Excertos do capitulo 6 do livro “Raça Humana Ergue-te” de David Icke (Págs. 123-127)

Dinheiro vindo do nada

 

Os Rothschild controlam o sistema financeiro global e acumulam o seu poder através do roubo e da exploração. Todo o seu sistema se baseia numa gigantesca fraude, porque o dinheiro não existe, na forma como o entendemos. As notas de papel e as moedas metálicas que temos nos nossos bolsos não têm qualquer suporte. O seu valor é o valor que nos diz que têm. São apenas pedaços de papel sem valor (uma promessa de pagar ou nota de débito) e bocados de metal, com os quais somos enganados. A maior parte do “dinheiro” de hoje, nem sequer é tangível. São apenas números num ecrã de computador – corrente eléctrica, em todos os aspectos. O “dinheiro” é posto em circulação através daquilo a que chamamos “crédito”, mas o que é o “crédito”? É um sistema de crenças, só isso. Uma crença de que o dinheiro existe. Os bancos não nos estão a emprestar nada e nós estamos a pagar uma fortuna por isso. As famílias da linhagem sanguínea, particularmente os Rothschild, controlam os governos e a banca há seculos e têm sido capazes de ditar as leis do nosso sistema financeiro e de introduzir aquilo a que se chama “empréstimo de reserva fraccionária”. Isso permite que eles emprestem pelo menos dez vezes aquilo que têm em depósito. Por outras palavras, eles estão a emprestar ”dinheiro” que não têm, e não têm porque ele não existe – o chamado “credito” – e cobram juros por ele. Quando se vai a um banco para pedir emprestado, digamos 50,000 euros, temos de fornecer “garantias”, declarando a nossa casa, terrenos, carro ou negócios e isso passará a ser propriedade do banco, se falharmos os pagamentos. O que é que o banco está a dar em troca? Nada. Credita 50,000 euros na tua conta e pronto. Os 50,000 não existem realmente – é um número, de “crédito” não existente. Ah, mas há mais. Digamos que passas um cheque a alguém no valor de 20,000 euros e que o recipiente o deposita depois noutro banco. Este segundo banco pode depois emprestar 10 x 20.000 a outras pessoas de forma legal, cobrando depois os juros sobre essas verbas. Quando se segue os 50,000 euros originais de banco em banco, a quantidade de “crédito” que é criada, ao circular no sistema bancário, é absolutamente fantástica. Estamos a falar aqui de um simples empréstimo, criado a partir do nada, para começar. Já publiquei noutros livros um documento chamado Armas Silenciosas, para uma Guerra Silenciosa. É um manual feito por um funcionário da banca, que descreve como controlar mentalmente as massas, com recurso a “armas silenciosas” de manipulação mental e emocional. O documento menciona especificamente Mayer Amschel Rothschild e o sistema financeiro energético, que evoluiu a partir das suas visões. No documento pode ler-se:

O Sr. Rothschild emprestava as suas notas de promessa (“crédito” sem valor) a indivíduos e governos. Isso aumentaria a autoconfiança. Depois tornava o abastecimento de dinheiro escasso, apertava o sistema de controlo e recolhia as garantias cedidas nos contractos de empréstimo. O ciclo era depois repetido. Estas pressões podiam ser usadas para instigar a guerra. Depois ele controlava a disponibilidade do dinheiro para influenciar o resultado da guerra. O governo que concordasse em dar-lhe o controlo do seu sistema económico, obtinha o seu apoio. A colheita de dívidas estava garantida àquele que devia ao sistema.

O lucro derivado desta metodologia económica fez do Sr. Rothschild cada vez mais rico e cada vez mais capaz de expandir a sua riqueza. Ele descobriu que a ganância pública lhe iria permitir a impressão de mais dinheiro, a pedido dos governos, para além dos limites das existências de pedras e metais preciosos, ou da produção de bens e serviços (Actualmente, do Produto Interno Bruto dos países)

