A U.E escravizou o povo

FRENTE DO ALGARVE LIVRE DE TRANSGÉNICOS
Considerando que foi a U.E. que proibiu semear, colher, vender e não
poder ter sementes, nem as dar e abastecer, significa que nada irá haver
para comer e assim tudo concorre para a agricultura desaparecer.
Como esta U.E. evoluiu para um SUPERESTADO EUROPEU, cujo estatuto
reduz os estados membros a simples províncias, colónias ou
protetorados e à perda da sua soberania, em conformidade com o
estipulado no TRATADO DE LISBOA, ao qual os estados membros estão
condicionados. Neste contexto, é estranho que os estados membros
continuem a aprovar leis reprovadas pelo TRATADO. Parece que os
estados membros optaram por apresentar a mesma fachada, quer na
aprovação da lei quer mantendo as instituições em atividade.
Orquestrando os habituais expedientes para fabricar a ilusão quanto à
continuidade da nossa soberania. Mais: constroem contactos com uma
U.E. fictícia, subsistindo a aparência, o embuste, a lengalenga, enquanto
o povo continua a ser esmifrado e proibido de semear, etc. (A
engrenagem do SUPERESTADO EUROPEU E O TRATADO DE LISBOA está
documentada nas páginas 276 e 277 do livro “THE GLOBAL ECONOMIC
CRISIS” do professor jubilado de economia Michel Chossudovsky )
O que acabamos de relatar, denuncia um cenário ardiloso montado pelo
personagem que faz parte duma dinastia que deste sempre foi aquela
qua mais ordenou até agora nos seus governos fantoches do mundo que
ela controla. O nome do personagem que tão conhecido se tornou neste
país, é o barão Rothschild, graças ao poeta Guerra Junqueiro, que o
denunciou, numa quadra na página 95 do seu livro, “ A Velhice do Padre
Eterno”. Este poeta merecia ser eterno. Se assim fosse, ele revelaria na
sua poesia, como o barão se apoderou da América, da Europa dos
Bancos e dos quadriliões de Dólares que ele usurpou. Ele e a sua
dinastia retiveram esses quadriliões, que colocaram fora da circulação
fiduciária. Assim, foi criada a estagnação, a austeridade imparável e a
miséria. Com aqueles quadriliões são financiadas as guerras fomentadas
pela dinastia, que começaram há 150 anos, e não tem fim a ferocidade
dos facínoras espalhada pelo Mundo.
Ainda assim, como convém limpar a má imagem e manter a fachada,
constituíram a Convenção de Munique sobre a Patente Europeia que foi
aprovada pelo decreto 52/91 de 30 de Agosto e na alínea b) do artigo
53º, estipula que as variedades vegetais não podem ser patenteadas.
Não obstante esta determinação, o Instituto Europeu de Patentes
concedeu à Monsanto e à DUPONT o patenteamento de paprica,
pimenta e girassol, enquanto que estas empresas e a Syngenta
extorquiram desde longa data sementes convencionais, tendo-se
apoderado de 50% do mercado de sementes. É a atitude do vale tudo e
o comportamento de quem faz o que lhes apetece.
Não se contentaram com a proibição de semear pela U.E. acrescidas dos
restantes impedimentos, que conduz ao desaparecimento da
alimentação e da agricultura.
Para este mal tão monumental, uma resolução de rejeição e repúdio da
lei das sementes, deve ser completada com a eliminação da proibição de
semear e de todos os impedimentos acima citados. Eliminação esta que
deve ser exigida à U.E. uma vez que a proibição de semear etc., irá
extinguir o povo Português pela fome.
JUSTIFICAÇÕES APRESENTADAS NO APOIO AO PEDIDO DE RESOLUÇÃO
NO SENTIDO DE SER ELIMINADA A LEI DAS SEMENTES E A PROIBIÇÃO DE
TODOS OS OBSTÁCULOS IMPEDITIVOS DA PRÁTICA AGRÍCOLA, A SABER:
1º – Os agricultores deste país sempre cumpriram a sua missão de
cultivar as suas propriedades. Essa missão tornou-se numa constante
realidade, comprovada pelo abastecimento de alimentos às populações
deste país.
