QUER SABER PORQUE ESTÁ A SER ROUBADO E A SOFRER!

PREFÁCIO  DO LIVRO RESUMIDO  ROTHSCHILD – REI DE CRISES E GUERRAS

( Tira-nos Banca, Nações , U.E, Euros e causa a fome )

 

Quem assumiu a tarefa de concretizar o resumo deste livro ficou incomodado ao constatar que ele revela um ardil tenebroso. A manobrar esse ardil,  foram seleccionadas elites especializadas na malfeitoria e a cumprir o programa do domínio universal, propagandeado pelo judeu Oscar Levy, ao atribuir aos judeus a glória de serem os corruptores do mundo, seus destruidores, incendiários e carrascos, infeccionando apodrecendo e decompondo tudo ( pág. 91 das 172 dos protocolos). Foi escolhida esta estirpe de judeus  para cargos no governo americano do Presidente Franklin D. Roosevelt, que tomou posse, em 14-3-1933. Este foi um dos servos fantoches alinhados à ferocidade dominante do super poderoso Rothschild.

O fantoche Roosevelt  e o seu governo de judeus operava na América, enquanto os fantoches dos governos europeus actuavam na Europa. Foi nela que três conhecidas nações beligerantes  foram financiadas com dólares fabricados com o apoio de ar, papel e tinta no fraudulento  Federal Reserve System possuído pelo Rothschild, em 1913. Como o tempo é dinheiro, não o perderam a  iniciar a guerra encomendada de 1914. Como ficou claro, a Alemanha perdeu a guerra em condições que as três nações  e os seus fantoches lhe impuseram, através do tratado de Versalhes, cujas condições indiciavam a preparação de uma 2ª Guerra Mundial.

Rothschild foi sempre o principal protagonista que durante 150 anos montou crises e guerras, com o apoio dos seus lacaios.

No século XVIII, os Presidentes Jackson e Lincolm foram os  seus opositores às crises financeiras e económicas que o Rothschild manobrou. Houve então uma forte pressão para desmontar a sua nefasta influencia. O aperto foi tão intenso que ele ordenou à Rainha de Inglaterra, em 1812, que invadisse a América para proteger os seus interesses financeiros, da qual saiu vitorioso, passando então o Rothschild a controlar os  seus interesses financeiros. Tanto controlou  a América, que em 1913, consolidou  o  seu domínio, ao assumir a posse do Federal Reserve System. O resumo dos 34 capítulos do livro “Rothschild- Money Trust” de George Armstrong, esclarece  e prova que a dinastia Rothschild se tem perpetuado durante séculos através dos seus descendentes. Conforme consta no resumo, eles foram sempre fieis à ganância e à falta de escrúpulos, em consonância com os PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DE SIÃO. Foi a dinastia Rothschild que os mandou imprimir no século XIX, cujo programa foi inspirado no TALMUDE. Este documento foi escrito dois mil anos antes da era de Cristo, e é considerado pelo judaísmo como a sua Bíblia.

É o conteúdo daqueles Protocolos que incute e recomenda a todos os  judeus, seus adeptos, a prática da tudo o que há de mais repugnante. Com estes ensinamentos asquerosos, o Rothschild e a sua camarilha, divertem-se a agir e a maquinar as piores ferocidades e esbulhos, com o fim de se apoderar das nações e  de todos os seus activos. Tramóia semelhante aconteceu com a América. A bancarrota e a sua falência de 1929, levou-a à venda em leilão em 1933, e foi registada no Congresso a sua posse por corporações, controladas pelo Rothschild, e os congressistas nomeados seus fieis depositários.

É David Icke, no seu livro ”Alice no pais das maravilhas”, que presta esta informação em várias páginas. Segundo ele, o povo americano desconhece este assunto, porque toda a comunicação social está sob controlo, tal como acontece noutras nações.

Nestas circunstâncias, conclui-se que o Rothschild obtém uma conquista que garante com o seu registo e deixa-a adormecida e prossegue nos seus triunfos noutros locais.

