Neste país e neste mundo

Frente do Algarve livre de transgénicos:

A armadilha

Neste país e neste Mundo, muita gente passou a estar incluída no grupo dos Zés moribundos porque a austeridade os debilitou. Outros serão envenenados, uma vez que os chefes da ruindade fundaram a Organização Mundial do Comércio. Esses chefes negaram aos cidadãos, através da OMC, por decreto, o direito de exigir saber o que comem. Deste modo, toda a gente é forçada a comer a mixórdia doentia e letal. Além disso, a intenção de matar aumentou com a produção de catorze venenos citados no livro “SEMENTES DA DESTRUIÇÃO” de F. William Engdhall. Na sua maioria, estão ligados aos transgénicos que foram inventados, em 1930, pela Universidade Rockefeller com o fim de exterminarem a raça humana, confirmada por David Icke no capítulo 21º do seu livro “ RAÇA HUMANA ERGUE-TE, em que a ONU irá abater cinco biliões e meio de pessoas que serão substituídas pelo homem robot geneticamente modificado (pág. 534).
Por cá, também há quem não se condoa, ao serem propagandeadas as vacinas da gripe A (fabricadas com células cancerosas e outros ingredientes do inferno) por um alto politico e um médico, ambos da extrema esquerda. Ora, estas vacinas foram apregoadas como inofensivas pelo Club Bilderberg que também se reuniu em Sintra. Acerca deste acontecimento, a revista “Pública” divulgou, em 1999, que as empresas gastavam fortunas para obter as leis mais favoráveis, deduzindo-se que estão à venda leis favoráveis. Só não se sabe se as vacinas também estão incluídas nos favores para beneficiar os industriais das vacinas, usando os bastidores do Club Bilderberg. Tudo pode acontecer nas reuniões bildergerguistas efetuadas à porta fechada e no maior secretismo. Houve uma delas, em Itália, após a qual, o cultivo do Milho Transgénico, foi aprovado pela lei 160. Será coincidência ou esta lei favorável também foi paga com as fortunas das empresas? As trapalhadas ocorridas indiciam que sim.
Curiosamente, quem declarou querer eliminar as sementes da Natureza e substitui-las pelas transgénicas foi a Monsanto, que passou a ser a proprietária do ASPARTAME (depois de ter comprado a Searle) que é um adoçante perigoso e é mais um produto premeditado para matar.
Mas a odiada ASAE também aderiu à premeditação e numa contradição chocante, impõe a higiene para salvaguardar a saúde pública e autoriza o ASPARTAME assassino. Estas incongruências, só se podem explicar porque a política portuguesa é dirigida pelos fantoches que sempre existiram neste país, denunciados, em 1925, no livro de Mário Saa sob o titulo “ A INVASÃO DOS JUDEUS” . Judeus estes que foram inventados, segundo afirma no seu livro, o historiador Slomo Sand, professor em Telaviv.
Essa invenção verificou-se com o agrupamento de uma grande variedade de membros que pertenciam a muitas raças e povos, louros e negros, castanhos e amarelos. Todos eles foram aproveitados para se transformarem nos judeus que se enquadraram no sionismo que os Rothschilds fundaram num congresso, em Viena, em 1897, durante o qual aprovaram á impressão do livro os Protocolos dos Sábios de Sião que é o guia e o Manual de instruções da doutrina sionistra, que ensina os judeus inventados a espalhar pelo Mundo as piores crueldades, reduzindo os povos à impotência e submetendo-os a toda a espécie de patifarias, algumas delas já foram atrás citadas. Estas patifarias evoluíram na Europa para a prática das piores atrocidades, promovidas pelos exércitos secretos da NATO, a seguir à segunda guerra mundial, servindo-se das redes do terror conhecidas como operações Gladio.
A ditadura Salazarista também aderiu às operações Gladio e a Pide agravou a repressão ao povo português. Também colaborou com o terrorismo que foi muito violento em vários países da Europa. Esta guerra secreta em Portugal é descrita nas páginas 164 a 177 do livro de David Ganser sob o título “ Os exércitos secretos da NATO”.