2º – A realidade e a motivação desse tempo era outra. Assentava na
preocupação de economizar. Tal prática convergia com o fraco poder de
compra do povo resultante de baixos salários, contudo esse fraco poder
seria talvez mais favorável quando comparado com as da atual
austeridade.
Além disso, todas as terras do país estavam semeadas, com o recurso à
ajuda dos animais que contribuíam para a existência de reservas de
adubo orgânico.
Um estudo do professor Jubilado Delgado Domingos, conclui que usando
animais, se consumia um de energia e onze rendia. Com os tratores
passou o consumo para onze e rendia só um. Além disso, o peso dos
tratores comprimia os solos, afetando a vida dos micro organismos, o
que não acontece com a utilização de animais.
3º Nas múltiplas explorações agrícolas de pequena e média dimensão, os
agricultores sempre se excederam em atenções para utilizar as melhores
práticas agrícolas, que associavam o melhoramento da qualidade das
sementes com o uso de terriços, que era o nome das compostagens
desse tempo, recorrendo aos restos de plantas e ao mato ou ainda a
siderações com tremoçilha ou de outras sementeiras fornecedoras de
azoto. Toda esta dedicação só pode resultar em colheitas rentáveis e de
alto valor nutritivo, incomparável com a industrialização da agricultura
química, que produz alimentos pobres e doentios e mais doentias são,
quando se trata de colheitas transgénicas que esterilizam os solos.
Ora, são estes agricultores que praticam as melhores técnicas que são
visitados por uma personalidade de alto valor, agricultor em Figueiró dos
Vinhos, que se desloca sozinho, durante três meses, a subir e a descer
montanhas, afim de contactar e aprender com aqueles agricultores as
suas técnicas de cultivo e conhecer os seus resultados. Procede à recolha
das suas sementes de alta qualidade que são distribuídas pelos sócios da
Associação COLHER PARA SEMEAR. Trata-se duma iniciativa desta
Associação, que também organizou seminários com a presença dos
engenheiros das Direções Agrícolas, que se limitam a preencher o
espaço de observadores. Deste modo, verificou-se a diferença entre a
inércia das entidades públicas e o empenho da sociedade civil
constituída por agricultores que se desdobram na aplicação das boas
práticas relativas a imensos cuidados sem os quais não era possível
melhorar e conservar um património na defesa da qualidade da vida
humana.
4º – Em certo momento do debate, um dos senhores deputados duvidou
da produtividade da agricultura biológica e da sua competitividade. Ora,
o que acontece nos países europeus com longa tradição neste método
de cultivo, é exatamente ao contrário. Aliás, foi referido que tinha sido
publicado um estudo quanto à produtividade superior do cultivo não
OGM na Europa e E.U.A, comparado com o dos OGM´S. Esse estudo
tem a data de 3-07-2013. Nestas circunstancias, é fácil concluir que os
rendimentos da agricultura biológica só podem ser superiores, uma vez
que os seus solos são beneficiados quer com a aplicação de siderações
de variadas e repetidas sementeiras de trevos, ervilhacas, etc., ou ainda
de compostagens, sendo que a mais rica e mais completa, chama-se
compostagem biodinâmica de Rudolf Steiner, porque nela são
introduzidos sete preparados biodinâmicos, que captam energia
cósmica, e dai resulta que ela fornece três vezes mais energia do que o
estrume e mantém a estrutura dos solos e o seu PH em condições de
conviver em harmonia com os seus micro-organismos. Também se pode
recorrer ao método de cultivo em família, semeando em linha, feijão e
couves, cujas raízes se alimentam entre si, ou rabanetes e alfaces, etc.
Existem muitas outras particularidades como é o caso de usar uma
planta, cujo cheiro afasta os insetos que são uteis para alimentar as
aves. Assim, tudo se aproveita e os ecossistemas agradecem. Assim, a
agricultura biológica é aliada da paz e da qualidade de vida ao contribuir
para nutrir os cidadãos com alimentos saudáveis ricos em
oligoelementos. Dispondo-se destes meios, garante-se a saúde e podese
evitar consideravelmente o recurso aos hospitais. Ao poupar assim,
pode-se concorrer para o restabelecimento do equilíbrio financeiro dos
países e retirá-los da austeridade que os malfeitores criaram.