Como Rothschild  dispõe de muitos redes de judeus, em estado de alerta permanente, nas suas nações principais, e se a sua máquina se especializou a apoderar-se das nações e dos seus activos, basta repetir a aplicação da receita. Foi o que ele engendrou com as crises que fabrica, provocando a contracção da circulação financeira e as inevitáveis guerras que se seguem e um ciclo vicioso de crises imparáveis. Tudo isto foi urdido por Rothschild até 1940 que está descrito no livro que inclui a fuga do exército Inglês para a Inglaterra, através do canal da Mancha.

O livro omite  o que aconteceu depois, sendo que o Hitler perdeu a guerra e o Rothschild aproveitou a oportunidade do desejo de paz para preparar o ardil da U.E e do Euro e do descalabro que ele premeditou. Sempre em conluio com os governos fantoches das nações europeias.

Se o Roosevelt era um seu leal fantoche que governa a América, sujeitando-a à circulação fiduciária contraída em deflação permanente e na consequente penúria, este cenário desse tempo repete-se hoje na América e nas nações da Europa.

É nesta fase de domínio total em que o povo europeu se encontra. Armaram-lhe um pesadelo sem precedentes na história da vida humana, sendo que uma parte considerável já vive na miséria .

Se acrescentarmos a continuação sem fim do aumento da austeridade que o Rothschild impõe através dos governos fantoches, então será repetido em muitas nações o genocídio que algumas nações já sofreram.

Já se percebeu que catástrofes em série, perpretadas com extrema violência, decorrem em várias regiões que têm origem no Judaísmo cruel que Rothschild lidera apoiado por um refinado estado policial de alto calibre, com incontáveis organizações policiais secretas altamente sofisticadas, existentes nos vários países de primeira grandeza, que começam na CIA e acaba na Mossad, da qual Rothschild é o grande patrão.

Para além deste conjunto de carrascos, estão sempre atentos exércitos de judeus, prontos a agir em conformidade com o terrorismo que os protocolos aconselham ser um meio eficiente. Contudo, é Shlomo

 

 

Sand, professor de história, na universidade de Telaviv, e autor do livro “ A INVENÇÃO DO POVO JUDAICO”

que afirma que os judeus nunca existiram como uma raça ou nação e que o exílio nunca aconteceu.

Ele afirma que a história oficial do povo judeu foi uma invenção, uma mentira inventada para justificar o estabelecimento do estado de Israel e o respectivo sionismo poder servir os interesses da casa Rothschild e a rede de famílias Iluminatis que sabe que eles não são judeus.  Os Rothschild sabem que eles e os da sua linhagem vieram da Suméria e emigraram para a Kasaria, onde adoptaram o Talmude para usarem nas suas horríveis actividades. Eles só são Kasares  e reconhecem-se como askenazis que não têm qualquer relação com Israel. Shlomo Sand rejeita a maior parte das histórias bíblicas sobre a formação de uma identidade  judaica nacional, incluindo o êxodo do Egipto. Segundo Sand, a necessidade sionista de apresentar uma etnicidade partilhada, e uma continuidade histórica, levou os sionistas a uma série de invenções e ficções.

Com o fim de completar a compreensão de todo o enredo, é crucial demonstrar que os PROTOCOLOS atrás citados é que causaram o violento descalabro que se passa e não pára de se passar até tudo te esmifrar. Repetimos que são os PROTOCOLOS do autor Gustavo Barroso, na pag.91, que atribui ao judeu Oscar Levy a glória de anunciar que são os judeus os destruidores e incendiários do Mundo. Na realidade, verifica-se que estão a invadir, a destruir e conquistar as nações afim de se apoderarem de todo o Mundo. Resulta desta escalada imparável a necessidade de a denunciar e informar o povo sobre todas as outras ameaças que estão contidas nos PROTOCOLOS, tornando-se imperativo o despertar no sentido de adquirirem o conhecimento documentado e uma nova consciência dos factos. Assim, criarão condições no sentido de intervirem na desmontagem de um Holocausto Mundial, que foi fabricado através dos perigosos PROTOCOLOS. Impõe-se pois reproduzir as partes mais tenebrosas da sua redacção, tais como:

