Excertos do capitulo 7 do livro “Raça Humana Ergue-te” de David Icke (págs. 133-139)

Capitulo 7

Estrutura Sionista

A ferramenta básica para a manipulação da realidade é a manipulação das palavras. Se conseguires controlar o significado das palavras, conseguirás controlar as pessoas que usam as palavras.

Philip K. Dick

 

Um dos temas na trilogia de filmes Matrix era a estrutura de defesa de Zion, o computador do qual dependiam os últimos seres humanos livres da Terra. Os Rothschild têm a sua própria versão e chamam-lhe “sionismo”, que de muitas formas, é a “estrutura de defesa” da rede de linhagens sanguíneas, pelo menos no domínio publico.

O Sionismo é, no seu núcleo, uma sociedade secreta ligada a todas as outras na rede global e professa Talmude Babilónio e a cabala/Kaballah, a sua “tradição oculta” de conhecimento esóterico. Esta palavra provém da palavra árabe, “Khabba”, que significa “esconder” ou “disfarçar”. É muito apropriado falar então, da “cabala” de elite, que resiste através da ocultação e do disfarce. O Sionismo não foi criado para benefício do povo judeu, mas para os usar e explorar como bode expiatório para as manipulações da Casa de Rothschild e das famílias Illuminatti. Este implacável credo politico é uma criação 100% Rothschild e representa uma enorme força na rede das linhagens sanguíneas. Passarei a referir-me a isto como “Sionismo Rothschild”, para sublinhar constantemente que é exactamente isso que é. O Sionismo Rothschild tem umas enormes orelhas e uma enorme tromba, destacando-se claramente da mobília da sala, mas as pessoas têm medo de o ver ou identificar aquilo que ele é na verdade, com um gigante sinal luminoso de néon. Os agentes Rothschild criaram uma grande hesitação no cérebro humano, ao carregarem-no com enormes quantidades de política, negócios, banca e imprensa por um lado, e por outro, ao usar o medo de se ser chamado anti-semita, só por realçar aquilo que é absolutamente óbvio. Eles têm-se safado com isto, ao incutirem no público a seguinte percepção: Sionismo = Judeus. Não é assim. O Sionismo é um credo político montado pela Casa de Rothschild, para avançar os planos das famílias Illuminatti, que são em grande parte dominadas pelos Rothschild. Quando as pessoas pensam em Sionismo, pensam logo no povo Judeu. Isso é compreensível, dada a propaganda, mas é altamente enganador e essas ligações instantâneas devem ser rompidas, se queremos compreender o que é que se está a passar aqui. “Sionismo” significa Rothschild, tal como “Israel” significa Rothschild. Quando vemos um extraordinário número de Sionistas Rothschild nas maiores posições políticas do mundo, não estamos a assistir a “Judeus manipuladores”, mas sim aos Sionistas manipuladores que representam os interesses e exigências dos Rothschild. Aqueles que estão a implementar a agenda dos Sionistas Rothschild não se podiam estar a borrifar mais para o povo judeu. Também eles são uma irrelevância sacrificável, em benefício do objectivo maior. Tal como disse o primeiro-ministro israelita, o terrorista Bem-Gurion:

Se eu soubesse que era possível salvar todas as crianças judias na Alemanha, transportando-as para a Inglaterra e que apenas salvaria metade destas, ao transportá-las para Israel, escolheria a segunda opção, porque para nós não importam só os números destas crianças, mas o reconhecimento histórico do povo de Israel.

