Excertos do capitulo 6 do livro “Raça Humana Ergue-te” de David Icke (Págs 109-118)

Homens Aranha

Toda a propaganda de guerra, todos os gritos e mentiras de ódio, provêm invariavelmente de pessoas que não estão a combater.

Por George Orwell

 

Nos primeiros anos após a minha viagem ao Peru, os temas recorrentes que me surgiam eram a Suméria, a Babilónia e as linhagens sanguíneas que de lá saíram – com um nome em particular: Rothschild. Simplesmente não podemos compreender o contexto da conspiração global, sem sabermos os antecedentes deste bando de criminosos globais consanguíneos e maníacos genocidas e enlouquecidos pelo poder

Foi demais? De facto, até foi suave.

“Genocídio” define-se como: “a destruição deliberada e sistemática de um grupo racial, politico ou cultural”. Isso capta perfeitamente as ambições da Casa de Rothschild e o “grupo racial” que eles têm em vista chama-se “Humanidade”. Eles agem no centro da teia e executam a tarefa de maestros da orquestra. Os Rothschild não são a origem do poder que impulsionava a conspiração, uma vez que a toca do coelho é bem mais funda que isso. Eles são contudo, os primeiros a contactar com esse poder na sociedade humana, em nome da “aranha”. Quase toda a gente já ouviu falar dos Rothschild, mas contudo, quase ninguém sabe o que eles fazem. São banqueiros, não são? Sim, são, mas isso é como dizer que Hitler era um pintor. Nem sequer roça a escala das suas funções. Os Rothschild têm no seu horrível currículo, a invenção de guerras, onde se incluem duas guerras mundiais, a promoção das quebras financeiras globais e a manipulação de países em todos os continentes, através das redes que controlam. Não existe um único homem, mulher ou criança neste mundo, cuja vida não seja afectada, muitas vezes com consequências desastrosas, pelos Rothschild. O seu poder e influência já foram outrora bem conhecidos e os políticos acobardavam-se perante eles, sabendo que sem o seu aval, nunca chegariam longe nas suas carreiras. O seu controlo e manipulação tornaram-se tão óbvios que os seus planos corriam o risco de se tornarem conhecidos do grande público e assim, desde o inicio do século XX, eles disfarçaram brilhantemente a extensão das suas propriedades e estrutura do poder, ao nomear outros directores e figuras de fachada, onde se incluem a família Rockefeller e os magnatas industrialistas “independentes” como J.P Morgan, Andrew Carnegie, Edward R. Harriman e muitos outros. Quando lemos esses nomes, devemos saber que estamos a olhar para outro nome, para Rothschild. Os Rockefeller estão unidos por laços de sangue com os Rothschild e são subordinados a essa família, que é a principal. A petrolífera Standard Oil de J.D Rockefeller era na realidade a Rothschild Oil e quando os Rockefeller criaram a abominação da indústria farmacêutica moderna, estavam a fazer o trabalho da dinastia Rothschild. Os Rockefeller foram para a América a partir da pátria alemã dos Rothschild, onde eram conhecidos como Rockenfelders. Frederic Morton descreve a forma como a dinastia Rothschild esconde a extensão do seu poder, no seu livro de 1962, “Os Rothschild”:

Apesar de eles controlarem vastas quantidades de empresas industriais, comerciais, mineiras e turísticas, nenhuma delas está ligada ao nome Rothschild. Sendo parceiros privados, as famílias nunca são mencionadas num único relatório ou balancete, ou qualquer outro documento da situação financeira das empresas.

É importante realçar que quando falo acerca dos “Rothschild”, não me refiro apenas a esse nome. Aquilo a que me estou a referir é à linhagem sanguínea Rothschild. Tal como já expliquei em livros anteriores, existem espantosos números de pessoas em todo o mundo, que tem genética Rothschild. Eles são educados noutras famílias, sob nomes diferentes, mas são os mesmos Rothschild que mais tarde vêm assumir lugares de destaque, no poder, na política, na banca, nos negócios, no complexo militar, na imprensa, religião, entretinimento e por ai fora. Um destes Rothschild não oficiais disse-me que tinha sido integrado na Igreja Cristã, para fazer o trabalho da dinastia. Isso não quer dizer que os Rothschild fazem sexo a cada 10 minutos. Existem bancos de esperma Rothschild, para expandir constantemente a linhagem sanguínea e esta obsessão com a genética irá tornar-se mais clara, um pouco mais à frente. Outro dos pontos a realçar é que nem todos, de facto nem a maioria daqueles que têm o nome “Rothschild”, fazem parte desta grande conspiração. Os níveis “inferiores” da família são mantidos na ignorância sobre tudo isto, tendo alguns assumido o nome por casamento. Quando falo nos “Rothschild”, refiro-me aqueles que gerem as suas operações bancarias, empresariais e politicas, o que inclui aqueles que trazem em si a sua carga genética, ainda que não partilhem do nome.

