Excertos do capitulo 6 do livro “Raça Humana Ergue-te” de David Icke (Págs. 127-131)

A Técnica Rothschild

Os Rothschild e as famílias das linhagens sanguíneas estão a movimentar biliões de dólares por dia, através dos mercados bolsistas e são eles que ditam se as acções sobem ou baixam; se a bolha enche ou rebenta. As quedas das bolsas não acontecem por acaso – são provocadas. Se souberes que a quebra se aproxima, porque és tu que a vais provocar, sabes que deve vender as tuas acções caras e voltar a comprar, quando estas baixarem substancialmente de valor. Desta forma, é fácil aumentar drasticamente os nossos ganhos, comprando empresas a uma fracção do seu preço real, após provocar um colapso bolsista. Um exemplo clássico disto foi o de Nathan Rothschild, durante a batalha de Waterloo, em 1815. Se o inglês Duque de Wellington ganhasse a batalha, o mercado bolsista de Londres iria subir; se o líder francês, Napoleão, ganhasse a batalha, a bolsa de Londres afundaria. Os Rothschild mantinham uma operação de espionagem e de informação, que era a mais rápida e eficaz da Europa, com uma ampla rede de contactos e com pombos-correio, para comunicar rápida e secretamente. Esta rede secreta mais tarde viria a transformar-se na Mossad, a agência de serviços secretos dos israelitas, na CIA e nos serviços secretos britânicos. Num nível superior, todas estas organizações são só uma, que engloba outras agências secretas até mesmo os serviços postais, como a Federal Express, também propriedade dos Rothschild. Isto é possível devido à teia de aranha, à pirâmide das pirâmides, ou outra qualquer analogia que queiras usar. Os investidores da Bolsa de Valores de Londres, em 1815, sabiam que o sistema de informação secreta dos Rothschild era melhor que o do próprio governo inglês, até porque os mensageiros dos Rothschild eram os únicos autorizados a atravessar o território inglês e francês. Com a batalha a decorrer, todas as atenções estavam viradas para Nathan Rothschild, numa tentativa de perceber o que iria acontecer. Teria sido Wellington ou Napoleão a ganhar? Rothschild deu sinal aos seus agentes para começar a vender as suas acções e todos fizeram o mesmo, acreditando que Rothschild sabia que Wellington tinha perdido. O mercado ruiu em 98% neste pânico e os investidores perderam fortunas; mas isso não aconteceu com Rothschild. Ele sabia, com quase um dia de antecedência, que Wellington havia ganho a batalha. Quando a bolsa colapsou, Nathan Rothschild enviou nova mensagem aos seus agentes, para começar a comprar enormes quantidades de acções, ao preço da chuva. Ao mesmo tempo, chegaram a Londres a notícia de que Wellington havia derrotado Napoleão e a bolsa disparou. Estima-se que a riqueza e as propriedades dos Rothschild tenham aumentado em 20 vezes, com este episódio. Eles têm controlado a economia inglesa desde então e com ela, o governo; por isso não importa qual o partido que esteja oficialmente no “poder”. O New York Times publicou 100 anos mais tarde, que o neto de Nathan Rothschild interpôs uma ordem em tribunal, para impedir a publicação de um livro sobre a fraude de Waterloo, mas esse pedido foi rejeitado.

É assim que a manipulação funciona e está a acontecer todos os dias, por todo o mundo. As finanças globais, seja na banca, nos mercados bolsistas, ou em qualquer outra parte, é apenas um truque de confiança. Quando as pessoas estão confiantes, compram e investem e a economia cresce; quando perdem a sua confiança, deixam de comprar e de investir e a economia retrai-se. Tudo o que é preciso é uma previsão obscura por um dos agentes financeiros controlados pelos Rothschild, ou de um rumor a circular sobre problemas económicos, que o castelo de cartas rui por completo. Os Rothschild são peritos nisto. Eles e o seu cartel banqueiro têm também vindo a financiar ambos os lados de praticamente todas as guerras desde 1800 – guerras que os seus agentes nos governos, no complexo militar e nos serviços secretos, criaram. Isto custou a vida a centenas de milhões de pessoas (só nas duas guerras mundiais foram 75 milhões de pessoas), tendo permitido que os governos e as pessoas sejam controlados pelas suas dívidas. Quando as guerras devastam países, o cartel bancário Rothschild empresta-lhes mais dinheiro para a sua reconstrução – mais juros, como é óbvio. Eles são também proprietários das empresas de armamento, que fornecem as armas com lucros espantosos e para a compra das quais, os governos ainda se endividam mais. Tal como disse Gutle Schanuper, a esposa de Mayer Amschel Rothschild, mesmo antes de morrer em 1849: “se os meus filhos quisessem as guerras, elas não existiriam”.