Foi criado recentemente um novo modelo de terror que rouba os depósitos bancários dos depositantes. Foi Ellen Browm que denunciou, em 29-03-2013, e o Prof. Michel Chossudovky, em 2-04-2013, a confiscação dos depósitos nos Estados Unidos e na Inglaterra. Rapidamente, a U.E. adoptou o esquema da confiscação dos depósitos em Chipre. Com esta velocidade, essa confiscação chegará a Portugal. O cenário do Chipre continuará. Por cá, beneficiará os bancos que também confiscarão os depósitos pertencentes aos Portugueses. Agravará a austeridade seriamente e comprometerá ainda mais a nossa sobrevivência. Claro que aumentará a capacidade financeira dos Rothschilds que promovem a pirataria lucrativa até aqui descrita, aumentando o investimento no terror e nas guerras sem fim. Repetirá, noutros locais, a redução a cinzas com napalm de 78 cidades e milhares de aldeias na guerra com a Correia do Norte, entre 1950 a 1953, praticada pelo general facínora Curtis Lemay e ordenada pelo general Mac Arthur.
Os Rothschild, donos do Mundo, e os seus serviçais fantoches de cá, obedecem ao patrão e ao que o Club Bilderberg decide, que é controlada pela dinastia Rothschild. Dinastia esta tão ativa em Portugal, que Guerra Junqueiro, lhe dedica na pág. 95 do seu livro “A Velhice do Padre Eterno” a seguinte quadra:
Tu podes ver, ó filho de Maria
O teu vigário humilde
Conversando na Bolsa em fundos da Turquia
Com o barão Rothschild
É pena que Guerra Junqueiro não tivesse vivido mais tempo para poder ver um Papa chamado Francisco. Tinha conhecido um Papa que não teve vergonha de ter pisado o risco, na Argentina, quando, entre 1976-1983, se juntou ao assassino Jorge Videla e se tornou seu cúmplice e traidor de Cristo, sequestrando o padre Orlando Yori e entregando-o com mais seis pessoas aos esquadrões da morte e à tortura, durante cinco meses, até serem assassinados com 30.000 argentinos. O Papa Francisco, na Argentina chamava-se Jorge Bergoglio, antes de ser cardeal foi Bispo Jesuíta. O Professor jubilado Michel Chossudorsky acusa-o em 10 páginas com muitas fotografias comprometedoras.
Todo o texto revela como a Igreja Católica está comprometida com práticas de acções repugnantes que obedecem à chamada P2 que é uma instituição maçónica que domina o comportamento do Vaticano no que respeita a escândalos financeiros que o Papa João Paulo I tentou sanear, tendo sido envenenado ao fim de 33 dias. Esse envenenamento causou-lhe a morte e foi submetido a um extenso estudo, minuciosamente aprofundado, no livro sob o título “ EM NOME DE DEUS” .
Convém destacar que a Igreja rege-se e pratica a doutrina judaico – cristã. Está implícito em tal circunstância, que a sociedade secreta judaica “ILLUMINATI”, fundada por Weispaut servo da dinastia Rothschild, manobra as decisões no Vaticano.
Ora, nas páginas 234 e 235 do livro “OS EXÉRCITOS SECRETOS DA NATO”, o diretor da CIA, William Colby, apresenta-se como um membro da OPUS DEI que teve um papel crucial da rede de “ficar atrás” do terrorismo Gládio, deduzindo-se que os “ ILLUMINATIS” dos Rothschilds e a OPUS DEI são valores entendidos. Assim confirma-se que o Vaticano não escapa ao domínio dos Rothschilds, até porque eles são seus gestores de fortunas em Londres.
Até agora, este texto relata uma sequência de monstruosidades que transformaram o Planeta num inferno. Este inferno irá continuar, se não forem travados os malfeitores que manobram uma engrenagem aterradora. Esta engrenagem inclui sociedades secretas e maçónicas já existentes antes da era de Cristo e que subsistiram até aos nossos dias e infiltraram-se no Vaticano. Esta praga minou as instituições portuguesas. Os maçons são tanto que é difícil admitir que os Tribunais não tenham sido infiltrados.
Os maçons influenciaram ou não o caso de um político português com verborreia afinada e em hábeis peripécias que os jornais acusam? E não foram os Procuradores da Justiça e o Supremo Tribunal de Justiça que sempre o protegeram? Porque é que também não foi aberto um inquérito, às tais leis favoráveis, que estão à venda? Ou será que a teia da maçonaria é tão virulenta que nenhum Tribunal do Mundo e das nações do Planeta e nas de cá escaparam à contaminação? Claro que não, tudo isto faz parte duma armadilha monumental, que se desdobra constantemente, apoiada nos exércitos secretos da NATO, chamados GLADIO, especializados em crimes contra a humanidade. Por sua vez, estes exércitos estão relacionados com uma organização tentacular, denominada “ESPECTRO DO DOMINIO TOTAL”, inspirados nos “CAVALEIROS DO APOCALIPSE”. Este domínio não só pretende desencadear o Armagedon Nuclear, com misseis apontados às nações que repudiaram serem seus vassalos, como abrange tudo o que envenena e as vacinas que matam. Será que o silêncio de nações e dos Tribunais significa que estão envolvidos nesta nova solução final?