O mais cruel embuste

Somos levados a acreditar que os Rothschild são uma família dos judeus bíblicos e que tiveram a sua origem no Egipto e Israel, do Velho Testamento. Eles são sumérios e conto esta história em pormenor no Guia da Conspiração Global (e como acabar com ela). Os povos Sumério e Babilónio migraram para norte, para a zona das Montanhas do Cáucaso e para as terras que são hoje conhecidas como Geórgia. O Dr. Sandor Nagy, autor de O Berço esquecido da Cultura Húngara, afirma que houve 2 migrações distintas de Sumérios, para fora da Mesopotâmia. Uma foi através da Turquia e a outra foi pela Bacia dos Cárpatos, onde está hoje a Roménia – terra das lendas vampíricas da Transilvânia – a Hungria, Bulgária e países da antiga Jugoslávia, como a Sérvia e a Croácia. Os outros sumérios viajaram para Leste e depois para o Norte, através das montanhas do Cáucaso, para a zona dos mares Cáspio e Negro. Estes últimos sumérios ficaram conhecidos como “Cazares” e o seu novo pais foi nomeado Cazária (figura 37). Por volta de 740 d.C., o Rei da Cazária, Rei Buslan, adoptou a religião do Judaísmo, que se tornou na religião oficial da nação. Com o eventual desmantelamento da Cazária, estes convertidos ao Judaismo migraram para o Norte e tornaram-se nas comunidades judaicas da Europa do leste, tendo muitos deles migrado depois para Oeste. Entre eles, estava as famílias que viriam a ser os Rothschild. Eles avançaram ao longo dos séculos, usando muitos nomes, incluindo Bauer. Os Cazares são os antepassados de mais de 90% das pessoas que se auto-intitulam “judeus”, no mundo de hoje e os Cazares não tinham qualquer relação com a terra a que hoje chamamos Israel. A sua terra-natal não era no mar Morto, mas no mar Cáspio, que já foi conhecido outrora “Mar Cazar”. As pessoas sabem como foi roubada a identidade bíblica aos israelitas, pelos antigos cazares e sumérios e, mesmo essa identidade é um disparate. Thomas Thompson, especialista no Velho Testamento e professor na Universidade de Copenhaga, destrói por completo as crenças de uma Israel bíblica, no seu livro O Passado Mitico. Ele diz que as investigações arqueológicas e linguística, revelam uma Palestina antiga radicalmente diferente daquela que é descrita na Bíblia. Não houve nenhum Adão e Eva, Noé ou Abraão, Moisés ou Josué e hoje sabemos porquê. Trata-se de “personagens” inventadas, que se basearam nos relatos anteriores da Suméria, Babilónia e Mesopotâmia. A população da Palestina, na altura da “grande nação” de Israel, era minúscula, de apenas uns poucos milhares, afirma Thompson. Ele continua:

Quando se investiga a história da Palestina, independentemente da visão bíblica do passado, este período revela poucas provas de uma emergência bíblica de Israel… Não há provas de uma Monarquia Unida, não há provas de uma capital em Jerusalém, nem de nenhuma força politica unida e coerente que dominasse a Palestina Ocidental, quanto menos um Império da dimensão descrita pelas lendas. Não temos provas da existência de reis chamados Saul, David ou Salomão; nem temos provas de que tivesse existido um templo em Jerusalém, no período inicial.