O sistema monetário Rothschild é hoje gerido por uma rede de supercomputadores, que se interligam com os das bolsas e dos mercados bolsistas e fazem funcionar um monopólio virtual, chamado “transacções de alta frequência”. Estas representam 70% do volume das compras e são processadas milhões de compras por segundo. Expandiram o volume diário de actividade bolsista, em 164% desde 2005 e aumentaram dramaticamente a velocidade à qual a riqueza do mundo pode ser capturada e destruída, por estas víboras. Através de um sistema chamado “algoritmos predatórios”, apoiado em inteligência artificial, os grandes tubarões brancos das bolsas podem dominar o mercado bolsista, como nunca antes tinha sido feito. Eles pagam enormes quantidades de dinheiro para aceder aos computadores da bolsa, para ver onde podem ser feitos bons negócios, usando depois os seus próprios supercomputadores, para fechar rapidamente a compra, antes de qualquer outro concorrente. Os concorrentes mais pequenos não tem qualquer capacidade para competir com isto e, mais uma vez, a cabala Rothschild tem a faca e o queijo na mão. Joe Saluzzi, da Themis Trading, uma empresa de Nova Jersey, disse: “somos apenas ratos a dançar num mundo dos elefantes capitalistas e dos seus supercomputadores”.

Quando os comentadores falam acerca de uma época terrível para a banca, falham redondamente. Sim, é má para aqueles que perderam as suas poupanças, casas e empregos. Contudo, para os Rothschild e para os da sua laia, que são donos do sistema, tudo isto não passa de um jogo a seu favor. Tal como já mencionei atrás, se formos donos do futebol, não importa que equipa ganha, porque isso nos é indiferente. A Merril Lynch pode ter falido, mas foi absorvida pelo Banco da América, outro banco dos Rothschild, se seguirmos o trilho até aos verdadeiros donos. O jogo continua, apesar de ter perdido alguns jogadores. Quando o Lehman Brothers ruiu, outros pegaram nos seus negócios. O Lehman Brothers não foi salvo pelos EUA, porque os Rothschild precisavam que pelo menos um dos grandes bancos afundasse, para provocar o medo e o pânico, tornando o sistema mais instável. Foi isso que possibilitou a introdução dos apoios do Estado à banca. A quebra de Wall Street de 1929 e a crise bancária da Grande Depressão, foi desencadeada pelos Rothschild e levou à falência de muitos pequenos bancos, que viram os seus bens e clientes a desaparecer para os gigantes do sector, a preços de saldos. Este é um processo contínuo. Os Rothschild não querem diversidade e competição na banca, na indústria ou noutro sector qualquer. Eles querem controlo total. Como disse um dos homens de fachada dos Rothschild, John D. Rockefeller: “a competição é pecado”. Os bens que eles querem manter ou são absorvidos por outros bancos, ou ajudados pelos governos com o seu dinheiro – o nosso dinheiro – porque também os governos são deles. Os bancos lixam as pessoas ao emprestar-lhes dinheiro que não existe e ainda cobram juros sobre ele; e depois lixam-nas novamente, quando usam o dinheiro do governo, para salvar os bancos. Ainda acreditas que os governos controlam os países? Os governos têm sempre enormes quantidades de dinheiro para duas coisas – guerras e bancos. Não é nenhuma surpresa que os Rothschild e as famílias Illuminatti estejam por detrás de ambos.