E mesmo assim, deixavam-no andar por ai sem aconselhamento psiquiátrico. Um grande número de Judeus opõe-se a este vicioso e inacreditável credo e, muitos dos Sionistas Rothschild nem sequer são Judeus. Nestes incluem-se os Sionistas Cristãos, como o Vice-Presidente de Barack Obama, Joe Biden, que disse na televisão israelita: “Sou Sionista”. Oficialmente, o que isto significa, é que se apoia uma pátria para os Judeus, em Israel, apesar disso ser apenas uma fachada. Se tal como diz (e acertadamente) Biden não é necessário ser Judeu para ser Sionista, como é que o Sionismo pode ser um movimento racial e não politico? Não pode. Apenas parece ser assim, para manipular a opinião pública. A oposição ao Sionismo Rothschild é encarada como uma oposição ao povo Judeu e dá o pretexto para jogar a carta do “tu és um racista”, vezes sem conta. Longe de querer proteger e avançar com os interesses do grosso do povo Judeu, os planos Rothschild têm sido de devastação para eles e de fazer com que milhões de pessoas sejam julgadas injustamente pelas acções da elite Rothschild. Um texto publicado no site “Judeus Contra o Sionismo”, realça a forma como o Sionismo Rothschild tem afectado aos Judeus, que tinham vivido na Palestina durante geração, lado a lado em paz com os árabes:

Os Judeus religiosos que, em virtude da sua fé, se opõem claramente ao nacionalismo Sionista, que tiveram vidas pacíficas com os seus vizinhos árabes durante várias gerações, tornaram-se involuntariamente identificados com a causa do Sionismo e com a sua luta contra os árabes. Eles [Judeus religiosos] pediram às nações unidas que Jerusalém fosse designada como uma cidade internacional. Eles apelaram que fosse nomeado um corpo diplomático para Jerusalém – mas não houve aval. Foram então confrontados com a opção de integrarem o Estado Sionista, que se opõem diametralmente aos interesses dos Judeus, enquanto religião, ou de abandonar a terra, onde os seus avós se instalaram, há dezenas de anos atrás.

Vamos pôr os pontos nos is. O Sionismo Rothschild não tem nada a ver com o povo Judeu. Para os Rothschild e para os seus bandidos e brutamontes Sionistas, o povo judeu não passa de gado, que deve ser usado sempre e quando necessário – tal como o resto da população humana. Foi a IBM, financiada pelos Rothschild, que forneceu aos Nazis as máquinas de sistema de cartões, que tornava possível a identificação dos judeus, a expulsão das suas casas e o seu processamento, nos campos de concentração. Foi a mesma IBM Rothschild que desenvolveu o sistema do código de barras e hoje, a IBM Credit Corp financia a Applied Digital Solutions, a empresa-mãe da VeriChip, a maior produtora mundial de microchips para etiquetagem dos seres humanos. Vemos os partidários da “direita” culpar os “Judeus” por todos os males do mundo pela “Nova Ordem Mundial”, porque não compreendem a diferença entre o povo judeu e a elite que os usa como escudo para as suas actividades. O Sionismo Rothschild foi criado por e para os Rothschild, não para as massas de Judeus, que dele foram e são vítimas. Henry Makow, o escritor e investigador canadiano, salienta acertadamente esta diferença essencial. Os pais judeus de Makow sofreram na Polonia ocupada pelos Nazis, onde morreram os seus avós. Ele realça as ligações entre os Rothschild e a sua elite Sionista, com Jacob Frank (1726-1791), que “liderou uma heresia satânica contra o Judaísmo ortodoxo”. Frank pretendia “a aniquilação da civilização Ocidental e o triunfo do mal”, diz Makow e tudo seria permitido, incluindo o incesto e a pedofilia (que estão amplamente integrados no estilo de vida das elites das linhagens sanguíneas). Frank afirmava ser o “Messias” e a reencarnação de outro satânico, Shabbetal Zvi (1626-1676). Os seus seguidores ficaram conhecidos como os “Frankistas” ou “Frankistas Sabatianos”, onde se incluíam naturalmente Mayer Amschel Rothschild, um associado com Jacob Frank. Foram Rothschild, Frank e o seu testa de ferro, Adam Weishaupt, que fundaram os Illuminati Bavários, em 1776. Henry Makow escreve:

…Existe uma dissidência irreconhecível no povo judeu, onde os hereges eliminaram a sua base e assumiram o controlo dos seus resquícios, através do Sionismo. E contudo, devido ao Anti-Semitismo que os Judeus illuminati causaram e organizaram, os Judeus agarram-se erroneamente à sua liderança.