Como é? É tudo uma invenção. A esmagadora maioria do povo judeu de hoje não sabe disto, mas os Rothschild e as famílias que lhes estão associadas sabem. Alguns escritores judeus, tal como Arthut Koestler, já apresentaram fortes provas de que o povo judaico não tem qualquer ligação histórica com a terra de Israel. Alfred M Lillienthal, um antigo oficial judeu do departamento de Estado Norte-Americano, chamou a estes factos o “calcanhar de Aquiles de Israel”, porque acaba com as afirmações de direito aquela terra. Koestler escreveu no seu livro A Décima Terceira Tribo:

… [Isso] iria significar que os seus antepassados não teriam vindo da Jordânia, mas do Volga, não de Canaã mas do Cáucaso, que já foi considerado o berço da raça Ariana [daí a raça “Caucasiana”]; e que geneticamente, eles estão intimamente ligados com as tribos Huna, Uigur e Magyar, do que com as tribos da semente de Abraão, Isaac e Jacob. Se for esse o caso, o termo “anti-semitismo” passa a ser vazio de significado, baseado numa má interpretação, tanto pelos assassinos, como pelas suas vítimas. A história do Império Cazar, ao emergir lentamente do passado começa a parecer-se mais com o mais cruel embuste que a história produziu.

Os cazares lutaram, estabeleceram alianças e cruzaram-se com povos como os Vikings (que se tornaram nos russos) e os Magyares, com os quais tinham grandes relações de proximidade. Os cazares foram fundamentais na criação da pátria Magyar da Hungria. Nomes como “Cossaco” Russo e “Hússar” Húngaro, vieram de “Cazar”, tal como a palavra alemã para “heréticos”, Ketzer. Os cazares tinham também relações próximas com o império Bizantino, que fazia parte do império romano centrado em Constantinopla e havia cruzamentos entre as duas populações. Uma princesa Cazar casou com o imperador bizantino Constantino V e o seu filho tornou-se no imperador Leo IV, conhecido como Leo, o Cazar, que governou o imperio Bizantino entre 775 e 800 d.C.. O imperador deposto, Justiniano II, fugiu para a Cazaria em 705 d.C., onde o rei (Khagan ou Kagan) lhe deu guarida e lhe deu a mão da sua irmã em casamento. Ela assumiu o nome de Theodora e tornou-se imperiatriz, quando Justiniano retomou o seu trono Bizantino. “Kagan”, ou maldição, é hoje um nome comum entre os judeus. Os historiadores acreditam que os Cazares descendem das tribos Turcas, conhecidas como hunos ou Hun, que invadiram e pilharam a Europa a partir da Ásia por volta do ano 450 d.C., mas a principal origem dos Cazares foi a Suméria. Os territórios Hunos já se estenderam desde a Ásia Central até à Europa Central, da Sibéria até à china e ao norte da Índia. Eles eram um grupo de tribos e de linhagens sanguíneas cruzadas, que se misturaram com várias populações, incluindo os chineses e os sumérios. Os hunos são conhecidos através do seu líder, Atila o Huno, que tomou o poder depois de matar o seu irmão, Buda, a partir do qual se deu o nome à cidade Húngara de Budapeste. Os Cazares, tal como os Hunos, falavam a língua turca e pensa-se que fossem o mesmo povo. Eles controlaram um vasto e poderoso império “pagão”, que se estendia pela maior parte da Rússia, Montes Urais e ia até as montanhas do Cáucaso, a Sul. Faziam a vida como mercadores e “intermediários”, cobrando impostos sobre os bens transportados em rotas comerciais, ao longo das suas terras. A sua influência na Europa do Leste estendeu-se até aos territórios que conhecemos hoje como Polonia, Checoslováquia, Áustria, Hungria, Roménia e Bulgária. Eram adoradores fálicos e praticavam rituais de sacrifício humano.