Andrew Jackson, Presidente dos EUA entre 1829 e 1837, combateu o cartel bancário Rothschild e o seu Segundo Banco dos Estados Unidos. Ele chamou-lhes um “ninho de víboras”. Jackson era um homem desagradável, mas nessa frase acertou em cheio. O seu uso da palavra “víboras” era mais preciso, do que aquilo que o mundo se apercebeu, tal como iremos ver mais à frente, quando chegarmos à origem das linhagens sanguíneas. Jackson disse que se o povo soubesse como funcionavam as “víboras” nos EUA, “haveria uma revolução na manhã seguinte”. Os Rothschild tentaram fazer a Jackson aquilo que fizeram a Lincoln e a Kennedy, quando estes se tornaram num “problema”. A 30 de Janeiro de 1935, um assassino tentou matar Jackson, mas ambas as suas pistolas encravaram. Jackson disse mais tarde saber que os Rothschild estavam por detrás da tentativa de assassinato. O pretenso assassino, Richard Lawrence, foi considerado inocente, por motivos de insanidade. Ele diria mais tarde que tinha sido contratado por pessoas poderosas na Europa, que juraram protege-lo, caso fosse apanhado. Quem é que terão sido essas pessoas? Hum…

 

O Pivete do Mal

Sempre que se encontra miséria, especialmente miséria em larga escala, os Rothschild não andam longe. O mundo seria um local muito diferente sem as suas manipulações e linhagens sanguíneas. Em Junho de 2009, o londrino Financial Times revelou o envolvimento dos Rothschild em negócios de venda de escravos:

Dois dos maiores nomes da cidade de Londres tinham ligações desconhecidas à escravatura nas colonias britanicas, tal como visto nos documentos que o Finantial Times revelou. Nathan Mayer Rothschild o patriarca do século XIX do clã bancário e James William Freshfield, fundador dos Freshfield, uma das principais firmas de advogados de Londres, beneficiaram financeiramente com a escravatura, segundo mostram registos do Arquivo Nacional. Isto, apesar de ambos terem sido retratados como fortes opositores à escravatura.

De facto, durante muito tempo, os Rothschild geriram o comércio de escravos. Eles desviram as atenções das pessoas, ao criar uma história de encobrimento, personalidades falsas. Os Rothschild afirmavam ser contra a escravatura, quando controlavam as redes de tráfico de escravos, a nível mundial. Nathan Mayer Rothschild tinha a reputação de ser um “filantropo” e a história oficial dos Rothschild cita que eles “combateram publicamente” pela emancipação dos escravos, quando na verdade, estavam a fazer fortunas com o seu sofrimento e com esta injustiça. Ele foi também promovido como “defensor das liberdades civis”, apesar da dinastia Rothschild procurar transformar todos os homens, mulheres e crianças do planeta, em escravos da sua ditadura fascista/comunista. O Finantial Times descobriu que a família Rothschild usou escravos como moeda de troca, em negócios entre a banca e os senhores da escravatura. Isto faz todo o sentido, porque ainda hoje eles usam os seres humanos como moeda de troca. Foi Nathan Rothschild que assegurou o dinheiro para salvar os comerciantes de escravos ingleses, quando o governo britânico aboliu a escravatura, no século XIX. Os grandes nomes da banca mundial, tal como JP Morgan e muitos outros, estavam profundamente ligados ao negócio da escravatura e ainda estão, de várias formas.

Os Rothschild e as suas redes controlam os principais políticos do mundo e recompensam-nos pelos serviços prestados. Hoje em dia, o JP Morgan Chase paga um salário principesco a Tony Blair, o fantoche Rothschild e criminoso de guerra, pelos seus “conselhos”. O londrino Daily Telegraph, publicou que Blair ganha cerca de 2,5 milhões de euros por ano, por este “aconselhamento”, sem sequer precisar de estar no seu escritório. Os papéis de “consultor” de Blair junto de JP Morgan, Zurich Finantial Services, Governo de Kuwait e na Mudabala, uma firma de investimento dos Emirados Árabes Unidos, rendem-lhe pelo menos sete milhões de euros por ano e ele ganha também bastante dinheiro, na sua tournée de palestras, cerca de 7000 euros por minuto. A Mudabala, que paga a Blair cerca de 1 milhão por ano, por serviços de “conselheiro internacional”, tem estado em negociações para aderir a um consórcio de empresas petrolíferas ocidentais, que estão a desenvolver o campo petrolífero de Zubair, no sul do Iraque – um negocio tornado possível devido a invasão Bush-Blair, daquele pais. Todo este dinheiro é a recompensa de Blair, por ter servido tão bem os Rothschild, com as suas mentiras e manipulações, que levaram as invasões do Afeganistão e do Iraque e que transformaram a sociedade inglesa num estado policial, que George Orwell reconheceria de imediato.

É Rothschild, Rothschild, Rothschild, até onde a vista alcança. Quando o seu reinado acabar – e acabará – o mundo será um lugar bem diferente

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