Gunther Plaut, um importante Rabino canadiano, publicou em 1988 um livro intitulado o Homem Que seria Messias, no qual implicava que os Frankistas eram responsáveis por aquilo que aconteceu ao povo Judeu, na Alemanha. Plaut investigou exaustivamente Jacob Frank e escreveu as suas descobertas sob a forma de romance. Ele disse que Frank via os Judeus como uma barreira à “Nova Ordem” e neste livro, a personagem de Frank diz:

Sim, os Judeus. Alguem virá e descobrirá que não podemos transtornar os seus valores antigos, sem destruir o povo que realmente acredita neles e, aquilo que é pior, que os pratica. E quando essa pessoa estiver convencida que os Judeus estão no seu caminho, irá descobrir uma maneira de os matar a todos. Destrui-los, extermina-los como vermes… Os judeus devem ser eliminados, porque acreditam na moralidade tradicional e por isso, perpetuam o status quo no mundo.

Já sublinhei nos meus outros livros a quantidade surpreendente de Nazis de topo que eram Judeus ou descendentes de Judeus e isso deixa de ser um mistério, quando nos apercebemos de que existe o povo judeu em geral e depois existem os Frankistas Sabatianos, que tal como os Rothschild, vêem os Judeus como uma capa a ser usada, para avançar com os seus planos de domínio mundial. O alemão Judeu, Dietrich Bronder, escreveu sobre a elite nazi, no seu livro Antes de Hitler Surgir, em 1964:

De descendência judia, ou relacionados com famílias judaicas era: o Reichschanceler Adolf Hitler; o Reichsminister Rudolf Hess; o Reichsmarshall Hermann Goering; os Reichsleiters do NSDAP; Gregor Strasser, Josef Goebbels, Alfred Rosenborg, Hans Frank, Heinrich Himmler; O Reichsminister von Ribbentrop (que manteve uma forte amizade com o famoso Sionista, Chaim Weizmann, primeiro chefe do Estado de Israel e que morreu em 1952); von Keudell; o comandante Globcnik (o destruidor de Judeus); Jordan e Wilhelm Hube; os altos lideres das SS, Reinhard Heydrich, Erich von dem Bach-Zelewski e von Keudell II, que participaram também activamente na destruição dos Judeus. (Todos eram membros da secreta Sociedade/Ordem Thule)

A Ordem Thule pertenceu à rede de sociedades secretas na Alemanha, que colocaram os Nazis no poder. O Modus Operandi dos Frankistas é infiltrar-se em todas as religiões e ideologias, diz Henry Makow, e fingirem ser aquilo que não são. Ao faze-lo, conseguem manipular várias facções, religiões e organizações, umas contra as outras e assim, destrui-las por dentro. Makow escreve:

Eles são reconhecidos pelo facto de fingirem ser Cristãos, judeus, Muçulmanos, etc. Um exemplo típico é John Kerry, que finge ser católico irlandês, quando de facto seu pai foi judeu frankista (tendo trabalhado para a CIA) e a sua mãe pertencia à família Forbes. A mãe de Barack Obama pode ter sido uma judia franquista/illuminati. Outro exemplo são os Rothschild ingleses, que casam com não-judeus, mas que fingem ser judeus. Todos eles são satanistas illuminati….

….Além disso, também Churchill, FDR (Franklin Roosevelt) e Estaline eram Illuminati ou Judeus Frankistas. Por isso pode compreender-se como é que a Segunda Guerra Mundial contribuiu parcialmente para cumprir o objectivo de Frank de extermínio do povo judeu. Os franquistas podem ser a explicação para a presença de 150 mil soldados alemães, que eram parcialmente judeus.