Os associados próximos dos Cazares, e seus subordinados, os Magyares, também estavam relacionados com os Sumérios, Acreditava-se que os Magyares eram um povo nómada do Norte, com uma língua de origem Fino-Ugrica, mas o Dr. Sandor Nagy escreveu em O Berço esquecido da Cultura Húngara, que as pessoas que mais tarde se tornaram conhecidas como Magyares, eram na realidade sumérios do “crescente fértil”, agora Iraque. O Dr. Nagy usa exemplos exaustivos para confirmar a semelhança linguística entre o sumério, o antigo magyar e a actual língua magyar. Ele refere também vários trabalhos escritos durante o primeiro milénio, que incluem Os Codices Arpad e De Administrando Imperio, tendo já cumprido 50 anos de investigação nesta matéria. Ele diz que apesar de apenas haver cerca de 200 palavras magyar relacionadas com a língua Fino-Úgrica, havia mais de 2000 relacionadas com a suméria. Passava-se o mesmo com os arqueólogos e linguistas britânicos, franceses e alemães. Eles concluíram que a língua das antigas inscrições sumérias não era Indo-Europeia nem Semitica, mas antes uma língua que mostrava semelhanças significativas com o grupo de línguas conhecida na época, como grupo etnolinguístico Turaniano. Neste grupo incluíam-se as origens do húngaro, turco, mongol, e finlandês (mais tarde conhecido como o grupo Uralo-Altaico). A investigação aponta que as linguas Suméria e Húngara têm mais de 1000 raizes etimologicas comuns e que apresentam uma estrutra gramatical bastante parecida. Kalman Gosztony, professor de filologia Suméria na Universidade de Sorbonne, em Paris, demonstrou no Dicionário Etimologico Sumério e Gramática Comparativa, que a estrutura da lingua hungára é aquela que mais se assemelha à Suméria. Das 53 caracteristicas da grámatica suméria, 51 concidiam com a húngara, 29 com as linguas turcas, 24 com as caucasianas, 21 com as linguas uralicas, 5 com as semiticas e 4 com as indo-europeias. As semelhanças linguisticas entre o sumério, o húngaro e as outras linguas, são confirmadas por provas arqueologicas e antropologicas. É obvio que a esmagadora maioria daquele a que chamamos povo “Judeu”, teve origem na Suméria e os Sumérios não eram Semitas, o que se refere a um povo com uma lingua em particular. Assim, falar em “anti-Semitismo” em relação ao povo judeu é altamente falso, tal como os Rothschild e o seu circulo interno sabem

Os Cazares e os Hunos são descendentes, tal como os Magyares, dos Sumérios da Mesopotamia. Um relato tradicional pré-cristão, de origem húngara, refere que eles são descendentes do “Rei” Babilonio, Nimrod, sobre qual se diz na Biblia ser o filho de Cush e tetraneto de Noé. A lenda afirma que Nimrod teve 2 filhos, Magor e Hunor. Magor seria o ancestral dos Magyares e Hunor, dos hunos, o que dá uma origem comum aos Hunos e Magyares (Cazares). De forma interessante, Nimrod é considerado um “deus”, pelas linhagens sanguineas Illuminatti e pela sua religião satanica. Antigas fontes bizantinas referem que os Magyares tambem eram conhecidos como Sabirs e que tinham origem na Mesopotamia, a terra da Suméria e da Babilonia. Várias outras fontes antigas e medievais referem-se aos Scitios, Hunos (Cazares), Avars e Magyares como o mesmo povo, apesar das autoridadades húngaras parecerem desesperadas em negar isso. Houve cruzamentos sanguineos significativos entre as populações da Suméria e as do Extremo Oriente e da China. Esta combinação Caucasiana-Turca-Chinesa produziu uma combinação muito importante de linhagens sanguineas “reais”, na perspectiva dos Illuminatti. O império Cazar, o primeiro estado feudal da Europa do Leste, fomentou inumeras guerras e invasões, culminando com a chegada da “horda dourada” Mongol, celebrizada pela sua figura de destaque, Genghis Khan. Depois de seculos de influencia e poder, os povos Cazares começaram a migrarm em muitas direcções. S.W Baron escreve acerca da Cazaria em História Social e Reliogosa dos Judeus:

A sua população foi largamente absorvida pela horda dourada, que estabeleceu o centro do seu império, em territorio Cazar. Mas antes e depois das revoltas Mongóis, os Cazares enviaram muitas forças para as terras eslávicas, ainda por subjugar, ajudando a constituir os grandes centros Judeus da Europa do Leste.

Os Cazares levaram a sua fé Judaica e Taimúdica (Babiloni/Suméria) e estabeleceram-se na Europa do Leste e nas terras Alpinas, particularmente na Polónia e na Lituania. Existem muitos nomes antigos de terras na Polónia e na Ucrania, inspiradas pelo nome “Cazar” ou “Zhid”, um termo que significa “Judeu”. Exemplos disso são Kozarzawek, Kozara, Kozarzow e Zydowo. À medida que o Império Cazar se desmoronou, no periodo depois de 960 d.C., várias tribos eslávicas, lideradas pelos Polans, formaram uma aliança que se tornou no Estado conhecido como Polonia. Os “Judeus” (Cazares) desempenham um papel importante nas Lendas polacas, acerca da formação do pais. Uma dessas lendas refere que um “judeu”, conhecido como Abraham Prokownik, foi eleito pelas tribos, para os governar. Os “Judeus” Cazares tornaram-se seguramente importantes, em muitos paises da Europa do Leste. O escritor “Judeu”, Arthur Koestler, que nasceu na Hungria, escreve em A Décima Terceira Tribo:

Tanto fontes húngaras como polacas referem-se aos Judeus como mestres astutos, administradores da riqueza real, controladores do monopolio do sal, cobradores de impostos e “emprestadores de dinheiro” – i.e., banqueiros. Este paralelo sugere uma origem comum daquelas duas comunidades de imigrantes; e como sabemos que o grosso dos judeus húngaros proveio do nexo Magyar-Cazar, a conclusão parece evidente.

O traje tradicional dos Judeus polacos é incofundivelmente de origem oriental, incluindo o chapéu (yarmulke) usado pelos Judeus ortodoxos, uzbeques e outros povos turcos na União Soviética, pelos Muçulmanos e pela hierarquia da Igreja Católica Romana. O chamado “nariz judeu” não é um traço genético de Israel, mas da antiga Cazaria, no Caucáso. Os sumérios-cazares eventualmente desenvolveram uma nova língua, chamada “yiddish”, porque não falavam hebraico. Isto é compreensivel. Porque é que falariam a lingua de um povo com o qual não tinham qualquer relação? Shlomo Sand, professor de história na Universidade de Tel Aviv, confirma a falsa história da “raça Judaica”, no seu livro, A invenção do Povo Judaico:

Os judeus eram uma classe de pessoas dependente da burguesia alemã oriental e, por isso, adoptaram palavras alemãs. Aqui baseio-me na investigação do linguista Paul Wechsler, da universidade de Tel Aviv, que demonstrou que não existe ligação etimologica entre a lingua Judaica alemã da idade média e o Yiddish, Já em 1828, o Ribal (Rabino Isaac Ber Levinson) disse que a lingua antiga dos Judeus não era o Yiddish. Mesmo Bem Zion Dinur, pai da historiografia israelita, não hesitava em descrever os Cazares como a origem dos Judeus na Europa de Leste e descreve a Cazaria como a “mãe das diásporas” da Europa Oriental. Mas, mais ou menos desde 1967, qualquer um que fale nos ancestrais Cazares dos Judeus da Europa do Leste, é considerado ingénuo ou lunático.

 

Dominio Ashkenazi

Os antigos Cazares, conhecidos como “judeus” e a sua falsa história e origem, foram inventados pelos seus lideres e sacerdotes (as linhagens sanguineas), que afirmavam ser os descendentes dos biblicos israelitas. Os “judeus” Cazares estavam restringidos a ghettos, como resultado de uma lei papal dos meados do século XVI e isso, juntamente com o massacre dos Cossacos no século XVII, na Ucrania, levou a outro exodo em massa para a Hungria, República Checa, Roménia e Alemanha. Quase não havia judeus na Alemanha, nesta epoca. “Retomou-se assim o longo caminho para o Ocidente”, diz Arthur Koestler. “Iria continuar durante quase 3 séculos, até à segunda guerra mundial, que foi o principal motivo para a existência dos Judeus nas comunidades da Europa, Estados Unidos e Israel”.

Outro escritor, Stewart Swerdlow, que também é judeu, tem um enquadramento teórico completamente diferente de Koestler. Ele adquiriu muito do seu conhecimento quando foi obrigado a trabalhar num programa de controlo mental dos militares americanos, em Montauk, Long Island. No seu livro Sangue Azul, Sangue Verdadeiro, ele diz:

….(Os Sumérios) estabeleceram-se essencialmente nas montanhas do Cáucaso e (mais tarde) tornaram-se nos Cazares. Daqui, eles espalharam-se para Oeste, em direcção à Europa, semeando as identidades nacionais para os povos Viking, Francos, Teutónicos (Alemão) e Russos. É preciso lembrar que quando a Atlântida afundou, alguns destes refugiados foram para a Europa Ocidental e deram origem aos Celtas. Alguns foram para a Grécia e outros para a peninsula italiana. Estes povos já la estavam, quando eles (os Sumérios) chegaram… Estes lideres de sangue azul tambem se infiltraram nos povos do Médio Oriente, tal como os biblicos Canaanitas…