Não será que a atrás citada armadilha monumental exigia apoio financeiro, resultando daí o recurso à posse fraudulenta do Federal Reserve System, em 1913, que permitiu ao beneficiário Rothschild financiar os três beligerantes nas guerras combinadas de 14 e 39, conforme foi anunciado pelo congressista Macfaden, em 1933, e a seguir foi assassinado. Mas, legou-nos o documento da sua intervenção com 22 páginas.
Aquela fraude foi repetida com títulos de bolsa chamados SWAPS com “AAA”, e que nada valiam. Esta intrujice do domínio público tornou a Banca Mundial insolvente, em 2008, e contínua, mas foi resgatada com empréstimos do dinheiro roubado com o duplo efeito de a Banca se tornar devedora perante o ladrão que ficou credor.
Se as nações vassalas como a nossa, governada por fantoches enfeudados aos Rothschilds, em muitos locais do Planeta, também o silencio dos Tribunais consentiu a roubalheira atrás descrita, que causou a austeridade e a insolvência da classe média, esmifrada pelos IMIS que vão empanturrar os cofres dos Rothschilds que o FMI e a Troika cobra.
Se tudo vale, também vale desconfiar de um Tribunal da Relação que lavrou um despacho para ser repetido o julgamento de um processo que um juiz justo mandou arquivar.
O despacho do Tribunal foi favorável à Pyoneer, serva do Rei Rothschild, relacionado com uma plantação de Milho OGM com a presença suspeita, filmada pela TV, de um empregado da dita Pyoneer, durante um protesto de estrangeiros ativistas, em férias em Aljezur, que pisaram 100/150 m2 de milho maduro, esterilizador dos solos e todo o Milho lá ficou. Esses ativistas regressaram aos seus países, e sete anos depois, são os arruinados e esfomeados pela austeridade do Rothschild, que, há mais de 150 anos, é o rei de crises e guerras e nunca foi perseguido pelos tribunais. Nem pelos de cá. Essa perseguição só vale para os arruinados.
Contudo, em França há resistência à ruína dos solos e não perseguem 7.000 agricultores unidos que arrancam todo o Milho OGM. O Presidente de lá e o governo calaram-se. Mas o Presidente de cá asneou com uma intervenção descabida em Poço de Barreto. Voltou a asnear quando eliminou 430.000 agricultores e arruinou as pescas, em obediência à U.E. que é possuída pelos Rothschilds. Ele está refém das elites subterrâneas, pois além de Presidente dum país vassalo, ele é amigo íntimo do Pai Bush. E tão intimo que esteve presente na sua cerimónia de posse. Estes valores entendidos explicam a razão porque aquele que jurou cumprir a Constituição, a traiu ao não aplicar as medidas constitucionais de conservação do solo da propriedade sita no local atrás referida, porque o cumprimento dos seus deveres ia colidir com os do Rei Rothschild, dono do Mundo e patrão do seu amigo pai Bush que em, 26-5-1992, quando era Presidente, decretou, para beneficiar o dito patrão, que as sementes transgénicas são tão seguras como as da Natureza e infiltrou a Monsanto na administração da Food and Drug Administration para apagar a prova de cancro causada pelos OGM, segundo estudos de técnicos que foram despedidos, conforme descreve, em todos os detalhes, o livro “SEEDS OF DECEPTION “ de Jeffrey Smith.
Estes arranjismos de Presidentes não comovem a Justiça. Ela só se motiva para perseguir os esfomeados de Poço Barreto, que os Rothschilds esmifraram com a sua austeridade. Nem agiu quando os Rothschilds roubaram a Banca, em 2008, ao venderem-lhes “swaps” com “AAA” que nada valiam e a deixou sem liquidez e insolvente e o país na bancarrota. Nem quando os Rothschilds retiraram da circulação todo o dinheiro roubado que provocou a austeridade no Planeta do Absurdistão, onde vale tudo. Até vale que diretores de empresas públicas tenham continuado a comprar os tais “swaps” de comprovado alto risco e causado um prejuízo de cinco biliões de euros, segundo a imprensa. O disparate é tão inadmissível que faz pensar que os autores foram hipnotizados porque poderes ocultos quiseram agravar a situação financeira deste país. Pois, esses poderes devem ter recorrido ao Instituto Tavistock e à sua engenharia social e seu controle mental que os Tribunais internacionais consentem.

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