Seguramente, as redes da Casa de Rothschild estiveram por detrás de Adolf Hitler e da ascensão do Partido Nazi, na Alemanha-natal dos Rothschild. Os Rothschild usaram a compaixão do público para com o povo Judeu, desencadeada pelas acções dos nazis, para incentivar a criação de uma pátria judaica, na Palestina. Este foi o alegado motivo para a criação do Sionismo Rothschild, mas isso é apenas uma parte dessa história. Tal como demonstrei em Guia da Conspiração Global (e como acabar com ela) e noutros dos meus livros, a campanha para impor um estado Rothschild na Palestina remonta pelo menos ao início do século XIX e até provavelmente, a antes disso. A sua tomada da Palestina foi fortemente impulsionada pela Declaração Balfour, declarou numa carta, o apoio do seu governo a uma pátria judaica na Palestina. Esta carta foi enviada por Balfour – um dos principais membros da sociedade da Távola Redonda – para o barão (Walter) Rothschild, que financiou a Távola Redonda, que é hoje o núcleo da rede que inclui o Instituto Real de Assuntos Internacionais, a Comissão Trilateral e o Grupo Bilderberg. Todas estas são organizações Rothschild. Balfour escreveu:

Negocios Estrangeiros

2 De Novembro de 1917

 

Caro Lord Rothschild,

Tenho muito gosto em transmitir-lhe, em nome do Governo de Sua Majestade, a seguinte declaração de apoio às aspirações Sionistas Judaicas, que foram apresentadas e aprovadas pelo Ministério.

O Governo de Sua Majestade está a favor do estabelecimento na Palestina, de uma pátria para o povo judeu e irá aplicar os seus melhores esforços, para facilitar o cumprimento deste objectivo, compreendendo, é claro, que nada será feito para prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não-judaicas, existentes na Palestina, ou os direitos e o estatuto politico desfrutado pelos judeus, em qualquer outros pais.

Ficaria grato se desse conhecimento desta declaração, à federação sionista.

Atenciosamente, Arthur James Balfour

 

A declaração Balfour foi uma carta trocada entre 2 membros da mesma sociedade secreta de elite, com Rothschild a ditar aquilo que dizia e, parte do acordo era que, em troca do seu apoio publico a uma Palestina “judaica” (Rothschild), os rothschild iriam garantir a entrada dos Estados Unidos da América na Primeira Guerra Mundial, o que fizeram naturalmente, através do seu presidente fantoche, Woodrow Wilson. Os Rothschild ajudaram financeiramente os primeiros Judeus que se deslocaram da Europa para a Palestina, no pós-guerra. Alguns foram financiados pelo Barão Edmond de Rothschild, do ramo parisiense da dinastia, que ajudou a montar 2 primeiras colonias em Israel; Rishon Lezion em Tel Aviv e Zikron Ya’akov, em Carmel. Os Rothschild já tinham comprado 50.000 hectares de território e montado 40 colonias, em meados da década de 30 e desde aí, não pararam de expandir a sua área. A maior parte dos Judeus que foi enviada para Israel depois da Segunda Guerra Mundial, não queria ir. O historiador judeu Gabriel Kolko, trabalhou num ferry em 1949, que transportava colonos judeus para Israel. Ele escreveu num artigo da Counterpunch:

Soube a partir de alguém que estava ligado ao campo de pessoas deslocadas na Alemanha, que a grande maioria dos Judeus queria ir para qualquer parte, menos para a Palestina. Eles eram praticamente obrigados a escolher a Palestina, ou então não receberiam qualquer ajuda. Percebi desde cedo o mal feito, nas muitas aldeias e casas árabes que vi destruídas e, todo o projecto Sionista – Independentemente da frequentemente mercenária oposição árabe – era um esquema perigoso.