“Afinal, estamos é interessados na matança dos comedores inúteis.” Protocolo 3

“Controlaremos toda a vida política e as leis retirarão as liberdades permitidas e ficaremos na posição de liquidar todo o gado humano.” Protocolo 5

“As crises económicas foram fabricadas por nós para atingir o gado humano, retirando-lhe dinheiro da circulação. Capitais substanciais estagnam, retirando-os aos Estados, o que desfará todos os recursos dos povos e dos Estados.” Protocolo 20

“Quem quer governar, deve recorrer à patifaria e à impostura.” Protocolo 1

“Graças à democracia, dividiremos os cristãos em Partidos políticos, destruiremos a unidade das nações, semearemos a discórdia e todos ficam reduzidos à impotência.” Discurso fúnebre do Rabi  Reichhorn

“Quem revelar brandura, é incapaz de governar. Só recebem instruções dos Sábios do Sião para governar quem revelar instinto de crueldade.” Protocolo 24

“Nos Estados de hoje, é a imprensa que cria o pensamento popular, devidamente estupidificado e controlado pela imprensa que caiu nas mãos do Judaísmo e que lava o cérebro.”  Protocolo 2

“Vamos mostrar a nossa força a todos por golpes terroristas.” Protocolo 7

Quem ler as redacções dos PROTOCOLOS que acabamos de reproduzir, já não pode alegar desconhecimento da causa que esbulha o cidadão, que irá ficar sem vintém, sem alimentação e futuro. Ora, cidadãos coerentes não deviam ficar apáticos à tormenta que caminha para o abismo, sob pena de terem capitulado e não terem resistido ao rei que os sentenciou, nos PROTOCOLOS.

A essas sentenças desses abomináveis PROTOCOLOS, a solução adequada é exercer o direito de auto defesa, recorrendo de todos os meios inalienáveis do direito à vida, desde que sejamos confrontados com o acontecimento da ferocidade assassina, visando um extermínio generalizado que os hediondos PROTOCOLOS determinam. Como se sabe, esta ferocidade tem sido usada no norte de África, no Médio Oriente e noutros locais. Repetem-se estes acontecimentos que estão constantemente a provar que são os PROTOCOLOS que os causam. E da alegada não existência desses PROTOCOLOS, incitadores da destruição e de incendiários dos seres vivos, não se podem libertar com as mentiras aberrantes do Judaísmo genocida. Tanto mais que, foi autorizada a publicação dos PROTOCOLOS, em 1897, no Congresso Judaico. Mais ainda: Não é o “PROTOCOLO 20” que confirma, exemplifica e reconhece que as crises foram fabricadas pelos judaísmo? Se ele também afirma a retirada de dinheiro de circulação, do que resulta a estagnação de capitais, desfazendo os recursos dos povos e dos Estados, ao reduzi-los à penúria, não é isso que está também a acontecer?

Não será que é o judaísmo que está continuamente a fabricar essa ocorrência e todas as que conduzem ao extermínio da raça humana ?. Se assim é, então há que atribuir as culpas ao Judaísmo e aos seus PROTOCOLOS e a tudo o que se passa. Onde a malvadez está sempre a funcionar, tal qual se pode verificar no seguinte PROTOCOLO 2:

“Não devemos parar o suborno, a falsidade e a traição sempre que se trata de atingir os nossos fins. Na política deve-se saber como nos apoderar da propriedade dos outros sem hesitação.”

Ora, se procedermos ao enquadramento dos efeitos do suborno, da falsidade, da traição e extorsão da  propriedade dos outros, a austeridade imposta pela política da estagnação dos capitais, fabricada pelo judaísmo do Rothschild, conforme consta do PROTOCOLO 20, é exactamente a extorsão parcial dos salários e da propriedade que está a acontecer em Portugal, com o aumento de impostos e de avaliações absurdas e insuportáveis do que o Correio da Manhã classificou de ASSALTO, que se traduz em roubo e devia ser punido mas foi legalizado. Isto é: ao roubo que os membros do governo impôem, chamam-lhe austeridade. Só que toda a espécie de roubalheira, corrói a vida humana e transforma-a num inferno que foi construído no Planeta Terra, enquanto nos apercebemos que um crime desta natureza irá ficar impune.

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