5º – A genética é uma mistificação. É assim que os autores de sete livros
se pronunciam e classificam a existência dos genes como oportunistas.
Também Jacques Testart, director de investigação, autor de vários livros
apresenta a terapia genética como um gigantesco Bluff que pode
desencadear o cancro e leucemia.
Foi editado pela TERRAMAR, um livro de Bertrand Jordan, director de
pesquisas em Paris, sob o título ”OS IMPOSTORES DA GENÉTICA” que
também tem dúvidas acerca das interpretações deformadas e longe da
realidade.
Macrobioticamente falando, a saúde do ser humano corresponde á
polarização dos alimentos e aos efeitos contrativos e expansivos que
têm origem no mundo das vibrações cósmicas e das suas espirais que
estão relacionadas com a criação dos nossos órgãos e alimentos, ambos
contrativos e expansivos mas complementares.
Na prática, o fenómeno contrativo representa o sódio e o expansivo o
potássio. O soro dos hospitais corresponde ao equilíbrio do sódio
(contrativo) e do potássio (expansivo). Paralelemente, a alimentação
macrobiótica contém o mesmo equilíbrio, resultando daí a saúde que é
consequência duma limpeza contínua do organismo humano.
Com o beneficio desta alimentação, não há herança hereditária que
resista à justiça biológica porque o familiar rompeu com os maus
hábitos alimentares da família.
Se a alimentação macrobiótica muda a doença em saúde, os supostos
genes que existem durante a doença só podem ter mudado e ter-se
desdobrado noutros valores quando se conquista a saúde. Ou seja: a
haver genes eles estão sujeitos a mudança, quando muda o
comportamento alimentar. Por outro lado, e além da carne ser doentia
porque os animais também comem rações como a soja e o milho
transgénico, referida carne é contractiva e incompatível com o fígado
ao ser também contrativo. Como o dito fígado pertence á energia
Madeira que polariza com cereais e vegetais, o organismo humano
convive bem com eles e prefere-os. Quando se come carne, apetece
álcool, pois estando ela classificada como um extremo contrativo é
atraída por um extremo expansivo. Advém daí que o álcool causa os
diabetes porque as células que segregam a insulina pasmam. Os resíduos
da carne também causam o cancro do intestino. Também devemos
considerar o inconveniente de um kilo de carne consumir 22 kilos de
cereal que pode alimentar uma pessoa durante dois meses, tornando-se
óbvio que o consumo de carne é responsável pela fome no Mundo.
Todos este ensinamentos estão relacionados com a macrobiótica, que
ajuda a esclarecer muitos aspetos cruciais, e ainda que ela exija um
estudo longo e aprofundado para nos apercebermos de todas as suas
vantagens até atingirmos um grau de compreensão e de conhecimentos
suficientes que possibilitam o êxito na cura das pessoas.
6º – A revista “ECOLOGIST” publicou um estudo relativo á capacidade da
agricultura biológica poder alimentar o Mundo na condição de ser
abandonado o consumo de carne, uma vez que eram excluídos do
consumo quantidades substanciais de cereais que eram aplicados na
alimentação humana. A autora deste estudo, chama-se Isabel
Tomlinson. Na sua tese de doutoramento pela Universidade de Londres,
defendeu a agricultura biológica e está em contacto com a prestigiada
SOIL ASSOCIATION.
Jaques Caplat é o autor do livro de 432 páginas “L’ AGRICULTURE
BIOLOGIQUES POUR NOURRIR L’ HUMANITÉ” e Philippe Baqué escreveu
o livro de 429 páginas chamado “ LA BIO ENTRE BUSINESS ET PROJET DE
SOCIÉTE”.
O conteúdo destes dois livros defende a mesma atuação descrita no
estudo da doutora Isabel Tomlinson sobre a viabilidade da agricultura
biológica poder alimentar o Mundo.
Na U.E. reside a fonte de malfeitoria e o Inferno destrutivo. Na
realidade, foi a U.E. que impôs ao Sr. Presidente Cavaco Silva a
destruição da pesca e a reforma compulsiva de 430.000 agricultores.