Isso significa, como já sei há muito, que as familias da “elite” do Império Romano, que se cruzaram como familias da “elite” do resto da Europa e que produziram assim a realeza e aristocracia europeia, eram essencialmente da mesma linhagem sanguinea. Swerdlow continua:

…A Babilonia foi a civilização para a qual a Suméria se desenvolveu e, ao expandir-se para a Ásia Central, tornou-se depois nos Cazares. Na verdade, muitas das organizações de sangue azul que se desenvolveram ao longo dos milénios, chamavam-se a si proprias Irmandades Babilonicas. (Eles) mais tarde fundiram-se com as escolas secretas Atlante-Egipcias da Europa, para formar os Franco-Mações. Alguns destes imigrantes adoptaram o nome de Bauer, sendo agora conhecidos como Rothschild. A familia assumiu rapidamente o controlo das instituições financeiras e comerciais da Europa.

O antigo povo Cazar é hoje conhecido como Judeus Ashkenazi (Ashkenazim, no plural) e alguns autores estimam que talvez 90 a 95€ daqueles que se consideram “judeus”, a nivel mundial, são Ashkenazi, ou os antigos Cazares. Os Ashkenazim (Sumérios-Cazares) detêm os reinos de poder em Israel e já o fazem desde que o pais foi criado pelos Rothschild, em 1948. Todos os Primeiros-Ministros israelitas têm sido Sumérios-Cazares Ashkenazi. Alguns dizem que o nome “Ashkenazi” tem origem em Ashkenaz, a palavra hebraica para Alemanha, mas a Biblia refere os Ashkenaz, como um povo que vivia na região do Monte Ararat (Agora turquia) e Arménia –  onde se diz que a biblica “arca de Noé” se deteve. Isto enquadra-se perfeitamente na localização básica dos Cazares.  As multiplas influencias linguisticas na sua lingua reflectem também semelhanças genéticas dos antigos Cazares. Eles cruzaram-se com tantas raças, que se tornaram num cocktail genético, que incluía Sumérios, Turcos, Extremo Oriente e Europeus do Norte e Ocidente. Contudo, as suas linhagens “reais”, como os Rothschild, permaneceram “puras”, através de cruzamentos cuidadosos, de tal forma que eles são uma raça à parte do povo judaico – tal como as linhagens sanguineas o são nos seus paises. Por isso não digo que existe uma “conspiração judaica” para controlar o mundo. Digo que as familias governantes, que não se podiam estar mais a borrifar para o povo judeu, são extremamente importantes na rede de linhagens sanguineas, que se infiltrou em todos os povos e nações, com o objectivo de estabelecer uma ditadura fascista/comunista global.

Shlomo Sand (Também “Zand”), professor de história na Universidade de Tel Aviv, escreveu em A Invenção do Povo Judaico, que os Judeus nunca existiram como uma raça ou nação, com uma origem comum. Em vez disso, eles são uma considerável mistura de raças e grupos, que adoptaram a religião judaica, ao longo dos séculos. Isto contraria certamente a história oficial, que foi cuidadosamente compilada para enganar o povo judaico, com um falso relato da sua origem coletiva. A declaração da independencia de Israel diz que os Judeus vêm da antiga terra de Israel e que estiveram exilados desta terra natal. As crianças israelitas aprendem que isso aconteceu no periodo de governo Romano de 70 d.C. A nação permaneceu fiel à sua terra, continua o conto de fadas, e jurou regressar. Shlomo Sand diz, acertadamente, que a história mitica de um povo antigo, em viagem durante milhares de anos antes de regressar à sua “Terra Prometida”, é impossivel de provar e que este mito levou os seus defensores a formar uma visão racista do mundo e dos outros povos. Sand diz que nunca houve um povo Judeu, apenas uma religião judaica e que o exilio nunca aconteceu. Ele rejeita a maior parte das historias biblicas sobre a formação de uma identidade judaica nacional, incluindo o Êxodo do Egipto. Sand diz que tudo isso foi inventado, para justificar o estabelecimento do estado de Israel. No diário Israelita, Haaretz, podia ler-se uma critica positiva em relação ao livro de Sand:

É dito então que os membros de uma grande variedade de raças e povos, louros e negros, castanhos e amarelos, se tornaram Judeus em grandes números. De acordo com Zand, a necessidade Sionista de apresentar uma etnicidade partilhada e uma continuidade histórica, levou a uma série de invenções e ficções juntamente com a evocação de doutrinas racistas. Algumas foram congeminadas nas mentes daqueles que conceberam o movimento Sionista, enquanto que outros foram apresentadas como descobertas de estudos cientificos da genética, realizados em Israel.

