Excertos do capitulo 7 do livro “Raça Humana Ergue-te” de David Icke (págs. 139-142)

Alvo: Palestina

O governo inglês controlado pelos Rothschild disse aos árabes da Palestina durante a 1ª Guerra Mundial, que se estes combatessem os Turcos Otomanos e que se os expulsassem da Palestina, seriam recompensados com um país independente. O secretário dos negócios estrangeiros da altura era Lord Balfour, um iniciado nas sociedades secretas dos Rothschild; sim, o mesmo tipo que na sua carta para os Rothschild, jurou o apoio do Governo Britânico a uma pátria judia, na Palestina. Os árabes concordaram com este acordo-que-nunca-o-foi e com o apoio de um tenente inglês, o Tenente-Coronel Thomas Edward Lawrence – “Lawrence das Arábias” – o Império Otomano foi derrotado. A recompensa dos árabes não foi, como é óbvio, a independência. A Grã-Bretanha assumiu a administração da Palestina, até à chegada dos Sionistas Rothschild. Os árabes foram enganados, tal como mais tarde Lawrence veio a admitir e têm vindo a ser enganados desde então. Todos estes “mapas” e “processos de paz” são sempre concebidos para nunca levar a lado nenhum. Os Rothschild estão basicamente a segurar a sua posição, até que os palestinianos deixem de existir. Os Rothschild tinham uma ambição, quando chegaram finalmente à Palestina, depois da 2ª Guerra Mundial – expulsar os Palestinianos das suas terras e expandir constantemente as fronteiras de Israel, através da guerra e da intimidação. A “pátria judaica” foi desde o início um subterfúgio engendrado pelos Rothschild e implementando pelas redes globais das sociedades secretas, de famílias consanguíneas, cuja maior sociedade secreta se chamava Sionismo. Os Rothschild apoiaram financeiramente os primeiros colonos europeus em Israel, manipularam os acontecimentos na Alemanha Nazi, que levaram ao terrivel tratamento de que os judeus foram alvo e depois, usaram como desculpa para atingir o seu objectivo traçado há muito tempo, a compaixão para com os judeus, devolvendo-lhes a “terra prometida”. Os rufias Sionistas Rothschild passam a maior parte do seu tempo a condenar as acções terroristas dos outros, quando o seu próprio Estado foi fundado sobre bases de acções terroristas do género mais grotesco, através de grupos como os Irgun, Haganah e o Stern Gang. Eles fizeram nascer Israel dos bombardeamentos e das acções de terrorismo, tendo-se depois fundido, para formar as Forças de Defesa de Israel (IDF, Israeli Defence Forces), que continuam a bombardear os Palestinianos nos dias de hoje. Entre as chefias destes e de outros grupos, estavam Menachem Begin, Yitzhak Shamir e Ariel Sharon, carniceiros que viriam a ser Primeiros-Ministros do estado de Israel e que têm a lata de condenar o terrorismo árabe. A chacina continua diariamente, com o objectivo de destruir o povo palestiniano. A ideia sempre foi a sua destruição metódica, mesmo antes de ter sido criada Israel. A Declaração Balfour, ao apoiar a fundação de uma pátria judaica, disse que “nada será feito para prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não-judaicas, existentes na Palestina”. Só se for piada! O pateta Rothschild, Chaim Weizmann, viria a dizer mais tarde: “com respeito à questão árabe – os ingleses disseram-nos que várias centenas de negros lá, mas que isso não é de importância”. Nem nunca mais foi, porque o objectivo de destruir estas populações nunca esteve mais próximo. O primeiro Primeiro-Ministro de Israel, outro terrorista chamado Bem-Gurion, não fazia segredo deste facto, no seu círculo mais próximo. O antigo Primeiro-Ministro israelita, Yitzhak Rabin, escreveu na versão não censurada das suas memórias, um texto que foi publicado no New York Times, a 23 de Outubro de 1979:

Passeámos no exterior, na companhia de Ben-Gurion. Allon repetia a sua pergunta – “o que se deve fazer com a população palestiniana?”. Bem-Gurion acenou com a sua mão, num gesto que dizia, “expulsem-nos!”

As campanhas bombistas contra os Palestinianos de Gaza são apenas mais um passo nesse sentido. Eles empurraram os Palestinianos até à Faixa de Gaza, que é pouco mais do que um campo de concentração, com as “forças de defesa israelitas” a controlarem tudo o que entra e tudo o que sai – pessoas, comida, medicamentos e outros bens essenciais. Quando os israelitas fecham os seus postos fronteiriços, os Palestinianos ficam encurralados à mercê daqueles sem alma que controlam o governo de Tel Aviv e as forças militares sob ordens dos Rothschild. Um escritor descreveu as condições em Gaza:

…os pregos israelitas encerram o caixão que é Gaza, sob um cerco que já dura há cerca de 3 anos, constantemente intensificado, de tal modo que a fome rivaliza com aquelas que existe na África sub-Sahariana. Os esgotos correm a céu aberto nas ruas e polui o oceano, as casas estão a ser demolidas, para acentuar castigos atrás de castigos: homens, mulheres e crianças ainda são raptados e mortos; as crianças são ensurdecidas pelas constantes explosões e a esmagadora maioria delas sofre de síndrome pós-traumático. Muitos dos habitantes não têm outra ambição, que não tornarem-se em “mártires”…

E já piorou bastante desde então. Repara no roubo constante da Palestina, e verás qual foi o plano presente por detrás disto. Como é que alguém pode ser tão desumano para um povo inteiro? Os palestinianos, tal como o resto da população mundial, onde se incluem também os Judeus, são apenas animais, para os Sionistas Extremistas. O Primeiro-Ministro Israelita e terrorista, Menachem Begin, descreveram os Palestinianos num discurso lido no parlamento israelita, como “animais de duas patas”. Outro Primeiro-Ministro e terrorista, Yitzahk Shamir, disse aos colonos Judeus em 1988, que os Palestinianos seriam “esmagados como gafanhotos… com as cabeças esmagadas contra pedras e paredes.” O primeiro-ministro e terrorista, Ariel Sharon, então Ministro dos Negócios Estrangeiros, confirmou em 1998 qual o verdadeiro plano para os Palestinianos: “é o dever dos líderes israelitas, explicar à opinião pública, clara e corajosamente, um certo número de factos que são esquecidos ao longo do tempo, o primeiro destes é que não há Sionismo, colonização ou Estado Judaico, sem a expulsão dos Árabes e a expropriação das suas terras.

 

 

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