Assim, ao nada semearem só contribuiu para eles terem passado a
comportar-se como Zombies, além de tal absurdo também ter resultado
na desertificação do país. Calamidades destas estão sempre relacionadas
com o poder da U.E. que aprova o veneno transgénico que a Monsanto
impõe através dos seus Painéis em permanente conflito de interesses.
Também a lei das sementes, da autoria dos tecnocratas da sociedade
secreta Távola Redonda, foi consentida pelo falsificado Parlamento
Europeu, que foi eleito, mas sem quaisquer poderes deliberativos.
Não obstante todas estas limitações, os deputados demonstraram-nas
ao aprovarem a resolução A4-005/1999, a pedir a proibição do programa
HAARP no Alasca, onde presenciaram e investigaram e concluíram que
ele causava secas, inundações, furacões, terramotos quedas de aviões,
doenças respiratórias e cardíacas e o controlo da mente. Esta resolução
foi abafada pelo Presidente Barroso, nomeado e não eleito. Ele cumpre
instruções dos mandarins invisíveis para esbulhar o Parlamento só
porque se tornou fiável e fiel servidor ao declarar que viu no Iraque as
falsas provas das armas de destruição massiva que nunca existiram.
Esta incongruente aberração, desilude quem pensava que o Parlamento
Europeu tinha poderes para rejeitar a lei das sementes. Também
desilude quem fica a perceber como é perniciosa a dependência do
nosso país à E.U..
Talvez devido a estas desilusões e aos estudos aprofundados do famoso
economista João Ferreira do Amaral, o tenha conduzido a solicitar a
saída de Portugal da U.E., durante uma reunião recente, num enorme
auditório repleto de professores e estudantes, na Universidade do
Algarve, em Gambelas.
7º – Pelo que foi escrito nesta exposição, ficou esclarecido que a
humanidade foi invadida pelo terror. Quem o gera, serve-se dele para
aterrorizar e dominar as populações e confrontá-las com uma máquina
de guerra pulverizadora, espalhada pelo planeta. A este belicismo feroz,
que já derreteu cidades, junta-se a globalização do veneno que mata. Tal
globalização é controlada pela Organização Mundial do Comércio que,
entre os seus vários decretos sinistros, também decretou que o povo
não tem o direito de exigir saber o que come. Deste modo, deliberaram
que o povo só dispõe de alimentos envenenados para comer. Trata-se
da cruel perversão assassina que a nova ordem mundial estipulou. São
sinais de que o Inferno vai piorar. A escalada acelerou a sua marcha e
atingiu novos recordes na U.E. do absurdistão. Ela proibiu semear e não
ter sementes e nada para comer. Decidiram que a agricultura e os
agricultores irão desaparecer, quando os fantoches do governo, fiéis à
U.E., cumprirem as suas instruções, transmitindo-as às autoridades para
apreenderem as sementes e impedirem semear, conforme ordena a lei.
Nestas condições, os agricultores passarão a ficar confrontados com o
seu próprio assassinato, porque lhes extorquiram os últimos meios de
sobrevivência e o direito à vida.
Tudo isto é tão inverosímil que mais parece uma alucinação, mas os
factos demonstram que se trata de um atentado que conduz a uma
tragédia.
Neste cenário de factos tão consistentes, os agricultores só têm a opção
de reivindicar o direito à legítima defesa e declararem-se em estado de
prevenção permanente.
Esta prevenção contém as cautelas na defesa do direito à vida e inclui
exigir explicações.
Já conhecemos a malvadez dos predadores como rapinas de sementes.
Também sabemos que as sementes e todo o reino vegetal foram
geradas pelas vibrações do mundo das galáxias que se contraem e se
expandem e que dão vida à existência humana. Daí resultou uma
consciência cósmica que está relacionada com a filosofia Panteísta sobre
o criador de tudo quanto existe.
Existência essa verificada nas vibrações atrás referidas, que são
representadas em duas espirais, centrípeta e centrífuga, que dão
continuidade às vibrações contractivas e expansivas do Universo. Essa
sequência de espirais dá origem à criação dos órgãos humanos e dos
cereais e dos vegetais contractivos e expansivos que nutrem esses
órgãos e dão vida ao ser humano ao polarizarem entre si, como é o caso
do rim e da bexiga, do fígado e da vesícula, do coração e do intestino
delgado, do baço, estomago e pâncreas, do pulmão e intestino grosso,
todos eles contrativos e expansivos repetindo o que acontece no
Universo.