Foi assim que os Rothschild passaram a ser donos de governos e de grande parte do mundo. Os juros sobre o dinheiro são a chave. Se o dinheiro fosse posto em circulação sem juros e, se não houvesse juros de qualquer tipo sobre o dinheiro, este voltaria a ter o seu papel normal de unidade de troca de energia, para superar os limites da troca directa de géneros. É ao introduzir os juros que começam os problemas, porque se passa a fazer dinheiro com o dinheiro e isso já não serve as pessoas; escraviza-as. A banca/sistema de crédito garante que a unidade de troca para as actividades humanas, entra em circulação com divida, desde logo o inicio. Os governos poderiam criar o seu próprio dinheiro, sem juros, para uso público. Mas em vez disso, pedem-no emprestado ao sistema bancário e a população tem de o pagar, em juros. Passa-se o mesmo com os indivíduos e as empresas. Os governos não criam os seus próprios dinheiros, livres de juros, porque são controlados pelas famílias que também controlam os bancos, acima de todos, os Rothschild. Abraham Lincoln foi assassinado pelos Rothschild, quando começou a imprimir dinheiro livre de juros, chamado “greenbacks”, para financiar o Norte, na Guerra Civil Americana. Os Rothschild estavam a financiar ambos os lados da guerra, tal como fazem em todas as guerras que provocam, mas Lincoln acabou por recusar pagar os seus fenomenais níveis de juros. O sistema greenback funcionou tão bem, que Lincoln estava a considerar transformá-lo no modo de financiamento permanente do sistema. Um pesadelo para os Rothschild e o jornal londrino The Times, controlado pelos Rothschild, escreveu:

Se essa política financeira perniciosa, que teve a sua origem na República Norte-Americana, se fixar em permanência, então esse governo irá garantir o seu próprio dinheiro, sem qualquer custo. Irá pagar as suas dividas e não terá qualquer divida. Terá todo o dinheiro necessário para garantir o seu comércio. Terá uma prosperidade sem precedentes na história dos governos civilizados do mundo. Os cérebros e riquezas de todos os países irão para a América. Esse governo deve ser destruído, ou irá destruir todas as monarquias do planeta

Os Rothschild mandaram assassinar Lincoln, através de John Wilkes Booth, em 1865 e a política greenback desapareceu com ele. A 4 de Junho de 1963, o Presidente John F. Kennedy assinou a ordem executiva 11110, que permitia à Secretaria do Tesouro Norte-Americana, produzir 4,29 mil milhões de dólares de dinheiro livre de juros, através dos chamados certificados de prata, que contornavam os Rothschild e o seu “banco central americano”, que é privado e que se chama Reserva Federal. A 22 de Novembro de 1963, John F. Kennedy foi assassinado e o seu sucessor, Lyndon Johnson, que esteve envolvido no assassínio, anulou essa prática. JFK foi assassinado por muitas razões, incluindo a sua oposição ao desenvolvimento de um programa nuclear israelita e ao agravamento da Guerra do Vietname. Lyndon Johnson, um fantoche dos Rothschild, apoiava ambas estas ideias. O espectro do dinheiro sem juros estava no centro dos motivos para eliminar JFK e os Rothschild declararam guerra ao clã, desde então. O irmão de JFK, Bobby Kennedy, e o seu filho John F. Kennedy Jr., foram também vítimas dos Rothschild. Alguns investigadores afirmam que a agência de serviços secretos israelita, a Mossad, esteve envolvida no assassinato de JFK e isso faz todo o sentido. A Mossad, uma das organizações mais vis do planeta, não representa Israel, mas sim os Rothschild, que representam Israel. Já dá para perceber porque é que os presidentes, primeiros-ministros e outros, fazem tudo aquilo que os Rothschild exigirem – sabem as consequências de não o fazer. Descrevo todo o contexto do assassinato de Kennedy em …E a Verdade Libertar-vos-á.

 

Enche e Rebenta a Bolha

 

