalidade dos 1,5 milhões de pessoas que vivem na densamente povoada Faixa de Gaza, foram castigadas pelas acções de um punhado de militantes;
  • Alvos civis: foram realizados ataques aéreos, com o objectivo de atingir áreas civis, numa das mais densamente povoadas porções de terra do mundo, seguramente a mais povoada do Médio Oriente;
  • Resposta militar desproporcionada: os ataques aéreos não só destruíram todas as infra-estruturas da polícia e de segurança do Governo eleito de Gaza, mas mataram e feriram centenas de civis. Pelo menos um dos ataques atingiu grupos de estudantes, que tentavam encontrar transporte para casa, a partir da universidade.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, o vicioso extremista Sionista Rothschild, mesmo à luz deste e de outros relatórios sobre crimes de guerra israelitas, disse que nunca iria permitir que os líderes israelitas ou os seus soldados, fossem levados a tribunal, por aquilo que fizeram. Com os Rothschild na sua sombra, ele sabe que tem o poder para cumprir esta promessa. Tony Blair (Sionista Rothschild), um fantoche nas mãos dos Rothschild, apoiou publicamente esta tomada de decisão. É claro que o fez. Foi por isso que lhe foi atribuído o “cargo” de enviado especial para o “Médio Oriente” das Nações Unidas, União Europeia, Estados Unidos e Rússia, apesar de mentir friamente para justificar o homicídio colectivo de árabes, no Iraque. Eles riem-se de nós; mas não por muito tempo. Um juiz Sul-Africano Judeu, Richard Goldstone, com ligações íntimas com o Estado de Israel, apresentou um relatório de 575 páginas às nações unidas, das invasões israelitas de Gaza, entre 2008 e 2009. Ele disse: “a missão concluiu que um vasto número de crimes de guerra e, até possivelmente crimes contra a humanidade, foram cometidos pelas IDF (Forças de Defesa Israelista)”. O Governo Israelita, liderado por extremistas e loucos como Netanyahu, Haganah e o terrorista Shimon Peres, cambalearam sob o horror de poderem vir a ser condenados pela opinião pública, pelo homicídio de pessoas inocentes e indefesas. É claro que os Estados Unidos da América e o império global dos Rothschild estavam lá para os defender. És uma vergonha Obama; uma vergonha por tudo aquilo que proclamas, que supostamente defendes e que representas na verdade.

Os palestinianos a “viver” em Israel, no Banco Ocidental ocupado por Israel e em Jerusalém Oriental, vêm diariamente as suas casas arrasadas ou assaltadas e as suas terras confiscadas para os colonos Judeus. Israel é agora dona das propriedades de mais de 4 milhões de refugiados Palestinianos, que se encontram sob custódia internacional, enquanto aguardam que um “acordo de paz” (que nunca vai chegar), decida quantos dos refugiados é que poderão regressar às mais de 400 aldeias destruídas pelos israelitas. Isso, é claro, não é suficiente para o brutal e insaciável governo israelita, que num acto de violação da lei internacional, começou a vender estes terrenos aos colonos Judeus. Estas pessoas personificam todo o significado da palavra “mal”. Num dos incidentes, o Supremo Tribunal Israelita decidiu em Agosto de 2009, que as forças de segurança israelitas despejassem nove famílias palestinianas pela força, num total de 53 adultos e 20 crianças, das suas casas no distrito de Sheikh Jarrah. As propriedades foram depois dadas a uma organização judaica. Duas dessas famílias ficaram a viver na rua, perto daquelas que foram as suas casas. Enquanto isto acontecia, os habitantes da aldeia de Bedouin, em Amra, estavam a ser intimidados e assediados, num esforço para os expulsar das suas terras. Eles são descendentes dos poucos milhares de pessoas de que conseguiram ficar, depois das expulsões em massa de 1948 e do terrorismo que fundou Israel. A tribo Tarabina, todos eles cidadãos israelitas, deram por si com a sua única estrada fechada e com posto de vigia permanentes no caminho de terra de acesso alternativo, onde as autoridades passaram a exigir os documentos e a parar todas as viaturas, para uma minuciosa inspecção. Foi instalado arame farpado em torno da aldeia e chegaram a ser presas crianças com oito anos de idade. De facto, desde da ocupação israelita da Jerusalém Oriental Palestiniana, do Banco Ocidental e da Faixa de Gaza, em 1967, já muitos milhares de crianças palestinianas foram presas pelos militares israelitas. Foram vendadas, algemadas, “interrogadas” e depois, abusadas verbalmente e fisicamente. Tulab Taranibum dos residentes de Amra, disse: “quatro quintos dos nossos jovens já têm um ficheiro na polícia e os nossos condutores estão a ser sucessivamente multados, por supostas violações ao código da estrada. Sempre que nos mandam parar, a polícia pergunta-nos: “porque é que vocês não vão embora?”. As autoridades israelitas querem usar aquelas terras para construir casas para os seus colonos. Morad al Sana, um advogado do centro legal de Adalah, para as minorias Árabes em Israel, disse: “A política em Israel é que, quando os judeus precisam de terra, o Bedouin deve-se retirar – sem importar a quantidade de anos há que vivem nas suas casas ou o facto que a sua existência aqui é muito anterior à criação de Israel. O crime dos Tarbins é a sua recusa em ir-se embora”. Estas pessoas são implacáveis e brutais e o mundo ignora-as e ignora Israel, o estado mais racista da Terra. Em Janeiro de 2010, as insensíveis autoridades israelitas abriram uma barragem e permitiram a inundação de aldeias em Gaza, sem qualquer pré-aviso. As famílias ficaram presas dentro das suas casas, ou tiveram de subir para os seus telhados, para fugir às águas. Aqueles que estavam alojadas em tendas, devido às dezenas de milhares de casas destruídas pelos bombardeamentos israelitas, sofreram ainda mais, enquanto estes criminosos israelitas continuam a campanha para os expulsar da sua terra-natal.

 

 

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