Os cereais e os vegetais recebem desse mundo das vibrações uma
enorme sabedoria pois cada um está destinado a proteger ou curar
determinado órgão. Exemplificando: raízes como as cenouras ou outras
estão indicadas para curar os intestinos que é a raiz da árvore, cuja
saúde está ligada ao tronco dela e do tronco do ser humano, que existe
como uma réplica.
Tudo se conjuga para perceber a lição que a Ordem do Universo
estabeleceu, construindo regras e princípios para se compreenderem os
fenómenos da Natureza.
Esta funcionalidade está ligada à biodiversidade. Ela está em risco de
extinção porque a variedade das sementes está ameaçada.
Os predadores já se apoderaram de 50% das sementes, conforme atrás
foi referido, e só querem ser eles a beneficiar do mundo das vibrações.
Neste contexto, eles querem usurpar todas as sementes quando esse
Universo vibracional não lhes pertence. Nem o podem invadir nem
ocupar e transformá-lo numa colónia para o poder possuir. Nunca foi
invadido um planeta da nossa galáxia. Muito menos é possível invadir
todas as outras galáxias nem chegar ao infinito.
Ainda que os predadores usurpem todas as sementes para esgotar aos
agricultores os seus únicos meios de sobrevivência e não só poderem
eliminá-los, assim como a humanidade que deles depende, esses
malfeitores e a sua ONU querem abater cinco biliões de pessoas ( página
561 do livro de David Icke) e substituí-los por uma “robótica nova
espécie humana” referida na página 534 do livro “RAÇA HUMANA
ERGUE-TE” de David Icke.
Os adquiridos quatrocentos livros da História Escondida, revelam que as
elites de predadores são conhecidas como os campeões da vigarice, das
crises e das guerras. Em consequência desta péssima reputação,
algumas nações poderosas, organizaram a oposição aos criminosos
ferozmente perigosos. Presentemente, essas nações dispõem de meios
bélicos invulneráveis que têm imposto o respeito na Síria, que enfrenta
avalanches sucessivas de facínoras. Há pois sinais de mudança no
sentido de o mundo estar a dar uma volta orientada para um caminho
que extinga a malfeitoria da globalização do veneno e das guerras e
possibilite a alimentação saudável e restaure a paz e o direito à vida sem
obstruções. Se este caminho for percorrido a conquista do Planeta pelos
campeões da supremacia não irá ser tarefa fácil.
Os agricultores sempre estiveram em sintonia com o mundo das galáxias
e das suas vibrações. Eles desenvolveram certa sensibilidade na labuta
diária. Devem ter sido elogiados pelo Deus criador, senhor do Universo
respeitante ao carinho que reservaram às suas sementes. Eles sabiam
que elas continham a vida que as vibrações lhes forneceram. Também
conheciam que esse mundo das vibrações tinha providenciado o Planeta
com ingredientes biológicos que podiam contribuir para melhorar a
qualidade das sementes e dos solos. Aplicando estes cuidados e os
conhecimentos atrás descritos que o reino vegetal nos facultou, o cultivo
destas sementes só podia resultar numa planta nutritiva que iria
contribuir para tornar o ser humano saudável e apto a integrar-se na sua
vida social. É pois através do comportamento dos agricultores que
começa o sucesso social dos cidadãos e a sua intervenção na construção
duma sociedade justa. Sendo que os agricultores detêm estas
capacidades, só eles merecem ser os guardiões das sementes. E os seres
humanos, habitantes deste Planeta, são os proprietários dum
património que é uma dádiva doada pelo mundo das vibrações.
Vibrações essas que são a fonte da vida da humanidade, conforme atrás
foi explicado.
CONCLUSÃO:
As sementes fazem parte duma herança divina a favor da humanidade e
aos agricultores cabe cumprir a missão, ao serem os seus fiéis
depositários, com a usual dedicação de cultivarem produtos agrícolas
destinados à alimentação humana.

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