Sand diz tambem que muitos judeus se converteram ao Islão, depois da conquista Árabe do Médio Oriente e de outros locais e que foram geneticamente assimilados pelas raças árabes. Ele defende, com extradionária ironia, que estes judeus foram os antepassados do povo palestiniano. O Haaretz salienta que Sand não inventou esta hipotese – ela foi “enterrada” cerca de 30 anos antes da declaração da indenpendencia de Israel, por Sionistas de craveira, como David Ben Gurion, o primeiro-ministro de Israel e Yitzhak Ben-Zvi, o segundo presidente de Israel e aquele que mais tempo ficou no cargo. A investigação de Sand e de outros conclui que não são só os judeus Askenazi que não tem qualquer relação com Israel. Ele diz que os Judeus Sefardistas, que surgiram em Espanha e Portugal, tiveram origem nos Árabes, que se converteram ao judaismo e nos europeus, que fizeram o mesmo. Não foi o povo judeu que foi “disperso”, realça ele; foi a religiao judaica, que convertou muitos povos e muitas raças. O haaretz resume as descobertas de Sand sobre a origem dos mitos históricos da antiga raça judaica:

A dada altura do século XIX, os intelectuais de origem judaica na Alemanha, influenciados por personagens folclóricos do nacionalismo alemão, decidiram inventar um povo “retroespectivamente”; devido à sede de criar um povo judaico moderno. A partir dos trabalhos de historiador Heinrich Graetz, os historiadores judaicos começaram a historia do judaismo, como a historia de uma nação que já tinha sido um reino, que se tornou num povo vagueante e que por ultimo regressou ao seu local de origem.

Por intelectuais do século XIX de origem judaica, entenda-se Rothschild. Eles orquestraram a criação de um mito histórico de ligação histórica judaica e Israel, como preparação do seu plano (sob o titulo “Sionismo”), para usar as massas judaicas para apreender a terra da Palestina, para fins Rothschild/Illuminatti Shlomo Sand disse ao Haaretz:

É claro que o medo é o de acabar com o direito histórico à terra. A revelação de que os Judeus não são da Judeia, iria destruir por completo a legitimidade para estarmos aqui. Desde o inicio do periodo da colonização, os colonos nunca puderam dizer: “Chegamos, vimos e vencemos, da forma como os americanos, os brancos na Africa do Sul e os Australianos, podem dizer”. Existe um medo profundo que se lance a duvida sobre o nosso direito de aqui estar….

…Não penso que o mito histórico do exilio e do vaguear, seja a fonte da legitimidade para que eu esteja aqui e por isso, não me importo de acreditar que sou Cazar, nas minhas origens. Nao tenho medo de estar a minar a nossa existencia, porque penso que o carácter do Estado de Israel o mina muito mais. Aquilo que constitui a base para a nossa presença aqui não +e um direito histórico mitologico, mas antes para tentarmos criar uma sociedade aberta para todos os cidadãos israelitas

…Não reconheço um povo internacional (Judeu). Reconheço o povo “Yiddish”, que existiu na Europa Oriental, que apesar de não ser uma nação, pode ser encarado como uma civilização Yiddish, com uma moderna cultura popular. Penso que o nacionalismo Judaico cresceu no contexto deste povo Yiddish. Tambem reconheço a existência de um povo israelita e não nego o seu direito à soberania. Mas o sionismo e o nacionalismo Árabe, acumulados ao longo dos anos, não estão prontos para o reconhecer.

Não importa aquilo que os Sionistas gritem uns com os outros e com estes factos, na esperança de desacreditar a verdade e os portadores da verdade. É obvio que a “história” oficial do povo judeu foi uma invenção, uma mentira inventada para servir os interesses da Casa de Rothschild e a rede de familias Illuminatti, que sabe que eles não sao “judeus”, simplesmente porque nao existem “judeus” no contexto que eles defendem. Os Rothschild e os da sua laia são a linhagem sanguinea Suméria, que manteve a sua “pureza”, através de cruzamentos controlados e que se infiltrou naquele a que chamamos povo judeu, para os usar como uma fachada – um disfarce – para as suas horriveis actividades; e para que assumam as culpas, sempre que necessário.

 

Por David Icke

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