Existe outro aspecto crucial a perceber sobre os juros do dinheiro: quando levantamos o empréstimo, o banco “cria”, na forma de “crédito”, o montante do “empréstimo”. Isto parece bastante óbvio e fácil de perceber, excepto num pormenor. Não vais pagar de volta só o empréstimo; pagas o empréstimo e os seus juros e o juro não existe; apesar de ser cobrado. Isso significa que nunca existe “dinheiro” suficiente em circulação, para pagar todos os empréstimos e os seus juros. É uma falha fatal, em relação à liberdade humana e é propositada, para garantir a falência e a perda de propriedades em favor dos bancos e do sistema. Faz tudo parte da arquitectura do sistema dos Rothschild, que faz fluir o dinheiro (energia) de todas as pessoas do planeta, no seu sentido. As incríveis quantias que pagas vão directas para os bancos privados, para pagar juros sobre “dinheiro” que o próprio governo podia criar, sem juros. Aquilo a que chamamos “privatização” é a venda dos bens do estado, para pagar a divida criada pelo sistema bancário. Os países mais pobres do mundo estão a ceder o controlo das suas terras e recursos, ao clã bancário Rothschild, por não conseguirem pagar os empréstimos, criados para os aprisionar exactamente nessa posição. A “Divida do Terceiro Mundo” foi inventada para substituir a ocupação física de países de riquezas naturais ou com posições geográficas estratégicas. Os países são hoje “financeiramente ocupados”. Descrevo isto e a forma como foi implementado em … E a Verdade Libertar-vos-á. Assim que um pais está endividado perante os banqueiros Rothschild, devido ao crédito inexistente, é forçado a entregar a sua gestão aos bancos, o Banco Mundial e o FMI são subsidiarias integralmente detidas pelos Rothschild e têm sempre agentes seus ao leme. Os países pobres, a braços com dívidas que têm de pagar de volta, são obrigados a cortar nas despesas e programas sociais, saúde, educação e projectos humanitários, para pagar aos bancos a “divida” que têm. O mundo não tem de suportar a pobreza e os conflitos. É uma forma manipulada de servir os interesses da agenda das linhagens sanguíneas, para a ditadura global.

Ao controlar a emissão de “dinheiro”, através do crédito, os Rothschild controlam toda a economia mundial, tal como descrito em Armas Silenciosas, para uma Guerra Silenciosa. Eles podem expandi-la ou pressiona-la, a seu belo prazer. A depressão que começou em 2008 é outra das criações dos Rothschild para centralizar o controlo das finanças globais e introduzir o há muito pensado Banco Central Mundial. Os Rothschild têm vindo a manipular crescimentos e depressões económicas há seculos, para atingir os seus objectivos e isso fácil quando temos o controlo sobre a moeda e os seus juros. A diferença entre um crescimento e uma depressão, é a quantidade de “dinheiro” em circulação e o seu valor percepcionado. Ambos são geridos pelos Rothschild. Eles e as suas famílias de linhagens sanguíneas associadas, é que decidem a quantidade de dinheiro a emitir e a circular sob o seu controlo, através dos bancos e dos governos. Os Rothschild estimulam o crédito ao torna-lo fácil (pondo montes de “dinheiro” em circulação) e isso endivida completamente as populações mundiais, durante aquilo que chamamos “períodos económicos favoráveis”. Eles destroem depois a economia, ao inventar uma desculpa para tirar dinheiro de circulação e dificultar as condições de credito. As empresas e as pessoas não conseguem pagar os seus empréstimos, porque não existe dinheiro suficiente em circulação para gerar actividade económica. É então que os Rothschild recolhem os espólios de todas as garantias cedidas aos bancos, nas épocas em que foram concebidos empréstimos. Isso reduz também dramaticamente o número de negócios em existência e os seus mercados e produtos são comprados por empresas – Rothschild, para centralizar ainda mais o seu poder económico global. Fazem o mesmo com os governos. Quando a depressão dizima os bens dos governos, estes endividavam-se ainda mais para manter os seus orçamentos e é assim que o controlo que os Rothschild exercem sobre os governos e as suas agências, continua a aumentar. De facto, existe uma grande quantidade de governos, incluindo o dos Estados Unidos e do Reino Unido, que estão falidos em favor da cabala dos Rothschild, desde os anos 30. Descrevi precisamente aquilo que aconteceu nos anos de crescimento da década de 90, seguido pela depressão de 2008, com o consequente “apertar do crédito”. Foi tudo obra dos Rothschild e dos seus lacaios, como Alan Greenspan, antigo presidente da Reserva Federal criada pelos Rothschild, e do seu sucessor, Ben Bernanke, que foi nomeado pelo “Sr. Mudança”, Barack Obama. Os Rothschild têm vindo a congeminar estes ciclos há centenas de anos e foram eles que estiveram por detrás da Quinta-Feira Negra, em 1929, que levou à Grande Depressão dos anos 30. Os economistas pagos a peso de ouro e os jornalistas especializados em economia, que não fazem a mínima ideia do que é que estão a falar, dir-te-ão que este expandir e contrair faz parte dos “ciclos económicos”. Que disparate. É uma manipulação sistemática, feita propositadamente, para assaltar as riquezas do mundo.

 

 

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