Os Rothschild também armaram e financiaram os grupos terroristas que bombardearam Israel de volta à idade da pedra, em 1948. Esta campanha de homicídio e terror forçou 800.000 Palestinianos a abandonarem a sua terra-natal. O mundo simplesmente desviou o olhar – tal como o continua a fazer ainda hoje – porque Israel faz as suas próprias leis, onde não existem termos como justiça, igualdade, decência e clemencia. O ministério da educação israelita anunciou em 2009, planos para apagar dos livros de história uma passagem, que descreva as expulsões de 1948 como uma “limpeza étnica”. O ministério disse que iria publicar novas edições do manual escolar de história, após fazer mudanças relevantes. A passagem chave que aparentemente incomoda os censores, era: “os palestinos e os países árabes defendem que a maior parte dos refugiados eram civis que foram atacados e expulsos das suas casas, por grupos armados em Judeus, que instituíram uma política de limpeza étnica”. Foi exactamente isso que ocorreu e que continua a acontecer ainda hoje, mas “por amor de Deus”, não deixem que as crianças israelitas aprendam a verdade… A passagem ofensiva é ténue, comparada com o que aconteceu na verdade. Membros do grupo terrorista Irgun, liderados pelo futuro primeiro-ministro de Israel, Menachem Begin, e outra força terrorista israelita chamada Stern Gang, liderado por outro futuro primeiro-ministro, Yitzhak Shamir, massacraram entre 100 e 200 Palestinianos, homens, mulheres e crianças, enquanto estes dormiam na aldeia de Deir Yassin, em Abril de 1948. Foi então dito aos Palestianianos no local, através de altifalantes, que se não abandonassem a sua terra de imediato, também eles seriam abatidos. À luz dos acontecimentos de Deir Yassin, 800.000 fugiram das suas casas e do seu país. Quem estava por detrás de tudo isto e dos terroristas israelitas? Os Rothschild, naturalmente.

Israel é o estado de Rothschild, até porque foram eles que financiaram a construção do edifício do Parlamento Israelita, o Knesset, bem como o edifício do Supremo Tribunal. O presidente Israelita, Shimon Peres, disse dos Rothschild: “Nunca uma família doou tanto das suas posses, para o estabelecimento do Estado de Israel”. Esta lasca de terra chamada Israel, que poderia ser visitada de carro num só dia, surge uma e outra vez na história da tirania e manipulação global, porque é propriedade dos Rothschild. O símbolo adoptado dos Rothschild, o hexagrama, ou “estrela de David”, foi imposto ao estado de Israel. Muitas pessoas queriam a “Menorah” na bandeira, o candelabro para sete velas, que há muito simboliza o povo Judeu, mas por esta ser a terra dos Rothschild eles fazem o que querem. Alguns salientaram, acertadamente, que o hexagrama não era um símbolo dos judeus e que em vez disso, estava a ser usado para simbolizar a antiga divindade chamada “Moloch”, a quem se faziam (e ainda fazem) sacrifícios de crianças. Muito mais sobre isto, mais à frente. Em 2006, durante a guerra Israelo-Libanesa, o escritor israelita, Barry Chamish, falou sobre uma reunião que teve com o neto do banqueiro Evelyn Rothschild, que “abandonou a família para se tornar mórmon”. Em boa verdade, foi o dinheiro dos Rothschild que estabeleceu a Igreja Mórmon, que foi criada pelos Franco-Mações Joseph Smith, Hiram Smith e Brigham Young, que eram todos das linhagens sanguíneas. A sociedade dos observadores, ou testemunhas de jeová, é como os Mórmons, outra das fachadas Rothschild, criada pelos Francos-Mações Charles Taze Russel e Joseph Franklin Rutherford. Ambas as organizações estão apostadas em introduzir uma “Nova Jerusalém”, chamada “Sião”. É este o verdadeiro significado de “Sion-ismo” – uma “nova Jerusalém”, uma Nova Ordem Mundial, de total escravatura. Chamish disse que o neto do Rothschild lhe disse a ele, que apenas sete famílias estavam a desfrutar dos “proveitos da guerra” no Líbano, naquela altura. O neto dos Rothschild disse: “eles criaram Israel como o seu próprio brinquedo pessoal. Torna-os ricos e dá-lhes mais controlo. Não será destruída”. Existem muitos motivos pelos quais os Rothschild e os seus aliados queriam assaltar a Palestina e uma delas era o de manter o Médio Oriente num constante tumulto, a partir do qual pode eventualmente ser desencadeada uma guerra mundial, que culminará com a instalação de uma ditadura global. A criação de Israel é um meio, não um fim e os Rothschild não terão qualquer problema em abandonar a população judaica, se isso lhes prouver. Afinal de contas, já o fizeram antes.

 

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